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Projeto em Paquetá aplica 1ª dose contra Covid-19 em 96,3% da população

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Projeto em Paquetá aplica 1ª dose contra Covid-19 em 96,3% da população
Reprodução: iG Minas Gerais

Projeto em Paquetá aplica 1ª dose contra Covid-19 em 96,3% da população

Com o objetivo de analisar a vacinação em massa em Paquetá, 96,3% da população que reside na ilha já receberam pelo menos a primeira dose da Oxford/Astrazeneca contra a Covid-19. Trata-se de uma ação do projeto “PaqueTá Vacinada”, que pretende imunizar todos seus moradores contra a Covid-19 ao longo de um estudo para mensurar o impacto da campanha de imunização até em quem não foi vacinado contra o coronavírus, como crianças e adolescentes.

A pesquisa também tem o propósito de verificar se a primeira dose da vacina já garante um bom nível de proteção coletiva, ou se isso só acontece efetivamente após a injeção de reforço. Aproximadamente 2 mil moradores já tinham recebido a primeira aplicação do imunizante.

Foram montados neste domingo, dia 20, quatro postos especialmente para o estudo para onde foram convidadas cerca de 1,6 mil pessoas que ainda não haviam recebido a dose.

Antes de vacinar todos os habitantes da ilha, a Secretaria municipal de Saúde realizou o chamado inquérito epidemiológico, que inclui a testagem sorológica com exames de IGG e IGM. A intenção é mostrar, pela análise de anticorpos, se uma pessoa tem ou já teve contato com o vírus causador da Covid-19, o SARS-Cov-2.

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A pesquisa é uma parceria da Secretaria municipal de Saúde (SMS) com o Instituto Fundação Oswaldo Cruz e com o Ministério da Saúde.

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Segundo a Secretaria municipal de Saúde, Paquetá tem uma população de 4.180 moradores, dos quais 3.530 são maiores de 18 anos cadastrados nos registros da Prefeitura do Rio.

A expectativa da Prefeitura do Rio é testar, de maneira periódica, pelo menos 3 mil moradores. De acordo com os dados municipais, 2.759 moradores da ilha foram testados, o que equivale a 70% da população. Entre as pessoas examinadas, havia 421 crianças, das quais 21% tiveram resultado positivo para a exposição ao coronavírus.

Na metodologia do estudo, os habitantes foram divididos em três grupos: menores de 18 anos, maiores de 18 anos que já foram vacinados e maiores de 18 que ainda não foram. Os resultados definitivos da pesquisa devem ser divulgados daqui a um ano.

“Por enquanto, nada vai mudar para mim. A gente ainda precisa se precaver, porque a situação da pandemia ainda está muito delicada. Mas, quando tudo se acalmar, quero voltar a fazer coisas que não faço há tempos. Como ir a uma festa”, afirma Isabela Jardim, de 18 anos, uma das primeiras da fila para tomar vacina no Parque Darque de Mattos neste domingo.

Segundo o calendário do projeto, a distribuição da segunda dose acontecerá oito semanas após à da primeira. Depois disso, haverá uma nova coleta de sangue da população. Na próxima etapa, Paquetá dará lugar ao primeiro evento-teste da cidade, que o prefeito Eduardo Paes já chegou a chamar de “carnaval fora de época”. Ele acontecerá no Parque Darke de Mattos e deve reunir 600 participantes, sendo todos habitantes de Paquetá ou pessoas já vacinadas. De acordo com a prefeitura, a festa deve acontecer só em setembro, ou quando a ilha já não registrar nenhum caso de Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: EUA podem chegar a 200 mil casos por dia nas próximas semanas

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EUA podem chegar a 200 mil casos por dia nas próximas semanas
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EUA podem chegar a 200 mil casos por dia nas próximas semanas


Segundo informações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), os Estados Unidos podem alcançar 200 mil casos de Covid-19 por dia nas próximas seis semanas. O número elevado é quatro vezes a taxa atual de contaminados no país e pode acontecer graças à disseminação da variante Delta.

“Estamos entrando em um momento difícil. É provável, se nossa trajetória for semelhante à do Reino Unido, que possamos ver até 200 mil casos por dia”, disse Tom Frieden, ex-diretor do CDC, à CNN.

Frieden afirma, no entanto, que provavelmente não será visto um “número terrível de mortes” do início da pandemia graças ao número de pessoas que foram vacinadas. Mesmo assim, será visto “um aumento constante nas mortes, e essas são mortes evitáveis”.

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A última vez que mais de 200 mil casos nos Estados Unidos foram registrados em um dia foi em janeiro, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

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Vacinação nos Estados Unidos

Com a chegada da variante Delta, autoridades se preocupam ainda mais com a vacinação daqueles que ainda não foram imunizados. Apenas 49,1% da população do país está totalmente vacinada, de acordo com o CDC, que também afirmou que as taxas de vacinação diária estão diminuindo.

“Agora, estamos em um ponto onde há sólidos 25 ou 30 por cento da população dizendo que não quer ser vacinada, que está tudo bem em permitir que este vírus continue a se espalhar, a causar danos e, pior de tudo, possivelmente continuar a criar variantes que serão resistentes à imunidade induzida pela vacina”, disse diretor do Centro de Educação de Vacinas do Hospital Infantil da Filadélfia, Paul Offit, à CNN. 

Quem paga o preço

Segundo a analista médica da CNN, Leana Wen, as pessoas que se vacinaram podem pagar pelas escolhas dos antivacinas. Isso porque, apesar de oferecer forte proteção contra o vírus, uma pessoa vacinada cercada por pessoas não vacinadas pode se contagiar, podendo adoecer ou transmitir a infecção para amigos e familiares.

“Quando as pessoas dizem ‘Não vou ser vacinado’, elas estão, na verdade, escolhendo colocar todo mundo em perigo e estão prolongando a pandemia”, disse Wen.

Fonte: IG SAÚDE

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