Momento Saúde

Reino Unido investirá R$ 3,1 bilhões em testes “rápidos e fáceis de usar”

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Objetivo do governo britânico é aumentar o número de testes rápidos realizados

Nesta quinta-feira (3), o governo do Reino Unido informou que pretende investir até 500 milhões de libras (cerca de R$ 3,1 bilhões) no desenvolvimento de novos testes para a identificação da Covid-19 . O objetivo é realizar testagens em massa com procedimentos rápidos e fáceis de usar.

Segundo informações da agência de notícias France Presse, o Ministério da Saúde britânico divulgou os valores do investimento em um comunicado que pretende levar o país ao “próximo nível” em sua política de detecção do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Para isso, a ideia é que sejam feitas testagens mais regulares e abrangentes, o que garantira a detecção precoce da doença e facilitaria o diagnósitoc e posterior tratamento, reduzindo as possibilidades de casos mais graves da Covid-19.

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“Ser capaz de expandir o diagnóstico em massa com novas tecnologias é um grande passo”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, em entrevista ao canal Sky News. Atualmente, o país realiza cerca de 300 mil testes por dia, valor que pretende aumentar com a inclusão dos procedimentos mais rápidos.

Ainda de acordo com a publicação, o ministro disse que os novos testes serão “rápidos, precisos e fáceis de usar” e serão uma importante arma do governo na busca pela retomada da “vida normal” após o período mais turbulento da pandemia da Covid-19 .

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Brasil adere a aliança para aceleração da vacina contra a covid-19

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O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa.

Segundo o governo, os países são convidados a participar do grupo e poderão se beneficiar, ao ter garantido o acesso ao fornecimento das vacinas disponibilizadas por meio da Covax Facility. Dessa forma, espera-se que o Brasil possa comprar imunizantes para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias.

A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível. Caberá à Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

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De acordo com Palácio do Planalto, a iniciativa não impede que o país realize acordos bilaterais com outras empresas biofarmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 que não estejam contempladas pela iniciativa global. Também não ficam impedidas iniciativas já realizadas pelo Brasil com as biofarmacêuticas que fazem parte da iniciativa global.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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