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Reuniões em casa já estão liberadas? Confira os cuidados necessários

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Reunir amigos ou familiares exige cuidados e distanciamento

Seis meses após o início das recomendações de distanciamento social no Brasil, muitas pessoas – assim como serviços e comércio da maioria das cidades – reavaliam a possibilidade de encontrar amigos próximos e familiares.

Considerando a pandemia da Covid-19, que ainda causa milhares de infecções todos os dias no Brasil, a médica infectologista Dania Abdel, do Hospital Albert Sabin, oferece algumas orientações para reduzir os riscos de contágio. 


Dê preferência às reuniões com pessoas que também estão isoladas 

De acordo com a profissional de saúde, a escolha do grupo com qual vamos nos reunir é o passo mais importante para um encontro seguro.

Abdel orienta que, se possível, o grupo seja formado por pessoas que já são do mesmo convívio e também estão isoladas. “Não adianta cumprir o isolamento e se encontrar com alguém que está saindo de casa para tudo”, explica. 

A médica também diz que, no contexto ideal, o exame tipo RT-PCR deve ser feito poucos dias antes do encontro. “Se a reunião será no sábado, por exemplo, o ideal seria a realização do exame na quinta-feira para que o resultado chegue antes do encontro”, diz.

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 Distanciamento é essencial 

Ao receber pessoas em casa ou ir para outro ambiente com um grupo, outra regra essencial de segurança é a manutenção do distanciamento. Apesar de concentradas no mesmo cômodo, as pessoas devem estar dispostas em uma distância de pelo menos um metro uma da outra, usando máscaras na maior parte do tempo.

“Claro que, se são pessoas que você convive o tempo todo, é possível que as pessoas fiquem sem máscaras. É importante, porém, evitar beijos, abraços e pessoas muito próximas”, diz a médica. 

Vai fazer refeições? Redobre os cuidados! 

Se o encontro for um almoço ou jantar em família, por exemplo, ou até mesmo um happy hour caseiro com amigos, a profissional alerta para o momento do consumo de bebidas e alimentos.

“Nesse momento, não há como ficar de máscara. Por isso é ainda mais importante estar atento ao distanciamento social”, defende. Dania Abdel também reforça que pratos, copos e talheres não devem ser compartilhados de maneira alguma. “São regras de higiene que já devemos ter em situações cotidianas, como evitar o uso de talheres compartilhados em uma travessa, por exemplo”. 

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Ambiente seguro

Por último, a profissional de saúde explica que tão importante quanto o contato direto entre as pessoas, é a ventilação do ambiente. Janelas abertas ou área externa e, sempre que possível, sem ar-condicionado, são as condições mais seguras para reunir pessoas nessas condições.

“O problema do ar-condicionado é que ele exige um ambiente fechado, no qual o ar não circula como deveria”, explica a médica. 

Pessoas do grupo de risco podem participar? 

De acordo com a profissional, a participação ou não de pessoas incluídas no grupo de risco para Covid-19 deve englobar também as pessoas que moram junto.

“Não faz sentido deixar de levar a criança, por exemplo, e depois ela ter contato com os pais que chegaram em casa”, exemplifica. Para ela, os cuidados são os mesmos para todos, destacando que “em caso de risco muito elevado, como pessoas muito idosas, imunossuprimidas ou crianças muito pequenas, o ideal seria que todos da casa evitassem encontros”. 

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil ultrapassa marca de 155 mil mortes causadas pela pandemia de Covid-19

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Foto: Andrii Vodolazhskyi/ Shutters

Covid-19

O Brasil ultrapassou, nesta quarta-feira (21), a marca de 155 mil mortes causadas pela pandemia de Covid-19 (Sars-Cov-2), chegando a 155.402. Só nas últimas 24 horas, foram registradas mais 565 mortes causadas pela doença. Os números foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

O número de casos confirmados chegou a 5.298.772 e, nas últimas 24 horas, foram mais 24.818 novas ocorrências da doença. Em relação a ontem, a média móvel desceu e ficou em 522.

A contagem de casos inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas. Ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 38.371 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 19.945 mortes, seguido por Ceará (9.227), Minas Gerais  (8.554) e Pernambuco (8.519).

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Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.073.261), Minas Gerais (340.502), Bahia (339.215), Rio de Janeiro (293.940) e o Ceará (266.316).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Fonte: IG SAÚDE

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