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Rio: 24 cidades estão sem mortes por covid-19 há duas semanas    

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Dos 92 municípios do estado do Rio, 24 estão há duas semanas sem registrar mortes por covid-19. O levantamento é de técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (30). A análise levou em consideração dados das semanas epidemiológicas 27 e 28, período de 4 a 17 de julho.

As cidades sem óbitos provocados pela doença são: Aperibé, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cambuci, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Duas Barras, Italva, Itaocara, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Paracambi, Paty do Alferes, Rio das Flores, Santa Maria Madalena, São José de Ubá, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe disse que é importante destacar que essa análise não pode ser feita com semanas tão próximas. “É preciso respeitar 15 dias, ao menos, para que as informações estejam mais consolidadas. O resultado é consequência da vacinação no estado do Rio de Janeiro, que já atingiu mais de 50% de toda população fluminense adulta com ao menos uma dose da vacina”, avaliou.

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A secretaria informou ainda que muitos casos são notificados após a data do óbito. Por essa razão, desde o início da pandemia, recomenda-se que a análise das informações seja feita pela data de ocorrência da morte; e não pela data de notificação ou confirmação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Casos de intoxicação por ivermectina nos EUA mais que dobram em menos de um ano

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Consumo de ivermectina preocupa especialistas
Isabela Silveira

Consumo de ivermectina preocupa especialistas

O uso indiscriminado da ivermectina , que não têm eficácia contra covid-19, tem chamado atenção das autoridades de saúde dos Estados Unidos. Enquanto o país observa uma alta no número de casos, o FDA (Food and Drug Admistration), já recebeu mais que o dobro de notificações de intoxicações graves causadas pela substância antiparasitária.

Segundo o Financial Times, até agora, a agência reguladora recebeu 49 notificações de intoxicação ou reações adversas graves relacionadas ao consumo em pessoas infectadas com o novo coronavírus. Durante todo o ano de 2020, foram 23 casos.

Se observados os números gerais, independentemente da covid-19, a estatística também aumentou. Em 2021, até este mês, foram 110 notificações, ante 99 em todo ano de 2020.

De acordo com o jornal norte-americano, o aumento na procura por esse medicamento pode ser relacionado com a promoção por analistas conservadores como um tratamento, embora o medicamento não seja aprovado para este fim.

Estudos preliminares chegaram a sugerir que ela poderia reduzir a mortalidade dos pacientes com covid-19, mas o FDA analisou que os dados atuais não sustentam a liberação da prescrição e não o aprovou. A Merck, que fabrica o medicamento, também afirmou que não há base científica para o uso a partir de estudos pré-clínicos.

A ivermectina pode ser usada por humanos em pequenas quantidades para o tratamento de vermes, parasitas e piolhos, mas é muito mais usada para tratar animais.

No Novo México, as autoridades investigam se a morte de duas pessoas com covid-19 estão relacionadas a uma eventual overdose. Desde dezembro, o estado registrou 26 overdoses em razão do medicamento. Nos meses anteriores, foram 11.

Doses muito altas da ivermectina podem causar alucinações, convulsões, tontura, distúrbios nervosos, formigamento e até mesmo levar o paciente ao coma, alertou a diretora do Centro de Informações e Medicamentos do Novo México, Susam Smolinske.

“Pare com isso”

Há alguns dias, o FDA foi às redes sociais apelar para que a população não utilize o medicamento. “Você não é um cavalo. Você não é uma vaca. Sério pessoal. Pare com isso”, dizia a postagem.

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Ao Financial Times, o pesquisador do Centro Johns Hopkins de Segurança e Saúde, Amesh Adalja, se mostrou preocupado com os dados. “Algumas pessoas estão recebendo prescrições oficiais de médicos e usando as doses humanas padrão, usadas para infecções parasitárias. Outras, obtendo a versão veterinária do medicamento e usando doses que não são calibradas, orientadas para humanos”, disse.

O jornal lembra ainda que a ivermectina foi politizada e promovida pelo ex-presidente Donald Trump, que também incentivou o uso da hidroxicloroquina – outra substância que não tem eficácia comprovada.

Fonte: IG SAÚDE

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