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Rio de Janeiro confirma quinto caso de varíola dos macacos

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A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou hoje (29) o quinto caso de varíola dos macacos (monkeypox) no estado. Segundo nota divulgada pela secretaria, três pacientes residem na cidade do Rio e um em Maricá (no Grande Rio). O quinto caso é de um residente de Londres que estava em viagem ao Rio quando foi confirmada a doença.
 
Há ainda quatro casos suspeitos da doença em investigação no estado, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.
 
Com o caso de hoje, já são 21 os pacientes confirmados com varíola dos macacos no Brasil, sendo 14 em São Paulo e dois no Rio Grande do Sul, além dos registrados no Rio.
 
De acordo com o Ministério da Saúde, outros 23 casos estão em investigação nos estados do Ceará, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Acre, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio, além do Distrito Federal.

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Monkeypox: Conass pede ao MS que declare emergência em saúde pública

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Sintomas da varíola dos macacos
OMS/Divulgação

Sintomas da varíola dos macacos

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) propôs na quarta-feira que o Ministério da Saúde declare a  varíola dos macacos (ou monkeypox) como uma emergência em saúde pública no Brasil. O pedido, feito por meio de um ofício, vem em meio ao aumento de casos da doença, que se alastra pelo país. Dados da pasta apontam que eram 2.458 casos confirmados e outros 3.251 suspeitos até a data, além de uma morte.

Os secretários de saúde se baseiam na decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que declarou a emergência em 24 de julho, e no fato de ainda não haver vacinas em território nacional. Além da entidade, os Estados Unidos já chancelaram a medida.

“Diante do exposto, propomos que a Monkeypox seja reconhecida como Emergência de Saúde Pública de Interesse Nacional”, diz o ofício.

Ao GLOBO, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, tergiversou ao ser perguntado sobre uma possível decisão da pasta e diz que não recebeu o pedido do Centro de Operações de Emergências (COE) da monkeypox.

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“Há uma área técnica que apoia o ministério nesse tipo de decisão. As decisões devem ser amparadas em dados epidemiológicos, capacidade do sistema de saúde e devidamente fundamentadas”, afirmou ao GLOBO o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

O decreto da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) permite a adoção “urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública”, como no caso da Covid-19. Estados têm poder e autonomia para declarar a Espin. Interlocutores avaliam à reportagem que a decisão é possível, mas que preferem aguardar a pasta.

A pasta anunciou que compraria 50 mil doses e que a previsão de chegada do primeiro lote, com 20 mil, é para o próximo mês. Há escassez de imunizantes no cenário mundial, o que leva à priorização, por exemplo, de grupos como profissionais de saúde.

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Fonte: IG SAÚDE

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