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RJ: ‘Sommelier’ de vacina não poderá escolher fabricante a partir de segunda

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RJ: 'Sommelier' de vacina não poderá escolher fabricante a partir de segunda
Reprodução: iG Minas Gerais

RJ: ‘Sommelier’ de vacina não poderá escolher fabricante a partir de segunda

A Prefeitura do Rio confirmou que a estratégia de permitir aos cariocas escolher a vacina contra a covid-19 que desejavam tomar, utilizada no sábado (25), durante a repescagem, não se repetirá na segunda-feira (27). A partir de amanhã, quem comparecer a um posto de vacinação para receber sua primeira dose será inoculado com o imunizante disponível no local.

O secretário de Saúde, Daniel Soranz, admite que pode haver uma correlação entre a escolha da vacina e o recorde de aplicações de ontem: ao todo, foram distribuídas 123.352 doses, sendo 53.306 primeiras doses, 57.734 segundas, e 12.312 doses únicas. Ele ressalta, no entanto, a segurança tanto da CoronaVac, como da Oxford/AstraZeneca: 

“Algumas pessoas, por fake news e inverdades sobre a vacina, têm interesse em escolher a vacina, embora todas sejam seguras. Esse foi o único sábado em que excepcionalmente isso pôde acontecer”, explica.

Mas Soranz também relaciona o alto comparecimento de sábado às medidas restritivas do chamado passaporte da vacina, que impede a entrada de pessoas não imunizadas em locais coletivos, como cinemas, museus e pontos turísticos.

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“O motivo pelo qual as pessoas estão procurando se vacinar atrasadas para a gente, da secretaria, não importa tanto. O que importa é que as pessoas venham se vacinar”, diz.

Já o prefeito Eduardo Paes (PSD) tem esperança de conseguir flexibilizar até mesmo o uso obrigatório de máscaras já em novembro:

“Tomara que consigamos sim implementar essas medidas, vai depender da secretaria de Saúde. Se puder ser no dia 14, que é o dia do meu aniversário, vai ser melhor ainda. Ontem (25), com a liberação para escolha da marca da vacina, batemos recorde de aplicações. Também é importante agora tratar um pouquinho daqueles que têm os seus delírios. Queremos salvar a vida de todos, inclusive dos que não acreditam na vacina.”


A intenção anunciada pelo alcaide de diminuir o intervalo de aplicação do imunizante Cominarty, fabricado pela Pfizer/BioNTech, para pessoas com mais de 40 anos, no entanto, depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde. Atualmente, a única faixa etária a receber as duas injeções com diferença de 21 dias é a acima dos 50 anos.

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Fonte: IG SAÚDE

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Caminhos da Reportagem vence 3º Prêmio NHR Brasil de Jornalismo

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O Caminhos da Reportagem, programa da TV Brasil, venceu a categoria especial – Doenças Tropicais Negligenciadas do 3º Prêmio NHR de Jornalismo com o episódio Leishmaniose, retrato do abandono, da repórter Ana Graziela Aguiar de Oliveira. A premiação reconhece reportagens produzidas na área de medicina tropical.

No ar há mais de 10 anos, o Caminhos da Reportagem é uma das produções jornalísticas mais premiadas não só da TV Brasil, como também da televisão brasileira. É com orgulho que a jornalista Ana Graziela recebe o prêmio, resultado de reportagem sobre uma doença acerca da qual não se fala muito.

“Nós cumprimos a nossa missão como uma televisão pública, como comunicação pública, e continuaremos trabalhando por mais conteúdos que levem às pessoas informação e serviço, para que elas possam aprender e se informar por meio da TV Brasil, e em especial, pelo Caminhos da Reportagem. Muito orgulho da nossa equipe, que é uma família. Muito orgulho por ganhar mais esse prêmio”, disse Ana Graziela.

Assista à íntegra do episódio

O programa

Contar grandes histórias, com uma visão diferente, instigante e completa. É essa a missão do Caminhos da Reportagem, um dos mais tradicionais programas jornalísticos da TV Brasil.

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Saúde, economia, comportamento, educação, meio ambiente, segurança, prestação de serviços, cultura e outros tantos temas são abordados de maneira única, levando conteúdo de interesse para a sociedade. Tudo isso com a diversidade regional em pauta e equipes em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O trabalho minucioso e bem executado é reconhecido no meio jornalístico. Nos últimos dez anos, o programa acumulou mais de 55 prêmios e 25 indicações em importantes premiações de excelência nacional e internacional tais como o Prêmio CICV de Cobertura Humanitária Internacional (Comitê Internacional da Cruz Vermelha), o Prêmio de Comunicação da CNBB, Prêmio Longevidade Bradesco Seguros, Prêmio Synapsis de Jornalismo e Prêmio TAL – Televisión America Latina, entre outros.

O prêmio

O prêmio recebeu 21 inscrições, em cinco categorias. Dentre elas, a nova categoria especial de Doenças Tropicais Negligenciadas, contemplando reportagens que abordaram a realidade de outras enfermidades, como doença de Chagas e a leishmaniose.

Desde 2018, o Prêmio NHR Brasil de Jornalismo busca reconhecer e estimular um olhar atento dos profissionais de comunicação para o tema da hanseníase em seus diversos aspectos, do desafio no controle da transmissão às dinâmicas sociais envolvidas.

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Linguagem jornalística, aspectos éticos e inovadores e a qualidade das informações de saúde foram analisadas pela comissão julgadora. Integraram a comissão o jornalista Miguel Macedo, professor do curso de Jornalismo do Centro Universitário 7 de Setembro, e a jornalista Yanna Guimarães, mestre em Comunicação de Ciência pela Universidade de Nova Lisboa.

Também integraram a comissão julgadora o infectologista Alberto Novaes Ramos Jr, coordenador do doutorado em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Ceará (UFC), a professora Sacha Nogueira, orientadora da Liga Acadêmica em Doenças Estigmatizantes (Lades/UFC), e Luiz Antônio Botelho Andrade, coordenador do Laboratório de Audiovisual Científico da Universidade Federal Fluminense (UFF).

A NHR Brasil é o escritório de representação da NLR (Netherlands Leprosy Relief), uma organização não-governamental (ONG) holandesa fundada em 1967 para combater a hanseníase em 14 países ao redor do mundo. A NLR trabalha por um mundo livre do sofrimento causado pela hanseníase e pela deficiência física através da promoção e apoio para a detecção precoce e tratamento integral, a prevenção das incapacidades e a reabilitação física.

Fonte: EBC Saúde

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