Momento Saúde

São Paulo não vai participar de pesquisa de vacina russa, afirma Doria

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Governo de SP

Doria afirma que Instituto Butantan está “totalmente focado” em vacina chinesa


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que o estado não participará das pesquisas da nova vacina russa, nomeada Sputnik V, que ganhou hoje certificação pelo Ministério da Saúde do país . O motivo, segundo ele, seria o “total empenho” na CoronaVac, da chinesa Sinovac Biotech.


O governo do estado de São Paulo disse que não deve participar da pesquisa ou da produção de uma vacina produzida pela Rússia , a primeira a ter um certificado de registro, anunciado nesta terça-feira (11).

“O Instituto Butantan foi procurado pelo governo russo para participar da produção de uma vacina contra o coronavírus desenvolvida no país. Contudo, o instituto já está totalmente empenhado na pesquisa da CoronaVac , da farmacêutica Sinovac Biotech”, afirmou em nota o governador

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“Por isso, não faria sentido participar de uma outra pesquisa com o mesmo objetivo e dividir seus esforços”, acrescentou.

A CoronaVac está na fase de teste clínico (ou seja, aplicação em humanos) em voluntários. Nove mil profissionais de saúde receberão as doses.

Vacina russa

Nesta terça-feira (11), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que o Ministério da Saúde deu certificação à vacina Sputnik V, que foi desenvolvida pelo Instituto Galameia de Moscou.

Os testes clínicos foram realizados em menos de dois meses, o que levantou suspeitas sobre a real eficácia da vacina . O laboratório também não apresentou os resultados laboratoriais da vacina.

Segundo Putin, a população poderá começar a ser vacinada no próximo mês.

Apesar de não ter procurado a Anvisa , o estado do Paraná sinalizou que pode fechar acordo com o país para a produção da vacina Sputnik V no Brasil. A notícia foi dada por Jorge Callado, presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Brasil terá maior fábrica de vacinas da América Latina

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A Fundação Oswaldo Cruz e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram hoje (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde vai ocupar uma área de 580 mil metros quadrados e terá capacidade de produção de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos por ano e será instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar cinco mil empregos diretos. O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando esta for aprovada.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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