Momento Saúde

Secretários pedem que Pazuello inclua vacina do Butantan em cronograma nacional

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João Doria e secretários durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes
Foto: Reprodução/Governo de SP

João Doria e secretários durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes

O Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) enviou uma carta ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e pediu que a pasta incorpore a CoronaVac  ao Programa Nacional de Imunização (PNI), do governo federal. A vacina contra a Covid-19 é feita pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

O Conass teme que por causa de ruído político, em meio ao antagonismo entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), a vacina chinesa não receba o apoio da pasta. 

Na carta, os secretários relatam uma reunião ocorrida ontem em que, “de acordo com as informações prestadas pelo Ministério da Saúde na reunião com o Conass, restou declarado que as estratégias já formalizadas pelo Ministério com a vacina AztraZeneca, e pela iniciativa Covax Facility, não devem disponibilizar a vacina à população brasileira antes de abril de 2021″.

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O Conass pondera, em seguida, que na mesma reunião a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que a vacina produzida pelo Instituto Butantan encontra-se finalizando a fase III até o início do mês de novembro. Ainda segundo o Conass, haverá em dezembro “a disponibilidade imediata de 46 milhões de doses, com mais 14 milhões de doses até fevereiro e, em 2021, mais 40 milhões até junho, totalizando possíveis 100 milhões de doses”.

“Desta feita, o Conass, cordialmente, solicita ao Ministério da Saúde a adoção das medidas necessárias e imediatas para incorporação ao PNI das vacinas para covid-19 produzidas pelo Instituto Butantan, em parceria com a empresa farmacêutica Sinovac Life Science, assim como a de quaisquer outras vacinas produzidas e testadas por outras indústrias, que possuam condições de eficácia, segurança e produção disponível para iniciar a vacinação da população brasileira no mês de janeiro de 2021, ou no menor espaço temporal possível”, diz a carta.

No documento, os secretários afirmam ainda que “o enfrentamento assertivo à pandemia de Covid-19, que já evoluiu com mais de 150 mil óbitos no Brasil, exige a máxima pressa e celeridade na aquisição e disponibilização de vacinas à nação”, diz o Conass.

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O Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o assunto. 

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Média móvel de óbitos por Covid-19 volta a subir no Brasil e chega a 548

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Covid-19 no mundoO ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 38.246 óbitos causados pela Covid-19
Foto: Pixabay/Fernando Zhiminaicela

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 38.246 óbitos causados pela Covid-19

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 661 mortes causadas pelo novo coronavírus  (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 154.837. A média móvel de óbitos por Covid-19 volta a subir no Brasil e chegu a 548.

Já o número de contaminações chegou aos 5.273.954 milhões. Desse total, 23.227 infectados só de ontem para hoje.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 38.246 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 19.836 mortes, seguido por Ceará (9.218), Pernambuco (8.505) e Minas Gerais (8.483).

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Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.068.962), Minas Gerais (338.107), Bahia (337.994), Rio de Janeiro (292.621) e o Ceará (266.289).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Desde o início da pandemia, mais de 40 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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