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Síndrome respiratória aguda aumenta em MG e gera alerta de Covid

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Leitos de UTI para tratamento contra o novo coronavírus em Guanhães%2C no Vale do Rio Doce (MG)
Gil Leonardi / Imprensa MG

Leitos de UTI para tratamento contra o novo coronavírus em Guanhães, no Vale do Rio Doce (MG)

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é um termo médico que vem sendo muito utilizado atualmente. A enfermidade que contempla sintomas como falta de ar e pressão persistente no toráx pode ser relacionada a várias doenças, incluindo a Covid-19 .

Em Minas Gerais , durante o sexto mês de pandemia , o “boom” de SRAG assusta a comunidade médica. Segundo o site Estado de Minas , na região Central de Minas, as internações provocadas pelas síndromes cresceram 898,6% nesta semana. Elas subiram a 23.249, ante 2.328 no mesmo mês de 2019.

Quando o foco é voltado para os óbitos, a gravidade torna-se mais real. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os óbitos tiveram elevação de 80%, ao alcançar 221 registros de 16 de março a 1º deste mês, frente a 121 verificados no mesmo período do ano passado.

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BH lidera os óbitos, com 3.040% de elevação das notificações, de 5 registros em 2019 para 152 neste ano. O aumento das ocorrências de SRAG é comum nesta época do ano e na transição das estações, mas, agora, trouxe um fenômeno inesperado do novo coronavírus , que turbinou os registros.

O presidente da Sociedade Mineira de Infectologia , Estevão Urbano, afirma que para ter certeza de qual doença justifica os óbitos por SRAG é necessário fazer um inquérito de cada caso. “É uma síndrome que qualquer pessoa que está com dificuldade respiratória, se não tem o diagnóstico definido, pode ser cadastrada com essa [denominação] mais genérica”, diz.

Já o infectologista Carlos Starling observa que, neste momento, a maioria das SRAGs, cerca de 70%, é resultado do coronavírus . “Um aumento nesta curva (das síndromes gripais agudas graves) pode significar também um aumento no número de casos de Covid. Por isso, devemos ficar atentos à flutuação desses valores”, afirma. 

Fonte: IG SAÚDE

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Maioria dos norte-americanos deve ser vacinada contra Covid-19 até julho

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Ainda não existe vacina contra a doença, mas há várias em testes de estágio avançado no país, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ainda não existe vacina contra a doença, mas há várias em testes de estágio avançado no país, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson

O chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, Robert Redfield, disse ao comitê do Senado do país que a maioria dos norte-americanos devem ser vacinados contra a Covid-1 9 até julho de 2021. A doença já matou mais de 200 mil pessoas nos EUA.

Redfield afirmou que acredita que haverá cerca de 700 milhões de doses de vacinas até o fim de março ou abril, o suficiente para 350 milhões de pessoas.

“Acho que vamos precisar de abril, maio, junho, vocês entendem, possivelmente julho, para que o público americano inteiro seja completamente vacinado”, disse ele ao Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado.

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Apesar de ainda não existir uma vacina oficial no país, há várias em testes de estágio avançado, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson. As empresas começaram a fabricar as vacinas contando com uma autorização regulatória rápida assim que for provado que funcionam.

Redfield disse que a Operação Warp Speed, grupo governamental que conta com autoridades dos departamentos da Saúde, dos Serviços Humanos e da Defesa, decidirá como alocar as vacinas nos EUA.

Fonte: IG SAÚDE

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