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Sintomas iniciais da Covid-19 podem dizer se caso será grave, diz estudo

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Pesquisa liderada por brasileiros aponta tendência de casos graves da Covid-19

Um estudo liderado por brasileiros e publicado na revista Nature, uma das mais importantes do mundo, apoonta uma relação entre reações “agressivas” do corpo à Covid-19 já nos primeiros dias de infecção e o desenvolvimento de formas mais graves da nova doença.

De acordo com os cientistas, existem “fatores inflamatórios” que podem indicar, desde o princípio, uma resposta exagerada do sistema imunológico . Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram exames de sangue de pacientes moderados e graves da Covid-19.

A pesquisa, então, apontou um excesso de substâncias do sistema imunológico, chamadas de citocina, poucos dias após o pico da doença em cada paciente. A descoberta indica a chamada ” tempestade imunológica “, que é um desequilíbrio no sistema de defesa do corpo.

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O momento e ocorrência da tempestade, que pode acontecer por volta do nono dia de infecção, pode apontar a tendência de recuperação ou piora do paciente, indicando o tratamento mais apropriado para evitar complicações da doença, diz o estudo.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Rússia inicia produção do 1º lote da vacina contra novo coronavírus

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frascos de vacina
Ministério da Saúde da Rússia

Produção do primeiro lote foi anunciada neste sábado

O ministro da Saúde da Rússia informou neste sábado (15) que o país já iniciou a produção do primeiro lote da  vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A imunização causou polêmica ao ser a primeira registrada no mundo , mesmo sem ter concluído todas as fases de teste. “A produção da vacina contra o novo coronavírus – Covid-19, desenvolvida pelo Centro Nacional Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, começou”, disse o ministro da Saúde, Mikhail Murashko, em nota oficial divulgada para as agências Tass e Interfax.

O registro da vacina batizada de Sputnik V ocorreu no dia 11 de agosto, mas foi recebido com cautela por cientistas em todo o mundo e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por conta da falta de transparência dos dados.

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Até agora, pouco se sabe dos resultados de maneira científica, apenas o que o governo russo divulgou através de sua comunicação oficial. Segundo as autoridades, a imunização não apresentou efeitos colaterais graves e gerou anticorpos.

Além do Centro Gamaleya, a vacina foi desenvolvida em parceria com o Ministério da Saúde e Ministério da Defesa e será produzida e distribuída pelas empresas Generium, R-Pharm e Binnopharm a partir de outubro – sempre conforme as informações oficiais.

Fonte: IG SAÚDE

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