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SP prevê 1,15 milhão de casos e 39 mil mortes por covid-19 até dia 15

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Até o dia 15 de outubro, o estado de São Paulo poderá ter de 1,10 milhão a 1,15 milhão de casos do novo coronavírus. A previsão foi divulgada hoje (2) pelo Centro de Contingência do Coronavírus, que estima que o estado pode ter entre 38 mil e 39 mil mortes por coronavírus até essa data.

Segundo balanço divulgado hoje, o estado tem 997.333 casos confirmados do novo coronavírus, com 35.956 mortes. O estado deve chegar a 1 milhão de casos confirmados neste sábado (3). Do total de casos diagnosticados, 857.393 pessoas estão recuperadas, sendo 109.051 delas após internação.

Há 3.610 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) de todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 4.704 pessoas internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de UTI está em 44% no estado e de 42,6% na Grande São Paulo, as taxas mais baixas desde o início da pandemia.

O Centro prevê ainda que, nesta semana – a 40ª Semana Epidemiológica – o estado deverá apresentar nova queda no número de casos e de mortes por coronavírus.

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Os dados desta semana dependem de balanço que será feito amanhã (3), mas já indicam uma queda de 6% no número de óbitos e de 20% no número de casos.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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“Situação obviamente não é técnica, tem componentes políticos”, diz Dimas Covas

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Dimas Covas%2C diretor do Instituto Butantan
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan

O diretor do Instituto Butantan , Dimas Covas , que lidera a produção da Coronavac pelo governo do estado de São Paulo em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech , avalia que houve um “componente político e ideológico” na decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de barrar as intenções de compra do Ministério da Saúde da vacina contra a Covid-19 .

“Houve alguma mudança de rota, claramente. Nós só fornecemos vacina para o ministério [da Saúde], não fornecemos vacina para nenhuma outra instituição. E todas as conversas, todas as negociações que já duram alguns meses, desembocaram no convite do ministro [da Saúde, Eduardo Pazuello] para celebrar o primeiro acordo. Foi o que aconteceu durante a semana”, afirmou em entrevista ao UOL .

“Acredito também que o próprio ministério [da Saúde], os técnicos do ministério que estavam negociando tiveram dificuldade para entender. É muito difícil, é uma situação que obviamente não é técnica, ela tem componentes políticos, componentes ideológicos por trás disso”, completou.

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Apesar do revés, o diretor disse que espera uma solução rápida para o impasse porque as primeiras doses não devem demorar muito para ficarem prontas. A previsão era a de que o início da vacinação da população já poderia ser em janeiro de 2021.

Nesta sexta-feira (23), o presidente da Câmara, Rodrigo Mai a (DEM-RJ), participou da entrevista realizada tradicionalmente no Palácio dos Bandeirantes para atualizar as informações do combate à Covid-19 no estado de São Paulo.

Para Covas, a atuação de Maia pode ser importante para tirar o caráter político da produção da vacina. “Obviamente que um entendimento nacional em relação à necessidade da vacina seria o mundo ideal. Tirar um pouco desta conotação de disputa política, que não ajuda muito. O nosso governador declarou que ele está absolutamente aberto ao diálogo”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

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