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SP tem leve aumento na média móvel de mortes por covid-19

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Apesar de uma diferença pequena, o estado de São Paulo voltou a apresentar, nesta semana, um ligeiro aumento na média móvel de mortes por covid-19. Nesta semana, que corresponde à 41ª Semana Epidemiológica (entre os dias 4 e 10 de outubro), o estado de São Paulo contabilizou 1.087 mortes provocadas pelo novo coronavírus, média móvel de 155 mortes por dia. A média móvel é calculada somando-se o total de novos casos registrados na semana e dividindo-os pelo número de dias da semana.

Isso interrompe duas semanas consecutivas de queda na média móvel de mortes. Na semana passada (40ª Semana Epidemiológica), entre os dias 27 de setembro e 3 de outubro, o estado computou 1.073 novas mortes por covid-19, com média móvel de 153 mortes por dia.

O estado vem apresentando média móvel abaixo de 200 mortes por dia há seis semanas consecutivas. A maior média móvel ocorreu na 29ª Semana Epidemiológica, entre os dias 12 e 18 de julho, quando o estado somou 278 mortes por dia.

Casos

Em relação ao número de casos, o estado voltou a apresentar queda. Nesta semana, foram contabilizados em São Paulo 31.387 novos casos de coronavírus, média móvel de 4.484 casos por dia. Na semana passada (40ª Semana Epidemiológica), o estado contabilizou 32.541 novos casos de coronavírus, média móvel diária de 4.649 casos

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Com isso, o estado paulista se aproxima ao que vinha registrando como média diária nas primeiras semanas de junho.

A maior média de casos registrada no estado ocorreu na 33ª Semana Epidemiológica, entre os dias 9 e 15 de agosto, quando o estado somou 10.828 casos por dia, mais do que o dobro do que foi registrado nesta semana.

Plano São Paulo

Ontem (9), o governo de São Paulo promoveu mais uma atualização no Plano São Paulo, plano de retomada econômica durante a pandemia do novo coronavírus. Nessa nova atualização, o governo promoveu seis regiões para a penúltima fase de abertura, a fase 4 – verde. Com isso, as regiões da Baixada Santista, da Região Metropolitana de São Paulo (incluindo a capital), de Campinas, de Taubaté, de Piracicaba e de Sorocaba vão permitir que os estabelecimentos comercias abram atendendo até 60% do público e com horário de funcionamento por 12 horas. A capital, por exemplo, permitiu também a reabertura de cinemas, museus, teatros e estabelecimentos culturais, que estavam fechados desde março.

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A fase verde permite também a reabertura de eventos com público em pé, mas limitados a 600 pessoas. Isso, no entanto, só vai acontecer quando a região permanecer por ao menos 28 dias nessa fase. Eventos que gerem aglomeração continuam proibidos nessa fase.

Na nova atualização do Plano São Paulo, apenas uma região regrediu de fase: Barretos, que estava na fase 3 – amarela e voltou para a fase 2 – laranja.

Balanço

Segundo balanço divulgado hoje (10) pela Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, o estado registrou, nas últimas 24 horas, 6.626 novos casos e 155 novas mortes por coronavírus. Com isso, o estado soma 1.028.190 casos confirmados do novo coronavírus, com 37.068 mortes.

Há 8.031 pessoas internadas em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 3.475 delas estão internadas em estado grave. As taxas de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) são de 43,1% no estado e de 42% na Grande São Paulo.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

“Situação obviamente não é técnica, tem componentes políticos”, diz Dimas Covas

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Dimas Covas%2C diretor do Instituto Butantan
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan

O diretor do Instituto Butantan , Dimas Covas , que lidera a produção da Coronavac pelo governo do estado de São Paulo em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech , avalia que houve um “componente político e ideológico” na decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de barrar as intenções de compra do Ministério da Saúde da vacina contra a Covid-19 .

“Houve alguma mudança de rota, claramente. Nós só fornecemos vacina para o ministério [da Saúde], não fornecemos vacina para nenhuma outra instituição. E todas as conversas, todas as negociações que já duram alguns meses, desembocaram no convite do ministro [da Saúde, Eduardo Pazuello] para celebrar o primeiro acordo. Foi o que aconteceu durante a semana”, afirmou em entrevista ao UOL .

“Acredito também que o próprio ministério [da Saúde], os técnicos do ministério que estavam negociando tiveram dificuldade para entender. É muito difícil, é uma situação que obviamente não é técnica, ela tem componentes políticos, componentes ideológicos por trás disso”, completou.

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Apesar do revés, o diretor disse que espera uma solução rápida para o impasse porque as primeiras doses não devem demorar muito para ficarem prontas. A previsão era a de que o início da vacinação da população já poderia ser em janeiro de 2021.

Nesta sexta-feira (23), o presidente da Câmara, Rodrigo Mai a (DEM-RJ), participou da entrevista realizada tradicionalmente no Palácio dos Bandeirantes para atualizar as informações do combate à Covid-19 no estado de São Paulo.

Para Covas, a atuação de Maia pode ser importante para tirar o caráter político da produção da vacina. “Obviamente que um entendimento nacional em relação à necessidade da vacina seria o mundo ideal. Tirar um pouco desta conotação de disputa política, que não ajuda muito. O nosso governador declarou que ele está absolutamente aberto ao diálogo”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

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