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Taxa de transmissão no Brasil cai e estabilização se aproxima

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Ricardo Moraes/Reuters/BBC

Pesquisadores pedem cautela diante de taxa de transmissão possivelmente decaindo


De acordo com novo relatório da Imperial College, o Brasil apresentou queda na taxa de transmissão da  Covid-19 e fechou abaixo de 1. O número calculado pelos cientistas é de 0,94 nesta semana.


O índice aponta para o número de pessoas que a pessoa contaminado é capaz de transmitir a doença causada pelo novo coronavírus . No entanto, se o indicador é menor que 1 há uma indicação de que a pandemia pode estar desacelerando.

Os pesquisadores da universidade britânica reforçam que, mesmo com a queda, ainda não é possível afirmar com certeza em qual ritmo a transmissão está operando neste momento. Na última semana, este número estava acima de 1.

A última vez que o Brasil registrou taxa de transmissão menor que 1 foi em abril, quando atingiu 0,98. Logo, o número mais recente é o menor registrado pelo País desde o início da pandemia .

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A universidade também pede que este número seja recebido com cuidado. Isto porque existe no momento uma variação de número de mortes e de casos de Covid-19 no Brasil. A nova notificação do Ministério da Saúde foi um dos causadores desta diferenciação.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Presidente da Anvisa crê em vacinação em massa contra Covid-19 no início de 2021

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Vacinação pode ocorrer no Brasil no início de 2021, diz Anvisa

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Antônio Barra, afirma que é possível que uma vacinação em massa para a Covid-19 aconteça ainda nos primeiros meses de 2021 no Brasil. Apesar do otimismo, Barra defende que o mais importante agora é “dar respostas seguras”.

Ao jornal Extra, o presidente da Anvisa ainda comentou que a pandemia da Covid-19 dificulta previsões po se tratar de uma situação nunca antes vista. “A humanidade nunca passou pelo que está passando agora”, disse, pontuando que outras epidemias como gripe espanhola e peste bubônica não se comparavam na abrangência e velocidade de transmissão.

“A OMS tem dito mais para frente um pouco. Não há um consenso. Pelo que eu tenho acompanhado dos protocolos que estão em desenvolvimento no Brasil e pelas informações que recebo das pessoas, vamos ter uma expectativa em relação aos primeiros meses de 2021. Agora, qual mês? Seria leviano tecer algum comentário, porque estaria gerando uma expectativa que pode não se concretizar”, reforçou Barra.

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Fonte: IG SAÚDE

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