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Telemedicina: como saber em quais situações é necessário procurar um médico

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Resolução de telemedicina permitirá que médicos brasileiros realizem consultas e cirurgias à distância
Divulgação/The University of Arizona

Resolução de telemedicina permitirá que médicos brasileiros realizem consultas e cirurgias à distância

Apesar do aumento dos recursos médicos muitos pacientes ainda negligenciam os cuidados e deixam doenças evoluírem desnecessariamente. Algumas causas são a falta de informação, de recursos financeiros e até a precariedade do sistema de saúde.

Segundo o médico de família Fillipe Loures, é importante estar atento aos detalhes do próprio corpo, as dores e incômodos , por mais sutis que sejam.

A dor crônica é um dos fatores que mais motivam a procura de um profissional da saúde. “Os mais diversos tipos de dores, como a dor lombar, de cabeça, de barriga, nas pernas, no tórax, são os responsáveis por gerar essa movimentação do indivíduo até uma assistência externa”, afirma Loures.

Sintomas como febre e inchaço podem ser facilmente aliviados com bolsas térmicas nas regiões afetadas, mas, na ausência de melhora, é necessária a procura de um médico. Casos mais graves que não podem esperar são aqueles que levam o paciente a perder alguma movimentação do corpo, alterações na fala e perda de estado de consciência (desmaios).

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Qual formato de assistência é ideal para cada caso

Atualmente existem diversos formatos de consultas médicas: pronto-atendimento, telemedicina e consulta agendada com um especialista . O primeiro serve para avaliar casos agudos, ou seja, sintomas que apareceram ou se agravaram recentemente.

O segundo é uma forma de o médico avaliar a prescrever medicamentos ao paciente sem a necessidade dele sair de casa. O terceiro é indicado para um cuidado programado.

“Esse contato pode ser para reavaliar um paciente após uma prescrição anterior, solicitar exames para doenças crônicas, renovar receitas de medicamentos, entre outras ações que, geralmente, não são voltadas para resolver um caso agudo”, diz Loures.

Mesmo sem sentir dores ou desconfortos. o médico reforça a importância de fazer exames regularmente . “As pessoas precisam passar por consultas regulares, mesmo que não estejam com nenhum desconforto. Isso é importante para que a equipe de saúde avalie os comportamentos do paciente e valide se tudo está caminhando bem”, afirma. “Este é o melhor caminho para manter uma vida longa e saudável”, conclui.

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Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Rio: 24 cidades estão sem mortes por covid-19 há duas semanas    

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Dos 92 municípios do estado do Rio, 24 estão há duas semanas sem registrar mortes por covid-19. O levantamento é de técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (30). A análise levou em consideração dados das semanas epidemiológicas 27 e 28, período de 4 a 17 de julho.

As cidades sem óbitos provocados pela doença são: Aperibé, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cambuci, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Duas Barras, Italva, Itaocara, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Paracambi, Paty do Alferes, Rio das Flores, Santa Maria Madalena, São José de Ubá, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe disse que é importante destacar que essa análise não pode ser feita com semanas tão próximas. “É preciso respeitar 15 dias, ao menos, para que as informações estejam mais consolidadas. O resultado é consequência da vacinação no estado do Rio de Janeiro, que já atingiu mais de 50% de toda população fluminense adulta com ao menos uma dose da vacina”, avaliou.

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A secretaria informou ainda que muitos casos são notificados após a data do óbito. Por essa razão, desde o início da pandemia, recomenda-se que a análise das informações seja feita pela data de ocorrência da morte; e não pela data de notificação ou confirmação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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