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Testes para Covid-19 já foram feitos por 13,3 milhões no Brasil, diz IBGE

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Uma pessoa tem amostra de sangue retirada como parte de um teste sorológico rápido para detectar anticorpos
Tiziana Fabi/Getty Images

População que fez testes equivale a 6,3% da população nacional

Uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que pelo 13,3 milhões de brasileiros já fizeram para a Covid-19 , doença causada pelo n ovo coronavírus (Sars-CoV-2). De acordo com o levantamento, 2,7 milhões desse total tiveram diagnóstico positivo para a doença, o que equivale a um percentual de 20,4%.

As informações são da Pnad-Covid (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio da Covid-19), que teve seus primeiros dados divulgados nesta quinta-feira (27) pelo instituto.

Até o mês de julho, a pesquisa aponta que os testes moleculares RT-PCR foram realizados por 4,7 milhões, sendo que 1,2 milhões (25,5%) deram positivo. Outros 6,4 milhões fizeram testes sorológicos. Nesse caso, os resultados positivos foram pouco mais de 1 milhão (15,9%). Uma fatia menor de 3,9 milhões fez o teste por meio da coleta de sangue na veia. Desses, 996 mil (24,6%) deram positivo.

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De todos os entrevistados, os do Distrito Federal foram os que mais responderam que fizeram testes, com 16,7% das respostas afirmativas. Em seguida vêm Amapá (11%), Piauí (10,5%), Goiás (7,9), Alagoas (7,7%) e Rio Grande do Norte (7,6%).

Na população, em julho, havia 47,2 milhões de pessoas com alguma das doenças crônicas pesquisadas, o que correspondia a 22,4% da população.

Foram elas Hipertensão (12,8%); asma, bronquite ou enfisema (5,7%); diabetes (5,3%); depressão (3%); doenças do coração (2,7%); câncer (1,1%). O percentual de pessoas com alguma das doenças crônicas que testou positivo foi de 1,6%.

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Brasil adere a aliança para aceleração da vacina contra a covid-19

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O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa.

Segundo o governo, os países são convidados a participar do grupo e poderão se beneficiar, ao ter garantido o acesso ao fornecimento das vacinas disponibilizadas por meio da Covax Facility. Dessa forma, espera-se que o Brasil possa comprar imunizantes para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias.

A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível. Caberá à Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

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De acordo com Palácio do Planalto, a iniciativa não impede que o país realize acordos bilaterais com outras empresas biofarmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 que não estejam contempladas pela iniciativa global. Também não ficam impedidas iniciativas já realizadas pelo Brasil com as biofarmacêuticas que fazem parte da iniciativa global.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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