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UFMG desenvolve teste de Covid-19 100% nacional em tempo recorde

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Profissional da saúde manuseando teste de Covid-19
Reprodução/Vektor

Profissional da saúde manuseando teste de Covid-19

Assim como a maioria dos setores, a importação de insumos para testes de laboratório foi afetada pela pandemia da Covid-19 . Para driblar a situação, o CT Vacinas, projeto ligado à Universidade Federal de Minas Gerais ( UFMG ), à Fiocruz Minas e ao Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec), desenvolveu um teste sorológico para a doença com materiais 100% brasileiros.

A tecnologia foi transferida ao Instituto Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ), e a expectativa dos pesquisadores mineiros é que o instituto carioca produza os testes em escala – o que ainda está em negociação.

Apesar de não ser um teste rápido , ele utiliza uma metodologia de coleta do material parecida com a testagem de farmácia, coletando o sangue do paciente por um furo no dedo. A especificidade e a sensibilidade ficam entre 95% a 100%, limitando chances de resultados imprecisos.

Todavia, assim como os testes rápidos, ele também detecta a presença de anticorpos contra o novo coronavírus (Sars-coV-2), apontando se a pessoa já foi infectada, o que é útil em casos em que o paciente tem sintomas há mais dias do que o indicado para realizar um teste molecular, por exemplo. A solução ainda precisa ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de começar a ser utilizada. 

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Embora o valor final do produto ainda não esteja definido, Ana Paula Fernandes, professora da Faculdade de Farmácia e pesquisadora do CT Vacinas, estima que ele será de duas a três vezes mais barato que similares disponíveis no mercado.

“Para desenvolver um teste com alta especificidade, leva-se de um ano a um ano e meio. Nós começamos o desenvolvimento em março, e hoje ele já está na caixa, pronto para produção em escala”, pontuou ela em entrevista ao O Tempo .

Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Covid-19: Brasil registra 863 óbitos e 32.058 novos casos em 24h

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O boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (29), revela que o Brasil registrou 4.777.522 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia.

Desse total, 2,9% dos casos resultaram em morte (142.921); 10,5% dos pacientes estão em tratamento (499.513); e 86,6% dos brasileiros que contraíram covid-19 estão recuperados (4.134.088).

Nas últimas 24 horas, foram registrados 863 óbitos e 32.058 novos casos confirmados. Os casos são menores aos domingos e segundas-feiras pelas limitações de alimentação da base de dados pelas equipes das secretarias de saúde. Já às terças-feiras, o número tem sido maior pelo envio dos dados acumulados do fim de semana.

As autoridades de saúde ainda investigam se outras 2.501 mortes foram provocadas por coronavírus.  

SP tem melhor terça-feira desde maio

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo contabilizou 266 mortes e 6.377 casos do novo coronavírus. Com isso, o estado soma, até este momento, 35.391 mortes e 979.519 casos confirmados, desde o início da pandemia.

Às terças-feiras, por causa de um represamento de dados que ocorre nos finais de semana, o balanço de casos e de mortes costuma ser sempre maior, batendo até recordes. Mas hoje (29) o balanço de mortes foi o menor já registrado para uma terça-feira desde o dia 26 de maio, quando foram registradas 203 mortes. Isso só foi interrompido no dia 8 de setembro, que se seguiu ao feriado prolongado de 7 de setembro, quando o registro foi de 53 mortes. Mas o balanço do dia 8 de setembro pode ter sido prejudicado com o represamento de dados ocorrido por causa do feriado. O dia que o estado de São Paulo mais registrou mortes em um único dia aconteceu em 13 de agosto, quando foram notificados 455 óbitos.

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Do total de casos diagnosticados, 847.418 pessoas estão recuperadas, sendo 107.415 após internação.

Há 9.076 pacientes internados em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 3.954 deles estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 44,4% em todo o estado e de 42,9% na Grande São Paulo.

Onde há mais casos de covid-19 no Brasil

*Casos acumulados desde o início da pandemia

São Paulo = 979.519

Bahia = 308.252

Minas Gerais = 292.291

Rio de Janeiro = 263.699

Ceará = 239.497

Onde há mais mortes por covid-19 no Brasil 

São Paulo = 35.391

Rio de Janeiro = 18.388

Ceará = 8.950

Pernambuco = 8.222

Minas Gerais = 7.259

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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