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Vacina Sputnik V tem seu pedido de uso emergencial enviado à Anvisa

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Vacina da Rússia envasada
Divulgação/Sputnik Vaccine

A eficácia da vacina Sputnik V é de 91,4%, segundo a Rússia.

A vacina Sputnik V , da Rússia, teve seu pedido de uso emergencial enviado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta sexta-feira (15). A informação é da CNN Brasil .

A solicitação foi feita pelo Fundo de Investimento da Rússia, que coordena o desenvolvimento do imunizante, e a União Química, farmacêutica responsável pela produção da vacina no Brasil.

O argumento é que a vacina está sendo usada em outros países e que teve uso aprovado. Diante desse cenário, segundo o fundo e a farmacêutica, não faria sentido a Anvisa recusar o uso emergencial.

Procurada pelo iG , a agência reguladora disse que, “para o pedido de uso emergencial, a vacina precisa estar em estudo de fase 3 no país”.

“As empresas que desenvolvem a Sputnik entraram com pedido de anuência de estudo no Brasil. O processo ainda está em andamento e a Anvisa aguarda complementação de informações para encerrar a análise”, diz nota enviada pelo órgão.

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Fonte: IG SAÚDE

Momento Saúde

Brasil tem maior alta de mortes por Covid-19 entre 10 líderes mundiais

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Brasil tem maior alta recente de mortes entre os 10 países com mais óbitos por Covid-19
Edmar Barros/Reprodução

Brasil tem maior alta recente de mortes entre os 10 países com mais óbitos por Covid-19

Em seu pior momento da pandemia , o Brasil se destaca entre os piores países no combate à Covid-19 neste momento. Na contramão do mundo, o país registrou alta de óbitos na última semana, diferentemente de 8 das outras 9 nações que compõem o top-10 global de mortes provocadas pela doença, de acordo com análise do jornal O Estado de S. Paulo com base em dados do site Our World in Data, projeto da Universidade de Oxford.

Na última sexta-feira (5), em comparação com o dado de 14 dias atrás, a média de mortes por Covid-19 subiu 30,5% no Brasil, passando de 1.037 óbitos diários em 18 de fevereiro para 1.353 na sexta. O único outro país do top-10 mundial a registrar alta foi a Índia (+8,9%).

Mesmo países que também enfrentam variantes mais transmissíveis viram as mortes caírem nos últimos dias. O Reino Unido , por exemplo, acumula queda de 49,4% no mesmo período que os óbitos cresceram 30,5% no Brasil. Nos EUA , a queda foi menor que a britânica no período, 8,7%. Espanha (-32,1%), Alemanha (-26,8%), México (-24,7%), França (-13%), Rússia (-9%) e Itália (-7,3%) também viram as mortes caírem. A média global de óbitos pela doença provocada pelo novo coronavírus recuou 9,7% entre a última sexta e 14 dias antes.

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Entre os dez países com mais mortes, o Brasil superou os Estados Unidos na quinta com a maior média de mortes por milhão de habitantes . Na última sexta, 15% de todos os casos e mortes do mundo – considerando a média móvel – eram brasileiros.

“Temos alta mobilidade da população, resistência ao cumprimento de medidas de distanciamento, variantes mais transmissíveis, sistema hospitalar perto do limite e má gestão e comunicação por parte do governo. Aí se formou a tempestade perfeita”, avalia Ricardo Parolin Schnekenberg, médico brasileiro doutorando em Oxford e colaborador do Imperial College London.

De acordo com os dados oficiais, até sábado (6), o Brasil contabilizava 264.325 mortes e quase 11 milhões de casos . Em 24 horas, foram registrados 1.555 óbitos e 69.609 diagnósticos.

Fonte: IG SAÚDE

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