Momento Saúde

Varíola dos macacos: ONU alerta para linguagem racista e homofóbica

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Vírus da 'varíola dos macacos'
Foto: Centro de Controle de Doenças/Divulgação – 20/05/2022

Vírus da ‘varíola dos macacos’

No último domingo (22), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) denunciou comentários e algumas coberturas jornalísticas sobre a varíola dos macacos com conotações homofóbicas e racistas que podem “minar rapidamente a luta contra a epidemia”.

Autoridades de saúde dos locais que detectaram casos e a própria Organização Mundial da Saúde confirmaram que há uma proporção significativa de pacientes homossexuais, bissexuais ou homens que fazem sexo com outros homens. 

Entretanto, o contágio da doença não se limita às relações sexuais, como especificou o UNAIDS – a varíola dos macacos é transmitida por contato com uma pessoa contaminada e “portanto, pode afetar a todos”.

“Esses estigmas e censuras minam a confiança e a capacidade de responder efetivamente uma epidemia como essa”, disse Matthew Kavanagh, vice-diretor do UNAIDS.

A agência da ONU, que se vale de uma longa experiência com AIDS, acredita que esse tipo de retórica pode minar os esforços baseados em ciência e fatos para combater a doença.

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Estes ataques racistas ou homofóbicos “criam um ciclo de medo que leva as pessoas a evitar as unidades de saúde, o que limita o alcance dos esforços para identificar casos de infeção”, sublinhou o responsável.

A varíola dos macacos é menos perigosa que a varíola, que foi erradicada há cerca de quarenta anos. Seus sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, linfonodos inchados, calafrios e fadiga. Erupções cutâneas (na face, palmas das mãos, solas dos pés), lesões, pústulas e, finalmente, crostas também aparecem.

Para esta varíola endêmica da África Ocidental, não há tratamento. Seus sintomas duram entre 14 e 21 dias, segundo a OMS, e curam por conta própria.

Vários países ocidentais, incluindo França, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Suécia ou Espanha, registaram casos desta doença.

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Fonte: IG SAÚDE

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Momento Saúde

Covid-19: Brasil registra 122 mortes e 45,5 mil casos em 24 horas

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O Brasil registrou, desde o início da pandemia de covid-19, 672.033 mortes pela doença, informa o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença está em 32.535.923.

Em 24 horas, foram registrados 45.501 casos. No mesmo período, foram confirmadas 122 mortes de vítimas do vírus.

Ainda segundo o boletim, 30.967.114 pessoas se recuperaram da doença e 896.776 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de Mato Grosso do Sul.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados pot causa da redução de equipes que alimentam os dados sobre a doença. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 04/07/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Estados

De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,74 milhões, seguido por Minas Gerais (3,65 milhões) e Paraná (2,63 milhões).

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O menor número de casos é registrado no Acre (127,1 mil). Em seguida, aparecem Amapá (161,8 mil) e Roraima (161,9 mil).

O estado de São Paulo é o que apresenta o maior número de mortes pela doença (171.072), seguido pelo Rio de Janeiro (74.183) e por Minas Gerais (62.197).

O Acre é o que registra o menor número de mortes (2.005), seguido por Amapá (2.141) e Roraima (2.153).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 450,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,4 milhões com a primeira dose e 157,7 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas e 95 milhões já receberam a dose de reforço.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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