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10 animações com remake em live action no Disney+

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Unsplash/Marques Kaspbrak

Disney+ tem diversos filmes live action

Com animações que se tornaram clássicas em todo o mundo, há alguns anos a Disney tem apostado em versões realistas de suas produções. Para você que quer matar a saudade dessas histórias ou até mesmo conhecê-las pela primeira vez, reunimos aqui 10 animações com remake em live action no Disney+ . Confira essa seleção e divirta-se!

Animações com remake em live action [Disney+]

1. Aladdin

Aladdin, animação de 1992 que se passa no Oriente Médio, ganhou uma versão live action em 2019. Seu enredo conta a história de um pobre rapaz, apaixonado pela princesa Jasmine, que ao se deparar com uma lâmpada mágica, conhece um gênio que pode realizar três dos seus desejos.

  • Direção: Guy Ritchie
  • Ano: 2019
  • Elenco: Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott

2. A Bela e a Fera

Inspirada em um conto de fadas, a animação A Bela e a Fera chegou a ser indicada ao Oscar de melhor filme. Seu remake de 2017 recria a história da inteligente e doce Bela, uma garota que se torna prisioneira de uma Fera, mas que aos poucos descobre sua verdadeira identidade.

  • Direção: Bill Condon
  • Ano: 2017
  • Elenco: Emma Watson e Dan Stevens

3. A Dama e o Vagabundo

Musical de 1955, A Dama e o Vagabundo ganhou uma sequência em 2001 e uma versão em live action em 2019. Em sua trama, acompanhamos uma cadelinha muito amada pelos donos, mas que se sente rejeitada com a chegada de um bebê. Isso, até ela encontrar conforto na companhia de um vira-lata durão e aventureiro.

  • Direção: Charlie Bean
  • Ano: 2019
  • Elenco: Tessa Thompson e Justin Theroux (vozes)

4. Dumbo

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Dumbo também está entre as animações com remake em live action no Disney+ . Originalmente de 1941, sua versão adaptada de 2019 reconta a história de um elefantinho de circo ridicularizado pelas suas enormes orelhas, mas que consegue voar.

  • Direção: Tim Burton
  • Ano: 2019
  • Elenco: Colin Farrell e Danny DeVito

5. Cinderela

Um dos grandes clássicos do estúdio, Cinderela foi lançado em 1950. Sua versão live action , no entanto, é de 2015, e mostra uma órfã criada com desprezo por sua madrasta e meia-irmãs, mas que conta com a ajuda de sua fada madrinha para mudar sua história.

  • Direção: Kenneth Branagh
  • Ano: 2015
  • Elenco: Lily James e Richard Madden

6. 101 dálmatas

Animação de 1961, 101 Dálmatas ganhou uma versão com cachorrinhos reais em 1996. No longa, quando um casal de dálmatas tem 99 filhotes, a vilanesca Cruella de Vil tenta sequestrá-los de seus donos para fazer o casaco dos seus sonhos.

  • Direção: Stephen Herek
  • Ano: 1996
  • Elenco: Glenn Close

7. O Rei Leão

Um dos maiores sucessos da Disney , O Rei Leão é de 1994 e seu remake em CGI de 2019. Sua história acompanha Simba , um leãozinho que foge de seu reino após a morte do pai, mas que, ajudado pelos seus amigos Timão e Pumba, volta para ocupar seu lugar.

  • Direção: Tim Burton
  • Ano: 2019
  • Elenco: Colin Farrell e Danny DeVito

8. Alice no País das Maravilhas

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Lançada em 1951, Alice no País das Maravilhas teve uma adaptação em 2010 e uma sequência em 2016. No filme, uma garotinha segue um coelho, cai em uma toca e vai parar em um mundo mágico, onde além de um chapeleiro maluco, há animais falantes e uma rainha tirana.

  • Direção: Tim Burton
  • Ano: 2010
  • Elenco: Mia Wasikowska e Johnny Depp

9. Mogli – O Menino Lobo

Baseada em um livro homônimo, Mogli – O Menino Lobo é uma animação de 1967. Seu live action, de 2016, conta a história de um garotinho criado por lobos, mas que ameaçado por um tigre, precisa abandonar sua matilha e partir em busca de uma aldeia de humanos.

  • Direção: Jon Favreau
  • Ano: 2016
  • Elenco: Neel Sethi e Scarlett Johansson

10. Malévola

De 2014, Malévola é um remake de A Bela Adormecida (animação de 1959), feito com adaptações e foco em outra personagem. Na trama, Malévola lança uma maldição sobre a bebê Aurora, mas quando ela cresce, ambas desenvolvem uma curiosa relação, que faz a vilã se abrir sobre seu passado.

  • Direção: Robert Stromberg
  • Ano: 2014
  • Elenco: Angelina Jolie e Elle Fanning

Vale ressaltar que Mulan , animação de 1998 de uma jovem chinesa que se veste de homem para lutar na guerra, também ganhou um live action em 2020. Seu filme, no entanto, apenas estará disponível na plataforma a partir de 04 de dezembro de 2020.

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Segurança digital: Câmara discute adesão à Convenção sobre o Cibercrime

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A Câmara instala Comissão Especial para tratar do tema
Redação 1Bilhão Educação Financeira

A Câmara instala Comissão Especial para tratar do tema


A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados promoveu audiência pública nesta segunda-feira (14) para avaliar a proposta de adesão do Brasil à  Convenção sobre o Cibercrime , também chamada de Convenção de Budapeste , em referência ao local de assinatura, em 2001.

A convenção recebeu até o momento a adesão de 66 países. Ela elenca tipos de ilícitos criminais relacionados a tecnologias da informação e fixa procedimentos para a cooperação internacional neste tema e procedimentos de acesso a provas e informações por um país fora de sua jurisdição.


O país foi convidado a assinar o tratado internacional. O governo federal iniciou o processo em 2019. Agora cabe ao Congresso Nacional avaliar a participação ou não do Brasil no tratado.

O chefe da Divisão de Combate ao Crime Transnacional (DCIT) do Ministério das Relações Exteriores, Eric do Val Lacerda Sogocio, declarou que o Itamaraty entende como momento adequado de aderir à convenção como forma de facilitar que órgãos de persecução penal tenham mais condições para obter informações e provas.

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“Também como parte da convenção, o Brasil passaria a receber o reconhecimento de que suas leis e políticas de combate ao  crime cibernético  são compatíveis com as normas internacionais, o que reforça a imagem de parceiro confiável. O país passaria a participar do protocolo sobre prova eletrônica, que atualiza a convenção e padrões para intercâmbios para esse tipo de informação”, explicou.

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A diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Silvia Amélia Fonseca de Oliveira, manifestou- se em sentido semelhante.

“A proposta repousa sobre adoção de legislação penal padronizada entre os países, o fortalecimento da cooperação internacional, a existência de medidas para o fortalecimento e capacitação e coordenação entre os países sobre o tema. No cenário internacional não há outro instrumento que trate de crime cibernético com a extensão da convenção”, defendeu.

A procuradora da República e coordenadora do Grupo de Apoio sobre Criminalidade Cibernética (GACC), Fernanda Teixeira Souza Domingos, também defendeu a participação do Brasil na convenção como forma de facilitar o combate à criminalidade diante de novos desafios.

“Os criminosos mais sofisticados passaram a usar serviços fora da jurisdição brasileira. Locais que sem ter vínculo com território nacional ficam inalcançáveis. A cooperação precisa ser rápida, sob risco de verem frustrados os esforços para combater a criminalidade, já que provas eletrônicas podem ser rapidamente eliminadas”, destacou.

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A coordenadora de Pesquisa da Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa, Daniela Eilberg, ponderou que a convenção pode estimular uma vigilância desnecessária e desproporcional ao facilitar determinadas formas de coleta de dados, o que pode trazer problemas pelo fato do Brasil ainda não ter uma legislação que assegure a proteção de dados na esfera criminal. Isso porque a Lei Geral de Proteção de Dados definiu como exceção a coleta e tratamento de dados por órgãos da segurança pública.

“O reforço em questão deve ser feito com dois movimentos: aprovação de regras de proteção de dados aplicadas à esfera criminal e transformação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados [ANPD] em órgão autônomo e independente para tornar sua atuação mais robusta. Avanços da adesão exigem o aprofundamento do debate sobre proteção de dados em práticas de investigação criminal, garantindo salvaguardas”, argumentou.

O relator da matéria, deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR), informou que já entregou seu parecer. “É urgente que participemos da convenção. Não dá para esperar mais”, disse o parlamentar. Ele lembrou que o Brasil tem três anos para responder ao convite e que já se passaram dois anos.

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