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58% dos brasileiros não assinam plataformas de streaming, diz pesquisa

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Plataformas de streaming não são tão populares no Brasil
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Plataformas de streaming não são tão populares no Brasil

Por mais que as “bolhas” nas redes sociais façam parecer que todos são assinantes de algum serviço de streaming, essa não é bem a realidade brasileira. O Instituto ReclameAQUI realizou uma pesquisa sobre as plataformas no Brasil, entre os dias 21 e 23 de julho. A sondagem, com 17.118 visitantes do site, revelou que 58,5% das pessoas não assinam nenhum streaming.

Entre o grupo de não assinantes, os motivos foram variados. A maior parte, 42,6%, não vê vantagem na assinatura dos serviços. O outro principal motivo que leva o consumidor a rejeitar tais serviços é o preço. Para 28,1%, assinar uma plataforma de streaming pesa no orçamento.

A pesquisa ainda descobriu que o grupo de não assinantes assiste a filmes e séries na televisão, sendo 35,7% na TV a cabo e outros 31,9% na televisão aberta. Para o instituto, o dado pode estar relacionado à crise, piorada pela pandemia de Covid-19, já que quem já tinha os canais fechados não vê vantagem em pagar também pelo serviço online.

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O cinema foi a escolha de 14,2% para assistir aos filmes. Já 18,1% admitiram fazer downloads ilegais. Outro resultado curioso é a quantidade de pessoas que responderam como não assinantes deram como motivo não conhecer as plataformas, sendo 29,3%.

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Há ainda os resultados daqueles que são assinantes de serviços de streaming, que totalizam 41,5% dos que responderam à pesquisa. Como era esperado, a Netflix, serviço mais antigo no país, é a campeã de clientes, com 37,2%. Ela é seguida justamente pela plataforma que chegou em seguida, o Amazon Prime Video, com 23,3%.

O Disney+, que chegou ao Brasil este ano, soma 12,5%. Mas, há outro percentual surpreendente. O HBO Max, lançado há cerca de um mês em terras tupiniquins, já está em quinto lugar geral, com 6,5% de respondentes assinantes. Ele fica atrás do nacional Globoplay, com 9,9%. Confira outros dados da pesquisa do ReclameAQUI:

Quais serviços assina? (Resposta múltipla)

  • Netflix – 37,2%
  • Amazon Prime – 23,3%
  • Disney+ – 12,5%
  • Globoplay – 9,9%
  • HBO Max – 6,5%
  • YouTube Premium – 3,6%
  • Apple TV+ – 1,6%
  • Paramount+ – 1,2%
  • Starz Play – 0,7%
  • Mubi – 0,3%
  • Outro – 3,2%

Quanto acha justo gastar por mês com esses serviços?

  • Até R$ 10 – 20,4%
  • De R$ 10 a R$ 25 – 48,4%
  • De R$ 25 a R$ 40 – 22,1%
  • Mais de R$ 40 – 9,1%
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Quanto tempo dedica para assistir filmes e séries em streaming?

  • Em mais de um momento do dia – 13,7%
  • Pelo menos 1 vez por dia – 31,8%
  • Pelo menos 3 vezes na semana – 13,9%
  • Pelo menos 4 vezes na semana – 13,9%
  • Somente fins de semana – 26,7%

Quantos filmes ou episódios de séries viu no último mês?

  • Mais de 40 – 14,6%
  • Entre 30 e 40 – 7,9%
  • Entre 20 e 30 – 11,9%
  • Entre 10 e 20 – 19,1%
  • Até 10 – 28,1%
  • Não sei dizer – 18,4%

O que você gosta mais ao assistir em streaming?

  • Praticidade de acesso a muitos filmes e séries – 46,5%
  • Poder assistir a qualquer momento programas diversos – 35,4%
  • Descobrir títulos que não conhecia – 10,1%
  • Assistir lançamentos que não iria ver no cinema – 8%

O que acha que poderia melhorar no serviço que você assina?

  • Catálogo e variedade de filmes e séries – 58,7%
  • Usabilidade da plataforma – 11%
  • Função de sugestão de títulos – 10%
  • Tempo de permanência do título no catálogo – 9,2%
  • Nada – 11,1%

Costuma ver filmes e séries de outras formas?

  • Sim – 60%
  • Não – 40%

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Governo publica decretos que abrem caminho para leilão do 5G; entenda

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5G é a nova geração de internet móvel
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5G é a nova geração de internet móvel

O governo federal irá publicar dois decretos nesta sexta-feira (17) que abrem caminho para o leilão do 5G. Os decretos atendem a exigências formuladas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e devem permitir a análise do edital pela Anatel. Os textos sairão em edição extra do Diario Oficial da União.

O primeiro diz respeito a implementação de uma rede privativa de comunicação na administração pública federal, um dos requisitos previstos no edital. O decreto permite que outras empresas, além da Telebrás, possam fazer essa implementação.

Já o segundo institui o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (Pais) e cria seu Comitê Gestor. O programa deve implementar uma rede de fibra óptica ao longo dos rios da Região Amazônica. O Comitê Gestor deve garantir a sustentabilidade da operação e disponbilizar a capacidade excedente para o setor privado.

Como mostrou O GLOBO, os dois decretos, além de um envio de informações do Ministério das Comunicações, eram os itens que faltavam para que o conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Moisés Queiroz Moreira,  devolvesse o processo para análise do conselho diretor da agência.

No início desta semana,  Moreira pediu vista do processo alegando que alguns pontos precisavam ser ajustados para dar segurança à decisão da Anatel. Com isso, a votação sobre o edital pode acontecer antes do dia 30, quando o conselho diretor já tem marcada uma reunião ordinária.

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