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Apple pode lançar iPad Pro com tela OLED para uso profissional em 2021

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Redação Olhar Digital

Apple pode lançar iPad Pro com tela OLED em 2021

A Apple pode estar preparando um novo iPad voltado para uso profissional em 2021. Dessa vez, a grande mudança implementada pela empresa de Cupertino estaria relacionada a presença de um novo display avançado com tecnologia OLED .

A notícia, divulgada pela mídia especializada da Coreia do Sul, dá conta de que o dispositivo poderia chegar as prateleiras no decorrer do primeiro semestre do ano que vem. Segundo as informações do TheElec, essa tela especial seria restrita apenas para os modelos da família iPad Pro.

Por coincidência, a Samsung Display, divisão da companhia voltada para o desenvolvimento e fabricação de telas, acabou de passar por mudanças significativas na sua linha de produção de painéis OLED. Essas alterações no processo de fabricação estariam ligadas ao aumento da demanda promovido pela Apple para estar preparada para o lançamento dos novos dispositivos.

Temido efeito burn in

Telas do tipo OLED, podem apresentar alguns problemas com o passar do tempo. Um deles é o temido efeito burn in, onde uma determinada imagem “fantasma” acaba retida na tela do dispositivo. Para evitar questões como as machas na tela e a perda de brilho, o display que será utilizado nos próximos tablets da Maçã estaria sendo fabricado dentro de uma câmara especial, sob padrões únicos de qualidade.

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Mercado aquecido

De acordo com o resultado de uma pesquisa feita pela Strategy Analytcs, o segmento dos tablets obteve um crescimento recorde de 33% até o terceiro quarto de 2020 se comparado com o mesmo período do ano passado. O resultado positivo no varejo foi impulsionado pelo aumento do trabalho remoto promovido pela pandemia da Covid-19.

A Apple apresentou um aumento na venda de iPads de 49% se comparado com o terceiro quarto de 2019. Traduzindo em números, a companhia vendeu mais de 15 milhões de unidades de dispositivos do seu portfólio de tablets no decorrer de 2020.

Vale ressaltar que ainda não foi divulgado qualquer sinal que indique uma data de lançamento oficial para os novos iPads com tela OLED. Como se trata de um produto em desenvolvimento, ainda existe a chance de a alta demanda por componentes gerar algumas mudanças no meio do caminho, o que pode atrasar a chegada do gadget as prateleiras do varejo.

Por fim, além do novo display, existe a expectativa de que a Apple também adicione a compatibilidade com a tecnologia 5G em toda a linha de iPads para 2021.

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Tinder e Bumble banem usuários que estavam na invasão ao Capitólio

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Unsplash/Kon Karampelas

Tinder exclui perfis de invasores do Capitólio

O Tinder e o Bumble estão banindo perfis de pessoas que participaram do ataque ao Capitólio , em Washington, EUA, no início de janeiro. De acordo com o Washington Post , as diversas imagens dos invasores, divulgadas na mídia, estão servindo para que as empresas por trás dos apps de relacionamento consigam derrubar perfis ligados à invasão, que resultou na morte de cinco pessoas.

No caso do Tinder, a situação é ainda mais aprofundada, considerando que o app é uma das muitas propriedades do Match Group, que também é dono de outros aplicativos do gênero, como Match.com, OKCupid, Hinge, Plenty of Fish e vários outros. Todos os apps estão excluindo perfis de usuários identificados no ataque ao Capitólio .

“Tenha a certeza de que nós proibimos qualquer conteúdo que promova o terrorismo e o ódio racial e que nós já removemos qualquer usuário que tenham, confirmadamente, participado no ataque ao Capitólio americano”, disse o Bumble em sua conta no Twitter.

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Já um porta-voz do Match Group, representando o Tinder , afirmou que “nós já banimos, e continuaremos banindo, qualquer usuário procurado pelo FBI por relação com terrorismo doméstico em todas as nossas marcas, e nós sempre vamos cooperar com as autoridades em suas investigações”.

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Política x Apps

O fato do Tinder e Bumble estarem banindo usuários por razões políticas não é algo exatamente novo. Em 2017, o OKCupid baniu um usuário autoproclamado neonazista e supremacista branco que participou da passeata “Unite the Right”, em Charlottesville, no estado da Virgínia. Na ocasião, uma mulher acabou morrendo.

Aliás, o público dos aplicativos de encontro também começaram a se movimentar em favor à medida. O Bumble, por exemplo, tem em suas configurações a capacidade de ajustar preferências de perfis por afiliação política.

Segundo tuítes de alguns usuários, algumas pessoas estão voluntariamente alterando seus perfis para “buscar conservadores” e possivelmente identificar outros perfis que estiveram no ataque. O Bumble informou que desativou o recurso por enquanto, a fim de evitar “mau uso”.

A vida sem matches em apps de relacionamento é mais uma medida adotada pelas empresas de tecnologia social contra os invasores do Capitólio, que conduziram o ato terrorista como forma de tentar reverter as eleições presidenciais em favor de Donald Trump . Ele, que fica no cargo até esta quarta-feira (20), foi derrotado em 3 de novembro pelo democrata Joe Biden .

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Desde então, vem afirmando – sem nenhuma prova ou evidência – que houve fraude no pleito. Insuflados pelas mensagens de Trump nas redes sociais , os invasores atacaram o edifício federal que, na ocasião, tinha congressistas conduzindo a cerimônia de reconhecimento da vitória de Biden.

Por causa disso, Trump acabou banido permanentemente da maior parte das redes sociais conhecidas, incluindo Pinterest, Facebook , Snapchat, Twitch , além de cortes notáveis no YouTube e Twitter . Mais além, a rede social Parler , amplamente usada pelo público conservador, acabou inacessível após a Apple e o Google removerem-na da AppStore/Play Store, bem como a Amazon Web Services cancelar seu contrato de hospedagem web.

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