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Black Friday: plataforma de streaming oferece assinatura por R$ 8,45

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Looke dá descontos durante a Black Friday
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Looke dá descontos durante a Black Friday

A plataforma de streaming brasileira Looke está dando 50% de desconto no valor da assinatura para novos usuários. A promoção faz parte da campanha de Black Friday e dura até o dia 29 de novembro.

A oferta é válida apenas para novos assinantes, que poderão pagar R$ 8,45 ao mês durante os três primeiros meses. Depois disso, a assinatura volta para o valor padrão, que é de R$ 16,90 ao mês.

Além da plataforma própria, os descontros também valem para os canais do Looke no NOW/Claro e no Amazon Prime Video Channels.

O Looke conta com filmes, shows, séries, documentários, cinema nacional e outros conteúdos em vídeo. Mensalmente, a plataforma atualiza seu catálogo com novos títulos.

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários racistas e homofóbicos

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube
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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube

A Justiça brasileira determinou que o Google deveria fornecer dados de usuários que fizeram comentários racistas, homofóbicos e de intolerância religiosa em um vídeo publicitário da empresa de alimentos saudáveis Liv Up no YouTube. A decisão, proferida pela 37ª Vara Cível de São Paulo, já foi cumprida.

A campanha é estrelada pelo humorista e digital influencer, “Esse Menino”, e pelo jogador da seleção masculina de vôlei, Douglas Souza, ambos LGBTQIA+. Os dois aparecem no vídeo usando maquiagem, unhas pintadas e acessórios. Além deles, fazem parte da publicidade, as também influencers Irina Cordeiro, que é uma mulher branca, e Tia Má, mulher negra.

O vídeo chama a atenção para alimentos “artificiais” e questiona os consumidores: “A vida é feita de escolhas. Que tal deixar a comida artificial para a loja de decoração?”.

Alguns usuários reagiram negativamente à publicação e usaram o espaço para fazer comentários preconceituosos. “Colocar um cara de batom e xuxinha? Isso ja passou dos limites. Agora é que eu não compro”, disse uma mulher. “Essas empresas modinha querem empurrar uma minoria goela abaixo como se fosse uma coisa normal”, afirmou um homem.

Em resposta, a Liv Up resolveu entrar com uma ação para conseguir identificar essas pessoas e responsabilizá-las pela atitude. A juiza responsável pelo caso, então, determinou que o Google deveria fornecer os dados socilitados sob pena de multa diária de R$ 5 mil. A dona do YouTube chegou a recorrer da decisão, mas o recurso não foi aceito.

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