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Bolsonaro quer alterar Marco Civil da Internet para incluir redes sociais

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Bolsonaro quer incluir redes sociais no Marco Civil da Internet
Victor Hugo Silva

Bolsonaro quer incluir redes sociais no Marco Civil da Internet

O presidente da república,  Jair Bolsonaro , anunciou que em breve deve publicar um decreto contendo algumas alterações nos termos do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014). O anúncio foi feito na última quarta-feira (5) durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Comunicação, evento para  discussão do 5G , que ocorreu no Palácio do Planalto.

Sem dar muitos detalhes, Bolsonaro declarou que as mudanças terão como objetivo a regulamentação de redes sociais, a fim de assegurar a “liberdade de comunicação na internet”. A proposta deve apresentar punições para empresas que cometam ações consideradas contrárias a esse conceito. 

O presidente alegou que ele e seus apoiadores são frequentemente cerceados pelas plataformas de redes sociais, que, frequentemente, marcam informações publicadas nos perfis de Bolsonaro e políticos de sua base aliada como informações falsas, por exemplo. 

Para mudar esse panorama, o presidente deseja mudar a lei sancionada por Dilma Rousseff em 2014 sem conversar com o Congresso Nacional. 

“Estamos na eminência de publicar um Decreto para regulamentar o Marco Civil da Internet, dando liberdade e punições para quem porventura não respeite isso. Estamos aqui vendo o quanto estamos precisando de liberdades”, disse o presidente durante seu discurso. 

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Guerra de narrativas

Para Bolsonaro, essa seria uma forma de deixar o Brasil livre para que sua população possa ter informações às quais ele classifica como “de verdade” e possa ter acesso às narrativas defendidas por ele e seus apoiadores por meio das mídias sociais sem que as plataformas tenham a prerrogativa de vetar postagens ou comentários ao considerá-los falsos. 

“As mídias sociais, têm um papel excepcional aqui no Brasil, inclusive na minha eleição”, declarou o presidente.

A última postagem de Bolsonaro que foi restrita pelo Facebook foi um vídeo publicado no último dia 26 de abril. Na publicação, o presidente comparava manchetes de veículos de imprensa de língua espanhola com jornais e portais brasileiros sobre seu discurso no Fórum Econômico Mundial de 2019. 

Na ocasião, Bolsonaro escreveu que: “Se você não lê jornal está sem informação, sê lê está desinformado”. O vídeo foi classificado como “notícia falsa” pela rede social. 

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Taxi aéreo para 40 passageiros pode ser o futuro do transporte público

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Startup americana  apresenta projeto de ônibus voador elétrico
Reprodução /Nova York Kelekona

Startup americana apresenta projeto de ônibus voador elétrico

No futuro, o transporte de passageiros e até mesmo de carga poderá ser feito com uso de um ônibus voador elétrico. Ao menos é isso o que promete a startup de Nova York Kelekona, que apresentou um projeto conceitual de um veículo do tipo com capacidade de ser um táxi aéreo para até 40 passageiros sentados.

Com design futurista – uma espécie de mistura de dirigível com disco voador -, o ônibus voador elétrico ainda está em estudos, mas seu criador, Braeden Kelekona, tem planos ousados para o ele. O empreendedor acredita que a aeronave terá papel importante no transporte público do futuro, oferecendo viagens longas e rápidas a preços mais baixos do que os oferecidos atualmente.

Para isso, é preciso que a aeronave aguente bastante tempo no ar, e a Kelekona diz que planeja capacidade similar à bateria do Tesla Model 3 em um modelo que roda a 3,6 megawatt hora – nível de energia suficiente para alimentar centenas de casas.

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A Kelekona não é a única empresa trabalhando em veículos do tipo. A Uber também planeja um serviço de táxi aéreo chamado Uber Elevate , previsto para ser lançado lá fora em 2023. Com capacidade de transportar quatro passageiros e um piloto, o projeto da Uber teria uma grande desvantagem em relação ao da Kelekona, que teria espaço para 10 vezes mais passageiros.

Táxi aéreo rápido como avião, barato como trem

Os planos ousados da Kelekona envolvem criar, no futuro, diversas rotas aéreas para seus veículos. O primeiro trajeto em estudo é entre Manhattan e os Hamptons – entre a cidade de Nova York e os subúrbios. Atualmente, empresas aéreas cobram US$ 85 para um voo de 30 minutos – a Kelekona faria o mesmo trajeto em tempo semelhante, mas com preço equivalente ao de uma passagem de trem.

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Vale ressaltar, no entanto, que tudo isso não passa de promessa, ao menos por enquanto. A Kelekona ainda não conseguiu construir um modelo próprio para testes, realizando estudos com simulação em computadores. Mas, se tudo der certo, a empresa planeja fazer o primeiro voo para carga em 2022 e iniciar em 2024 o transporte de passageiros humanos.

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