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CEOs do Facebook, Google, Apple e Amazon depõem hoje nos EUA; entenda

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Empresas que controlam os principais aplicativos depõem hoje


Os CEOs das maiores empresas de tecnologia depõem nesta quarta-feira (29) no Congresso dos Estados Unidos. Jeff Bezos, da Amazon , Tim Cook, da Apple , Sundar Pichai, do Google , e Mark Zuckerberg, do Facebook , devem prestar depoimento no painel antitruste do Comitê Judiciário da Câmara.


O objetivo do Congresso é investigar se essas empresas, que dominam o mercado de tecnologia, prejudicam ou eliminam rivais menores quando o assunto é concorrência. 

O painel antitruste , como o próprio nome diz, se opõe à formação de trustes – estrutura na qual as empresas que detêm a maior parte de um mercado se ajustam para manter esse controle. De acordo com o site Axios, as companhias Apple , Amazon , Alphabet (dona do Google ) e Facebook têm, juntas, US$5 trilhões de valor de mercado.

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O levantamento ainda revela que, nos últimos cinco anos, essas quatro empresas valorizaram expressivamente mais do que as outras do top 10 de maiores companhias de tecnologia.

“Dado o papel central que essas empresas desempenham na vida do povo americano, é fundamental que seus CEOs [executivos-chefes] estejam próximos. Como dissemos desde o início, seu testemunho é essencial para concluirmos essa investigação”, disse Jerrold Nadler, presidente do Comitê Judiciário da Câmara, ao site Cnet.

Como as empresas devem argumentar

A principal acusação sobre a Apple é que sua loja de aplicativos traz dificuldades para os desenvolvedores menores. À Reuters, a empresa disse que não controla a participação de mercado para aplicativos, e que sua loja é projetada para a segurança dos usuários. 

Ainda segundo a Reuters, Jeff Bezos deve falar sobre como a pandemia tem impulsionado o e-commerce de modo geral. Mark Zuckerberg, por sua vez, deve exaltar o sucesso “patriótico” da rede social , aproveitando o  mau momento do TikTok como argumento.

A audiência será realizada nesta quarta-feira, em Washington, às 13h (horário de Brasília). Haverá transmissão online ao vivo, e quem quiser acompanhar é só acessar o canal no YouTube do subcomitê da Câmara .

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Twitter censura? Entenda a “limpeza” de contas falsas feita pela rede social

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Um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira (14) é a hashtag #TwitterCensura. Nela, diversos usuários, sobretudo apoiadores do presidente Jair Bolsonaro , reclamam que suas contas tiveram uma diminuição no número de seguidores e acusam a rede social de censura .

Isto, porém, não é verdade. O que aconteceu foi uma espécie de limpeza de contas falsas que o Twitter realiza regularmente. À reportagem, a rede social confirmou que “regularmente solicita que contas com comportamentos suspeitos em todo o mundo confirmem detalhes como senha ou número de celular, comprovando que existe uma pessoa por trás delas”, a fim de “proteger a integridade e a legitimidade de conversas” no Twitter.

Esses comportamentos suspeitos podem ser “atividades em massa, agressivas ou enganosas que induzem os outros ao erro e/ou prejudicam sua experiência”, como envio de spam, engajamento não autêntico ou atividade coordenada.

Se uma conta tuíta um volume muito grande de respostas ou menções a contas que não a seguem, por exemplo, isso pode ser considerado um comportamento suspeito. Outros exemplos são a publicação de links enganosos ou o bloqueio por parte de outros usuários após eles terem sido mencionados por essa conta.

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Se um usuário passa a ter esse tipo de comportamento suspeito, o Twitter faz uma checagem antes de desabilitar a conta por completo. De acordo com a plataforma, até que essa etapa de confirmação seja cumprida, as contas ficam desabilitadas temporariamente , “com funcionalidades limitadas, e deixam de entrar no cálculo para contagem de seguidores”. Ou seja, se as contas forem, de fato, de pessoas que cumprirem a etapa de confirmação, elas voltam à funcionalidade e à contagem de seguidores nos perfis que acompanha.

Essas contas são de robôs?

Um comportamento suspeito não necessariamente significa que uma conta no Twitter é um robô , ou seja, é comandada por um software. “Na maioria dos casos, essas contas foram criadas por pessoas reais, mas não conseguimos confirmar que as pessoas que as abriram continuam acessando-as e controlando-as”, escreveu Vijaya Gadde, líder jurídica, de política, confiança e segurança do Twitter, em uma publicação no blog da rede social em 2018.

Na ocasião, o Twitter anunciou que passaria a não contabilizar como seguidores contas que passavam por esse processo de checagem. “Entendemos que isso pode ser difícil para alguns usuários, mas acreditamos que acuracidade e transparência fazem do Twitter uma plataforma mais confiável para servir à conversa pública”, escreveu ela.

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