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Claro TV+ é a nova aposta da operadora para concorrer com IPTV

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Claro reformula todos os seus pacotes de programação de TV
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Claro reformula todos os seus pacotes de programação de TV

A Claro reformulou seu portfólio de TV por assinatura, e agora deu mais ênfase aos serviços de IPTV. Todos os produtos foram rebatizados para a marca Claro TV+, que contempla agora a antiga TV por assinatura da NET, a Claro Box TV e o serviço de streaming Now. Entenda o que mudou e veja como ficaram os planos.

Novo nome, mesmos serviços, algumas novidades

Grande parte das atualizações da Claro estão relacionada ao nome. Todos os produtos de TV agora se chamam Claro TV+, mas com algumas variantes:

  • o Now agora se chama Claro TV+ App (incluindo o antigo pacote Top Streaming)
  • o Claro Box TV agora se chama Claro TV+ Box
  • a Claro NET TV, antigo serviço de TV a cabo, agora se chama Claro TV+ HD ou Claro TV+ 4k

O app do Now já recebeu atualização com o novo nome na App Store (iOS) e Google Play (Android). A disponibilidade para smart TVs continua limitada para modelos da LG com sistema web OS.

Uma boa novidade é que, agora, clientes de todo o Brasil podem contratar a Claro TV+ App ou Claro TV+ Box. Com isso, a operadora passa a competir de frente com o DirecTV Go, que vende o serviço de IPTV de forma avulsa: o plano da concorrente custa R$ 79,90 e possui menos canais ao vivo.

Anteriormente, o Claro Box TV era comercializado apenas na área de cobertura fixa da operadora, enquanto os canais via app eram vendidos apenas para usuários Claro com planos de banda larga fixa ou celular controle e pós-pago.

Claro dá mais espaço para IPTV

Com o novo portfólio, a Claro dá mais espaço para os serviços de IPTV. A operadora deixou de vender os pacotes mais simples de TV a cabo (Fácil HD e Mix HD), restando apenas o pacote Top, nas versões HD e 4K.

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Com isso, os serviços de streaming ganharam maior destaque: o serviço mais barato passa a ser a Claro TV+ App, com custo mensal de R$ 59,99, enquanto a Claro TV+ Box sai por R$ 89,99 mensais. Quem quiser a TV a cabo de verdade precisa arcar com mensalidades a partir de R$ 109,99 — com a mesma grade de canais dos pacotes mais baratos.

Com maior foco em serviços de IPTV, a Claro aproveita para economizar em tributos. O serviço de TV a cabo tradicional é onerado com ICMS, imposto com alíquota que pode ultrapassar a casa dos 30%, dependendo do estado. Com a plataforma via internet, a tele arca apenas com ISS, imposto municipal com teto máximo de 5%.

Como ficam os preços de TV na Claro

Assim ficaram os preços de TV e streaming da Claro:

Produto Acesso Preço mensal
Claro TV+ App Transmissão via app para até 2 dispositivos simultâneos Exige conexão à internet (de qualquer operadora) Disponível para todo o Brasil R$ 59,90
Claro TV+ Box TV Box com controle remoto por voz Exige conexão à internet (de qualquer operadora) Instalação feita pelo próprio usuário Transmissão via app para até 2 dispositivos simultâneos Disponível para todo o Brasil R$ 89,90
Claro TV+ HD TV a cabo convencional Dispensa conexão à internet Instalação feita por técnico da operadora Transmissão via app para até 2 dispositivos simultâneos Disponível apenas em cidades com rede fixa da Claro R$ 109,90
Claro TV+ 4K TV a cabo convencional Dispensa conexão à internet Instalação feita por técnico da operadora Inclui 1 ponto adicional HD TV a cabo convencional Disponível apenas em cidades com rede fixa da Claro R$ 129,90

A grade de canais lineares é a mesma em todos os produtos, e basicamente o que difere é o meio de acesso. Quem assinar produtos a partir da Claro TV+ Box também ganha um ano de Discovery+. O pacote Claro TV+ 4K inclui assinatura do Paramount+.

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A operadora também comercializa conteúdo adicional, como HBO, Telecine, Premiere, Conmebol, Starzplay, Combate etc. Os preços variam de acordo com cada pacote.

Claro TV+ Box agora tem Alexa e permite ponto extra

A Claro também divulgou que a TV+ Box terá compatibilidade com a Alexa. É possível acionar a assistente de voz da Amazon para mudar canais, buscar filmes e abrir aplicativos. Ainda não ficou claro se a novidade é restrita ao novo modelo de set-top-box (que é redondo) ou se clientes da antiga Claro Box TV poderão desfrutar da nova integração.

Outra novidade é que agora é possível ter até três equipamentos na Claro TV+ Box. A operadora permite incluir dois pontos adicionais na montagem do combo, e cada caixinha extra custa R$ 29,90 por mês.

No entanto, a taxa de instalação da Claro TV+ Box ainda é cara. Quem contratar o produto individual, ou seja, fora do combo, precisa pagar R$ 399 no primeiro mês — mesmo com o equipamento sendo mantido com regime de comodato. A cobrança fica extinta para quem combinar com banda larga, telefone fixo ou plano de celular.

Cadê a Claro TV via satélite?

Além da TV a cabo, a Claro também comercializava TV por assinatura via satélite. O produto era oferecido principalmente nas áreas onde a operadora não mantinha rede fixa, visto que a tecnologia DTH permite alcance nacional sem depender de conexão à internet.

No entanto, o site da Claro parou de exibir menções ao serviço de TV via satélite. A página de seleção de planos apenas mostra os pacotes Claro TV+ de categoria App, Box, HD e 4K, oferecidos via internet ou cabo coaxial.

Ao pesquisar os pacotes disponíveis em cidades sem rede fixa da tele, são exibidos apenas os planos App e Box, que exigem conexão prévia à internet.

O Tecnoblog procurou a Claro para entender se a operadora interrompeu a venda de planos Claro TV via satélite, mas não recebeu resposta até a publicação da matéria.

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WhatsApp será usado por Defesa Civil para enviar alertas de desastres

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WhatsApp receberá alertas de desastres
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp receberá alertas de desastres

O governo federal vai recorrer à tecnologia para tentar proteger vidas durante desastres. Em uma parceria anunciada nesta quarta-feira (29), o Ministério do Desenvolvimento Regional se juntou ao WhatsApp e à empresa de atendimento Robbu para criar um sistema de alertas de desastres por meio do mensageiro. A iniciativa estará disponível em todo o Brasil.

Daniel Ferreira, ministro do Desenvolvimento Regional, assinou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para dar continuidade ao desenvolvimento do projeto. A ferramenta deve estar disponível em no máximo 60 dias.

O cidadão precisará se cadastrar usando um número, link ou código. As demais etapas serão guiadas por um chatbot. Depois, o usuário poderá compartilhar sua localização ou fornecer outra de seu interesse.

Assim, ele receberá alertas para aquela região, dicas para se proteger e como sair do local caso haja um desastre. Até mesmo avisos de outros estados poderão ser enviados.

As informações serão fornecidas por municípios e estados, que ficam responsáveis por avaliar e transmitir os alertas de risco. A ideia é que situações como deslizamentos de terra, alagamentos e chuvas de granizo sejam avisadas aos moradores.

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Defesa Civil usa SMS, Google e Telegram

O WhatsApp é um dos apps mais utilizados e presentes nos smartphones dos brasileiros. Faz todo o sentido recorrer a ele para alertas.

Atualmente, a Defesa Civil envia este tipo de mensagem por outros meios. O órgão conta com a Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), que se conecta a vários canais.

Um deles é o SMS, presente há décadas nos celulares. Para se cadastrar, é preciso enviar uma mensagem com o CEP da sua residência (ou do local de seu interesse) para o número 40199.

O governo também conta com um  bot no Telegram para enviar os alertas. Basta compartilhar a localização para receber a situação atual e se cadastrar para anúncios futuros.

A parceria mais recente foi firmada com o Google, no começo de junho de 2022. Com ela, buscas com palavras-chave relacionadas a desastres retornam alertas da Defesa Civil. O Google Maps também passou a apresentar essas informações ao navegar por uma região afetada.

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Até mesmo as TVs por assinatura estão ligadas ao Idap. Desde 2019, elas podem transmitir alertas através de uma mensagem pop-up na tela.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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