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EUA desenvolvem sistema para ler mente de soldados; conheça

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Exército dos EUA poderá ter sistema que lê mentes

Após mostrar interesse em ter soldados ciborgues em campo de batalha até 2050, agora o Exército dos Estados Unidos pretende desenvolver um sistema de computação que decodifique sinais cerebrais dos soldados. O objetivo é ter uma comunicação silenciosa durante conflitos e ainda auxiliar o guerreiro em possíveis ações de ataque.

O soldado do futuro contará com muito mais do que armamento de alto desempenho, mas também com equipamentos e tecnologias estratégicas para vencer qualquer batalha.

Em busca deste foco, o órgão norte-americano já iniciou testes com macacos. Durante o experimento, os pesquisadores monitoraram os sinais cerebrais do animal enquanto ele tentava pegar uma bola repetida vezes. Esta etapa do processo ajuda os estudiosos a separar indicadores mentais de comportamento ou de movimento por meio de algoritmos e aritméticas.

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Para que esta tecnologia seja finalizada e possa ser colocada em prática, o Escritório de Pesquisa do Exército (ARO, na sigla em inglês) prometeu gastar US$ 6,25 milhões nos próximos cinco anos, segundo o site Futurism. Além das Forças Armadas dos EUA, também estão envolvidos no projeto pesquisadores da Califórnia, Nova York, Oxford, entre outros.

Objetivos com a tecnologia

A intenção é conseguir não só ler os sinais cerebrais dos homens em campo de batalha, mas também decodificá-los, segundo Hamid Krim, supervisor do ARO. Quando este objetivo for alcançado, o propósito é que um computador possa dar sugestões ao cérebro dos soldados, o que pode permitir ações corretivas ou mesmo movimentos que protejam a integridade física.

Outra vantagem do sistema seria avisar a equipe quando um dos companheiros estiver cansado mentalmente. Desta forma, o sistema pode sugerir uma pausa, garantindo a segurança não só do soldado, mas também de toda a missão.

Mas o grande foco de saber ler e interpretar estes sinais cerebrais é poder oferecer uma comunicação silenciosa em campo de batalha. O objetivo é que os homens das Forças Armadas possam conversar durante os conflitos apenas com a força do pensamento. Neste ponto, cabe destacar que a mesma tecnologia também poderia ser estendida ao cotidiano.

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“Para que você e eu estejamos no mercado dentro do teatro e temos que … discutir uma coisa que estamos enfrentando. Falei principalmente com meu laptop – seu laptop pode estar em seu bolso, pode ser seu celular ou não importa – e aquele laptop fala com … o laptop de seu colega de equipe”, explicou Krim como poderá ser a logística do recurso.

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Agronegócio precisa de inserção digital, diz ministra da Agropecuária; entenda

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Agência Brasil

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina , disse hoje (27) que o agronegócio deve estar inserido no contexto de rápida transformação digital. A afirmação foi feita durante um painel virtual do Fórum Econômico Mundial de Davos para tratar da inovação para transformar sistemas alimentares por meio da tecnologia.

Durante a sua participação, a ministra afirmou que a próxima década será marcada por “convergência digital e biológica”, principalmente, na agropecuária e citou como exemplo as tecnologias de edição genômica, técnica que permite fazer alterações no DNA de plantas e microrganismos para acelerar o melhoramento genético.

“A Inovação é imprescindível para adequar a agropecuária à realidade global e é o único vetor capaz de conciliar segurança alimentar e preservação ambiental”, disse a ministra.

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Tereza Cristina disse que a atuação do agronegócio brasileiro tem diretrizes claras, com cinco eixos: sustentabilidade, inovação aberta, biotecnologia, agregação de valor e agricultura digital. A ministra destacou que um dos desafios do setor é expandir a conectividade no espaço rural brasileiro, com foco principalmente nos cerca de 4,5 milhões de pequenos produtores.

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“Essa integração é que fará com que os jovens fiquem no campo, possam trabalhar, manter as suas famílias e não deixar a população tão envelhecida, que temos hoje, no meio rural e também ajudar e muito as mulheres que trabalham no campo” disse a ministra.

Na avaliação da ministra, o Brasil tem um setor do agronegócio “vibrante” com cerca de duas mil startups voltadas para o agronegócio. Ela destacou ainda que o país tem ampliado os investimentos nesta frente ao longo dos últimos anos.

“Os investimentos passaram de US$ 4 milhões em 2013 para mais de R$ 200 milhões em 2019. Temos mais de duas mil agritechs trabalhando em diversas áreas, como rastreabilidade, e diversas tecnologias para entregar produtos mais sustentáveis e seguros”, disse.

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