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Falha no Android permite que aplicativos roubem dados dos usuários

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Celulares Android podem ser hackeados

Uma vulnerabilidade de segurança no Android pode ter permitido que aplicativos maliciosos desviassem dados confidenciais de outros aplicativos presentes no mesmo dispositivo.

A startup de segurança Oversecured encontrou a falha na biblioteca Play Core, amplamente usada pelo Google , que permite aos desenvolvedores enviar atualizações dentro dos aplicativos e novos módulos de recursos para seus apps Android , como novos níveis de jogo ou pacotes de idiomas.

Um aplicativo malicioso no mesmo dispositivo pode explorar essa vulnerabilidade ao injetar módulos maliciosos em outros apps que dependem da biblioteca, assim conseguindo acessar dados sigilosos dos usuários, como senhas e números de cartões de crédito de dentro dos aplicativos.

O fundador da Oversecured, Sergey Toshin, afirmou ao TechCrunch que explorar a falha foi “muito fácil”. A startup construiu um aplicativo de prova de conceito usando algumas linhas de código e testou a vulnerabilidade no Google Chrome para Android , que dependia de uma versão vulnerável da biblioteca Play Core.

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Segundo Toshin, o app desenvolvido por sua empresa foi capaz de roubar o histórico de navegação, senhas e cookies de login das vítimas. Além disso, o bug também afetou alguns dos aplicativos mais populares da Google Play Store.

O Google reconheceu o bug, cuja avaliação em quesito de gravidade era de 8,8 (de um máximo de 10), e afirmou ter feito a correção do problema. “Agradecemos o fato de o pesquisador ter nos relatado esse problema e, como resultado, ele foi corrigido em março”, disse um porta-voz da empresa.

Para remover qualquer tipo de risco, Toshin sugere que os desenvolvedores de aplicativos devem atualizar seus apps com a versão mais recente da biblioteca Play Core.

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Twitter é acusado de racismo depois de algoritmo privilegiar pessoas brancas

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Twitter
Unsplash/Yucel Moran

Twitter é acusado de racismo por usuários

A ferramenta de corte automático de fotos no Twitter gerou polêmica nesse final de semana. Usuários da rede social começaram a fazer testes e perceberam que o algoritmo parece favorecer pessoas brancas a pessoas negras. 

A ferramenta de corte inteligente do Twitter foi lançada em 2018 e, na ocasião, a empresa disse que sua inteligência artificial foca nas partes “salientes” das imagens para realizar o corte. “Em geral, as pessoas tendem a prestar mais atenção a rostos, textos, animais, mas também a outros objetos e regiões de alto contraste”, definiu a rede social, sem entrar em muitos detalhes. 

Desde então, muitas pessoas têm tentado descobrir o que o algoritmo destaca. Neste final de semana, várias delas perceberam que pessoas brancas são favorecidas. Em testes, os usuários começaram a publicar imagens com homens brancos e homens negros. Independente da ordem em que eles estavam na imagem original, o corte sempre focava no rosto do homem branco. 

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Em alguns testes, os internautas colocaram uma imagem vertical com um homem branco, um espaço e um homem negro. Na seguinte, com a ordem trocada. Em ambos os casos, o corte privilegiou o homem branco. Outros exemplos foram além: uma imagem com 11 rostos negros e um branco foi publicada, e o corte focou no único homem branco. Veja alguns exemplos abaixo (as imagens completas podem ser vistas clicando sobre o corte).





O que diz o Twitter

O Twitter ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas alguns de seus funcionários comentaram o tema na própria rede social. O CDO do Twitter, Dantley Davis disse estar incomodado com o que os usuários descobriram. “Estou tão irritado com isso quanto todo mundo. No entanto, estou em posição de consertar isso e irei”, tuitou.

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“Isso é 100% nossa culpa. Ninguém deveria dizer o contrário. Agora, o próximo passo é corrigir isso”, disse em outra publicação. Dantley ainda afirmou que o caso está sendo investigado. 

Liz Kelley, da comunicação do Twitter , também se pronunciou na rede social . “Testamos o preconceito antes de enviar o modelo e não encontramos evidências de preconceito racial ou de gênero em nossos testes, mas está claro que temos mais análises para fazer. Abriremos o código do nosso trabalho para que outros possam revisar e replicar”, afirmou.

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