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Fortnite: Ariana Grande ganha personagem e faz show virtual; veja como assistir

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Ariana Grande no ‘Fortnite’: cantora ganhará skin e fará show no jogo
Arthur Henrique

Ariana Grande no ‘Fortnite’: cantora ganhará skin e fará show no jogo

‘Fortnite’ está fazendo, novamente, uma parceria de peso para acrescentar conteúdos ao game . Desta vez, o battle royale da Epic Games vai trazer um show gratuito da cantora pop Ariana Grande no evento “Turnê da Fenda”, que acontece entre 6 a 8 de agosto.

O anúncio foi feito no último domingo (1º) pela desenvolvedora e pela artista por meio das redes sociais . O evento, que segundo o comunicado é uma “jornada musical”, terá experiências que combinam singles de sucesso com momentos baseados em elementos icônicos do título. “Trabalhar com a equipe de ‘Fortnite’ para dar vida à minha música dentro do jogo foi muito divertido e uma honra. Mal posso esperar para me juntar aos fãs e ver todas as suas reações a uma viagem mágica e inesquecível para novas realidades”, afirmou a superestrela.

Ao todo, serão cinco apresentações, em três dias diferentes. A Epic Games recomenda que os jogadores tentem entrar no evento, pelo menos, uma hora antes do início, visto que a concorrência é grande e os servidores podem ficar instáveis. As datas, no horário de Brasília, são:

  • Sexta-feira, 6 de agosto, às 19h;
  • Sábado, 7 de agosto, às 15h;
  • Domingo, 8 de agosto, à 1h;
  • Domingo, 8 de agosto, às 11h;
  • Domingo, 8 de agosto, às 19h.

Lembrando que antes do show da Ariana Grande começar em ‘Fortnite’, o evento contará com uma playlist especial repleta de “experiências temáticas” do game , “combinando músicas famosas com elementos do jogo” – atualmente com a temática Alien. O “esquenta” deve estar disponível 30 minutos antes de cada apresentação. Confira o teaser do megaevento em vídeo abaixo:

Outros artistas de peso da indústria musical moderna, como o DJ Marshmello (em 2019) e o rapper Travis Scott (em 2020) já marcaram presença no battle royale com shows virtuais.

Sucesso da Epic Games, ‘Fortnite’ está disponível para download gratuito para PC, PlayStation 4 (PS4), PlayStation 5 (PS5) , Xbox One, Xbox Series X/S , Nintendo Switch, e em versão mobile para baixar em smartphones Android.

Ariana Grande também terá skin e outros itens em ‘Fortnite’

O show de Ariana Grande também trará novos itens cosméticos à loja do jogo e à Série Ícones – coleção de skins inspiradas em artistas e criadores. Serão lançados a skin “Traje Ariana Grande” e o Acessório para as Costas “Piggy Smallz”. Além disso, todos que participarem do evento receberão a peça comemorativa “Guarda-vento Fofinho”.

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Para adquirir os itens, os jogadores devem estar presentes no game durante o dia 4 de agosto, às 21h, no horário de Brasília.

Já os players do Clube Fortnite, o qual custa R$ 38 por mês, receberão três peças exclusivas a mais. Para resgatá-las, os assinantes precisam entrar no jogo no dia 5 de agosto, às 11h, a 9 de agosto, também às 11h, no mesmo horário, para ganhar:

  • Guarda-vento Arco-íris;
  • Tela de Carregamento Skye nas Alturas;
  • Estandarte temático da Turnê da Fenda.

Fonte: The Verge

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Movimentar 1 bitcoin gera mesmo lixo eletrônico que descarte de 2 iPhones

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Enquanto muito se fala sobre os impactos que a mineração de bitcoin (BTC) tem sobre o clima devido ao seu alto consumo de energia, um novo estudo trouxe outra perspectiva sobre o assunto: o lixo eletrônico gerado pela rede da criptomoeda. Isso porque movimentar um único bitcoin equivale ao descarte eletrônico de dois iPhones.

De acordo com uma nova análise realizada por economistas do banco central da Holanda em conjunto com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), o bitcoin e sua crescente atividade de mineração é um enorme incentivo à compra e descarte de eletrônicos. Segundo o estudo, uma única transação de bitcoin é responsável por gerar a mesma quantidade de lixo eletrônico que descartar dois iPhones 12 minis.

Mineração de bitcoin incentiva rotatividade de hardware

A enorme competitividade pelo processamento dos blocos de dados da rede do bitcoin acarreta em uma grande rotatividade de hardware. Os mineradores não podem ficar para trás de seus concorrentes e as máquinas responsáveis pela atividade devem sempre ser renovadas pelas mais potentes e de melhor custo-benefício do mercado.

Os aparelhos especializados em extrair bitcoin chamados ASICs são vendidos com o único propósito de executar os algoritmos que sustentam a rede da criptomoeda. Porém, além da competitividade do setor, os mineradores precisam colocar na balança a relação de gasto energético com lucro gerado pela máquina.

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Novamente, os mineradores se veem com a necessidade de constantemente substituir seus modelos nem tão antigos de ASICs por mais novos para otimizar o lucro da atividade. O resultado desse constante processo é a geração de muito lixo eletrônico.

ASICs são trocadas a cada 1,29 anos

“A vida útil dos dispositivos de mineração de bitcoin permanece limitada a apenas 1,29 anos”, escrevem os pesquisadores Alex de Vries e Christian Stoll no artigo intitulado “O crescente problema de lixo eletrônico do Bitcoin”, publicado na revista Resources, Conservation and Recycling.

“Como resultado, estimamos que toda a rede bitcoin atualmente descarta 30,7 quilotons métricos de equipamentos por ano. Esse número é comparável à quantidade de pequenos resíduos de aparelhos de TI e telecomunicações produzidos por um país como a Holanda”.

Conforme aponta o levantamento, somente em 2020 a rede bitcoin processou 112,5 milhões de transações, o que significa que cada movimentação individual “equivale a pelo menos 272 gramas de lixo eletrônico”, o mesmo peso de dois iPhone 12 minis.

Equipamento de mineração raramente é reutilizado

O motivo pelo qual o lixo eletrônico é um problema tão grande para a criptomoeda é que, ao contrário da maioria dos hardwares de computação, as ASICs não têm nenhum uso alternativo além da mineração de bitcoins e, se não puderem ser usadas ​​para extrair o ativo de forma lucrativa, não terão nenhum propósito futuro.

Os autores do artigo destacam que, teoricamente, ainda é possível que esses dispositivos recuperem a capacidade de operar lucrativamente caso o preço do bitcoin aumente repentinamente e com isso a renda gerada pela mineração também decole. “No entanto, existem vários fatores que geralmente impedem a extensão substancial da vida útil dos dispositivos de mineração”, acrescentam os pesquisadores.

Acontece que até mesmo armazenar hardware de mineração custa dinheiro, geralmente relacionado a aluguéis de grandes espaços como galpões e andares vazios de prédios. Além disso, quanto mais tempo as ASICs são armazenadas, se torna menos provável que voltem a ser lucrativas.

Como conclusão, o artigo sugere que o único jeito de tentar reduzir esse problema seria uma otimização da rede do bitcoin, que a beneficiaria em todos os aspectos sua sustentabilidade. Porém, a mineração teria que ser substituída em sua totalidade para um modelo baseado em “proof of stake”. A Ethereum, da criptomoeda ether (ETH), já está com sua migração planejada para daqui a alguns meses para esse mesmo mecanismo, uma atualização extremamente aguardada por todo o mercado e que trará inúmeros benefícios.

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