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Google Drive finalmente ganha atalhos para copiar e colar arquivos

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Google Drive ganha atalhos no teclado
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Google Drive ganha atalhos no teclado

O Google Drive é um dos melhores serviços de armazenamento na nuvem do mercado. A plataforma, porém, tinha um problema bem incômodo: não oferecia atalhos de teclado para copiar e colar arquivos na versão web. Felizmente, após anos de espera, o Google implementou a função nesta quinta-feira (26) – mas há uma restrição.

A mudança não é algo de outro mundo. Contudo, faz diferença no dia a dia: trata-se da possibilidade de usar os clássicos comandos Ctrl + C, Ctrl + X e Ctrl + V para copiar, recortar e colar arquivos na versão web. E, claro, usuários de Mac também podem usar os atalhos ⌘ + C, ⌘ + X e ⌘ + V no dia a dia.

“Isso economiza seu tempo ao permitir que você copie um ou mais arquivos e mova-os para novos locais no Drive e em várias guias com menos cliques”, anunciaram. Além disso, o Google afirmou que um link para o arquivo e seu título também será capturado ao fazer uma cópia. Isto permite que os arquivos sejam colados facilmente em um documento ou e-mail.

Google Drive ganha atalhos de teclado

Outros atalhos também estarão disponíveis aos usuários. É o caso da sequência Ctrl ou ⌘ + C e Ctrl ou ⌘ + Shift + V para criar atalhos. O Google Drive também vai permitir a abertura de arquivos ou pastas em uma nova guia usando Ctrl ou ⌘ + Enter. Mas os atalhos da versão web estão disponíveis apenas no Google Chrome.

Segundo o Google, a novidade estará disponível para assinantes do Google Workspace e de contas gratuitas. Para domínios que participam do ciclo de lançamentos rápidos, a liberação da atualização começou nesta quinta-feira. Já para o grupo de lançamentos agendados, o recurso chegará a partir de 1º de junho.

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WhatsApp será usado por Defesa Civil para enviar alertas de desastres

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WhatsApp receberá alertas de desastres
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp receberá alertas de desastres

O governo federal vai recorrer à tecnologia para tentar proteger vidas durante desastres. Em uma parceria anunciada nesta quarta-feira (29), o Ministério do Desenvolvimento Regional se juntou ao WhatsApp e à empresa de atendimento Robbu para criar um sistema de alertas de desastres por meio do mensageiro. A iniciativa estará disponível em todo o Brasil.

Daniel Ferreira, ministro do Desenvolvimento Regional, assinou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para dar continuidade ao desenvolvimento do projeto. A ferramenta deve estar disponível em no máximo 60 dias.

O cidadão precisará se cadastrar usando um número, link ou código. As demais etapas serão guiadas por um chatbot. Depois, o usuário poderá compartilhar sua localização ou fornecer outra de seu interesse.

Assim, ele receberá alertas para aquela região, dicas para se proteger e como sair do local caso haja um desastre. Até mesmo avisos de outros estados poderão ser enviados.

As informações serão fornecidas por municípios e estados, que ficam responsáveis por avaliar e transmitir os alertas de risco. A ideia é que situações como deslizamentos de terra, alagamentos e chuvas de granizo sejam avisadas aos moradores.

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Defesa Civil usa SMS, Google e Telegram

O WhatsApp é um dos apps mais utilizados e presentes nos smartphones dos brasileiros. Faz todo o sentido recorrer a ele para alertas.

Atualmente, a Defesa Civil envia este tipo de mensagem por outros meios. O órgão conta com a Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), que se conecta a vários canais.

Um deles é o SMS, presente há décadas nos celulares. Para se cadastrar, é preciso enviar uma mensagem com o CEP da sua residência (ou do local de seu interesse) para o número 40199.

O governo também conta com um  bot no Telegram para enviar os alertas. Basta compartilhar a localização para receber a situação atual e se cadastrar para anúncios futuros.

A parceria mais recente foi firmada com o Google, no começo de junho de 2022. Com ela, buscas com palavras-chave relacionadas a desastres retornam alertas da Defesa Civil. O Google Maps também passou a apresentar essas informações ao navegar por uma região afetada.

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Até mesmo as TVs por assinatura estão ligadas ao Idap. Desde 2019, elas podem transmitir alertas através de uma mensagem pop-up na tela.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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