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Google é obrigado a fornecer dados de usuários racistas e homofóbicos

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube
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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube

A Justiça brasileira determinou que o Google deveria fornecer dados de usuários que fizeram comentários racistas, homofóbicos e de intolerância religiosa em um vídeo publicitário da empresa de alimentos saudáveis Liv Up no YouTube. A decisão, proferida pela 37ª Vara Cível de São Paulo, já foi cumprida.

A campanha é estrelada pelo humorista e digital influencer, “Esse Menino”, e pelo jogador da seleção masculina de vôlei, Douglas Souza, ambos LGBTQIA+. Os dois aparecem no vídeo usando maquiagem, unhas pintadas e acessórios. Além deles, fazem parte da publicidade, as também influencers Irina Cordeiro, que é uma mulher branca, e Tia Má, mulher negra.

O vídeo chama a atenção para alimentos “artificiais” e questiona os consumidores: “A vida é feita de escolhas. Que tal deixar a comida artificial para a loja de decoração?”.

Alguns usuários reagiram negativamente à publicação e usaram o espaço para fazer comentários preconceituosos. “Colocar um cara de batom e xuxinha? Isso ja passou dos limites. Agora é que eu não compro”, disse uma mulher. “Essas empresas modinha querem empurrar uma minoria goela abaixo como se fosse uma coisa normal”, afirmou um homem.

Em resposta, a Liv Up resolveu entrar com uma ação para conseguir identificar essas pessoas e responsabilizá-las pela atitude. A juiza responsável pelo caso, então, determinou que o Google deveria fornecer os dados socilitados sob pena de multa diária de R$ 5 mil. A dona do YouTube chegou a recorrer da decisão, mas o recurso não foi aceito.

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Microsoft fala com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation

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Microsoft conversa com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation
Felipe Vinha

Microsoft conversa com Sony e planeja manter Call of Duty no PlayStation

Após a Sony expressar preocupação com a série Call of Duty , Phil Spencer, diretor da linha Xbox na Microsoft, comentou em seu Twitter que conversou com representantes da empresa a respeito e disse que planeja manter COD como um game multiplataforma nos consoles PlayStation. Vale lembrar que a Microsoft anunciou a compra da Activision Blizzard, produtora da marca, há poucos dias.

“Tive boas conversas nesta semana com líderes da Sony. Confirmei nossa intenção de honrar todos os acordos existentes após a aquisição da Activision Blizzard e nosso desejo de manter Call of Duty no PlayStation. A Sony é uma parte importante do nosso setor e valorizamos nosso relacionamento”, disse Spencer.

A declaração foi bem recebida por fãs na rede social, que elogiaram a liderança do executivo na hora de tomar decisões importantes e em não incitar a guerra de consoles, ao elogiar a concorrência direta da Sony.

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Sony demonstrou preocupação

Ao comentar pela primeira vez sobre a aquisição da Microsoft, representantes da Sony demonstraram preocupação especialmente com Call of Duty. “Esperamos que a Microsoft cumpra os acordos contratuais e continue a garantir que os jogos da Activision sejam multiplataforma”, disse a Sony ao The Wall Street Journal. Vale lembrar que Call of Duty já teve um acordo de “exclusividade” com o PlayStation para conteúdo extra, em 2015, durante cinco anos.

Call of Duty: Black Ops Cold War foi o segundo jogo mais jogado do PS5 ao longo de todo o ano de 2021, de acordo com a Sony, perdendo apenas para Fortnite , outro título multiplataforma. Call of Duty também ficou no topo dos jogos mais vendidos do ano nos Estados Unidos, nos últimos 12 meses.

Vale lembrar que a Microsoft pode ou não manter a exclusividade de alguns futuros jogos da Activision Blizzard, como fez com a Bethesda, que também comprou. O game Starfield , um dos mais aguardados de 2022, será exclusivo do Xbox por este motivo, por exemplo.

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