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iPhone 11 é o celular mais vendido do mundo no primeiro semestre de 2020

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iPhone 11
Divulgação/Apple

iPhone 11 é o smartphone mais vendido do primeiro semestre

Apesar da pandemia de Covid-19 , o ano tem sido positivo para a Apple . Isso porque, no primeiro semestre, o iPhone 11  foi o smartphone mais vendido no mundo todo. Foram 37,7 milhões de unidades comercializadas, segundo a Omdia, empresa de análises e pesquisas.

A empresa também liderou as vendas de smartphones no mesmo período do ano passado. Porém, o iPhone XR , que ficou com o título , teve 26,9 milhões de unidades vendidas. Isso pode ser uma indicação de que um modelo premium com um preço mais razoável pode atrair mais clientes. Enquanto o modelo atual tem preços a partir de US$ 699 (R$ 4.999 no Brasil), o antigo custava US$ 749 (R$ 5.199).

Considerando os próximos três colocados da lista, a soma das vendas não chega perto das do iPhone 11 . A segunda posição ficou com o Samsung Galaxy A51 , com 11,4 milhões de unidades vendidas. O Redmi Note 8  ficou em terceiro, com 11 milhões, e o Redmi Note 8 Pro teve 10,2 milhões de unidades e ficou na quarta posição. A quinta colocação ficou também com a Apple: o  iPhone SE , modelo mais barato da empresa , com 8,7 milhões de unidades vendidas.

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A primeira colocação com as vendas do iPhone 11 pode ser um bom sinal para a gigante de Cupertino, que está prestes a anunciar sua próxima linha de smartphones . Ainda não há muitas informações sobre os modelos, apenas que devem ser quatro.

Todos devem contar com suporte ao 5G e telas OLED, além do novo design com bordas quadradas. Os modelos mais básicos devem ter telas de 5,4 e 6,1 polegadas, enquanto as versões Pro vão apresentar telas de 6,1 e 6,7 polegadas.

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Nova tecnologia brasileira descobre o que você sente ao ver o que posta

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Unsplash/Prateek Katyal

Comentários em redes sociais podem indicar sentimentos dos usuários

Não é segredo para ninguém que todos os dados que fornecemos online são capazes de dizerem muito sobre cada um de nós. Agora, nossos comentários em redes sociais podem definir, inclusive, o que estamos sentindo. Uma solução pioneira no Brasil nesse sentido foi lançada pela Squid , empresa de marketing de influência, em parceria com a Got It , startup paranaense de programação neurológica.

A nova tecnologia é capaz de metrificar os sentimentos em comentários e legendas de redes sociais. A inteligência artificial processa automaticamente o textos e os emojis e, a partir disso, consegue dizer o que o usuário estava sentindo quando publicou o conteúdo. De acordo com o CIO da Squid, Fausto Matsuda, a taxa de acerto é de 93%

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O que permite a precisão é o fato de a inteligência artificial estar aliada a um sistema de programação neurolinguística . “A união das plataformas permite trazer uma solução exclusiva no mercado, que consiste em utilizar a programação neurolinguística associada à inteligência artificial na análise do texto. O resultado é um relatório da mensagem principal que nos diz se ela é positiva, neutra ou negativa”, explica Fausto. 

As máquinas sabem de tudo

A nova tecnologia dá mais um passo na direção de permitir que os software entendam as necessidades, gostos e, agora, sentimentos, de cada usuário. “Por meio da inteligência artificial, agora é possível ler e interpretar não só a necessidade de cada pessoa, mas seus sentimentos e emoções. Isso torna a tecnologia cada vez mais pessoal e humana. Com base em análises desse nível será possível aperfeiçoar a tecnologia a um nível cada vez mais sensível onde os computadores passam a entender nossos sentimentos”, define o CIO.

O CEO da Got It, Rodrigo Streithorst, explica que esse entendimento só é possível quando a máquina interpreta além dos textos. É por isso que a inteligência artificial analisa também os emojis utilizados na comunicação virtual, que dizem muito a respeito do sentimento dos usuários.

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O resultado do conhecimento é…marketing

Assim como todos os dados que fornecemos online , a metrificação dos sentimentos também serão usadas para fins publicitários. Inicialmente, o objetivo da Squid é saber o que o público sente diante de determinadas campanhas ou publicações de influenciadores. “Hoje em dia o engajamento se mede pelas emoções”, afirma Fausto.

Se hoje nossos cliques, observações, publicações, curtidas e demais rastros digitais já influenciam no tipo de anúncio que recebemos, amanhã as tecnologias agirão de forma ainda mais apurada, e o que sentimos vai ser levado em conta para o marketing digital .

“Para as marcas, é um termômetro para compreender o impacto da ação. Como em qualquer área, o marketing de influência deve ser baseado em dados a tecnologia permite ter uma compreensão mais aprofundada sobre as campanhas, fazendo com que elas sejam mais assertivas”, completa o CIO da Squid.

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