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iPhone dobrável pode ter tela que conserta os riscos enquanto carrega

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Olhar Digital

iPhone Apple
Unsplash/Medhat Dawoud

Apple tem patente de celular dobrável aprovada

O rumor de que a Apple vem trabalhando em um iPhone dobrável não é tão recente. Mas, na quinta-feira (1), o Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO, na sigla em inglês) concedeu à empresa uma nova patente de um dispositivo com tela flexível. A principal característica, porém, é que ela seria feita com camada de material que pode se ‘autocurar’.

A ideia remete a um dispositivo cuja tela poderia se curar de pequenos riscos e amassados causados pelo uso tradicional. A patente descreve uma camada de elastômero na região flexível. O material, em si, possui propriedades “elásticas” como de uma borracha. Para funcionar, o processo precisa ainda de algum estímulo externo: calor, luz, corrente elétrica.

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Na patente divulgada pelo site Patently Apple, é descrito que o dispositivo pode ter uma dobradiça para permitir que ele seja flexionado em um eixo. Essa camada de elastômero seria parte da cobertura da tela que ajudaria a torná-la flexível e segura, e estaria entre outras duas camadas mais rígidas. Desta forma, a tela inteira não precisaria ser coberta pelo material, que poderia ser aplicado apenas na região onde há a dobradiça.

Processo de “autocura”

O processo de “autocura” aconteceria automaticamente, sem precisar de um estímulo do usuário. Mas, da mesma forma, agentes externos também poderiam aplicar o estímulo necessário para que os riscos e amassados sejam minimizados na região do material. A camada pode ainda contar com condutores transparentes que geram calor para estimular o processo, diz a patente, quando o dispositivo estiver sendo carregado.

Sobre o dispositivo que receberia a tecnologia, em si, ele pode variar entre o iPhone , iPad ou MacBook . A patente foi enviada ao USPTO em janeiro, mas concedida nesta semana à Apple . Considerando que a empresa ainda não se pronunciou quanto ao lançamento de um dispositivo flexível, é de se esperar que ela esteja correndo com o desenvolvimento.

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Analistas citam, porém, que um produto do tipo da empresa só seja lançado em 2021. Enquanto isso, a Samsung lançou no mercado o novo Galaxy Z Fold 2 que tem agradado o público por corrigir erros da primeira geração. Além dele, há o Galaxy Z Flip com formato mais retangular.

O registro de patente, é importante citar, não garante que um dispositivo com a tecnologia seja lançado, de fato. Assim como acontece com outras empresas, a patente é registrada para proteger a propriedade intelectual.

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Brasileiro de 14 anos recebe R$ 130 mil como recompensa após ajudar Facebook

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O brasileiro Andres Alonso Bie Perez
Foto: Arquivo Pessoal

O brasileiro Andres Alonso Bie Perez

O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez, de apenas 14 anos, recebeu um prêmio de US$ 25 mil (cerca de R$ 130 mil) do Facebook após ajudar a descobrir uma falha de segurança no Instagram e comunicar o problema à equipe de segurança da empresa.

O Facebook, como muitas outras companhias, possui um programa de “bug bounty” para premiar e recompensar informações sobre vulnerabilidades em seus serviços.

Andres, que ficou sabendo da oportunidade assistindo a vídeos no YouTube, esperava receber no máximo US$ 1 mil pelo que tinha encontrado. “Eu estava de boa e recebi a notificação do Facebook e o valor. Eu não esperava um valor tão alto”, contou Andres ao blog do Altieres Rohr.

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“O pesquisador relatou um problema que poderia permitir o envio de um código malicioso por meio de um filtro Spark AR que poderia ceder acesso à conta do Instagram de uma pessoa por meio do cliente da web da plataforma. Graças ao relatório, corrigimos a falha e não encontramos evidências de abuso”, disse a rede social ao blog.

A falha foi descoberta porque Andres queria criar um aplicativo para replicar  filtros de imagem do Instagram que só estão disponíveis no computador. Quando analisou o método utilizado para criar esses filtros, ele percebeu que os links podiam ser manipulados para incluir qualquer código na página do Instagram.

De acordo com a regra da empresa, sites não podem permitir que outras pessoas controlem o código carregado na página – o que caracteriza uma vulnerabilidade.

“Eu estava fazendo um aplicativo que precisa integrar com os filtros do Instagram e precisava saber como ele criava os links dos filtros. Para isso eu tive que estudar o aplicativo e vi que tinha a possibilidade de ser [uma falha]. Eu testei e deu certo”, explicou o brasileiro ao blog.

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Quem decide o valor pago pelas falhas relatadas a esses programas de “bug bounty” é sempre a empresa. No caso do Facebook, o pagamento médio é de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 8 mil).

Fonte: blog do Altieres Rohr

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