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iPhone poderá ser rastreado até se for resetado em roubo; saiba como

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iPhones terão rastreamento melhorado
Divulgação/Apple

iPhones terão rastreamento melhorado

Com a chegada do iOS 15 , a Apple vai começar a permitir que iPhones sejam rastreados mesmo após serem desligados ou resetados, procedimentos bastante comuns em roubos.

A nova versão do sistema operacional deve ser liberada para os usuários de smartphones da marca (a partir do iPhone 6s ) entre setembro e outubro deste ano.

A novidade está no aplicativo Find My (em português, “Buscar”), usado para rastrear iPhones . O app usa a transmissão Bluetooth de outros dispositivos iOS próximos para determinar onde está um deles.

O que há de novo é uma nova opção que permite que isso seja feito mesmo com o iPhone desligado ou resetado. A ferramenta precisa ser habilitada no próprio aplicativo Find My, onde também pode ser desativada.

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Motociata serviu para recolher dados de 500 mil manifestantes, revela empresário

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Motociata pró-Bolsonaro
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Motociata pró-Bolsonaro


O empresário bolsonarista Jackson Vilar da Silva contou que a “ motociata ” realizada no último sábado (12) em favor de Jair Bolsonaro serviu para criar um grande banco de dados com as informações dos apoiadores do presidente. Os registros de 500 mil pessoas foram coletados para, supostamente, garantir a segurança do lugar. 

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Vilar afirmou que, na verdade, trata-se da construção de uma rede digital bolsonarista para viabilizar novos atos em favor do presidente.


A orientação da coleta de dados teria vindo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ao menos 1,8 mil nomes teriam sido entregues ao governo para que fossem selecionadas as pessoas que integrariam o pelotão de Bolsonaro no passeio de moto. 

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Eles exigiram nome completo, CPF , número de celular, data de nascimento, e-mail, nome da mãe, modelo da moto e placa. Vilar nega interesse em usar os dados comercialmente. “Não posso nem fazer isso. E aquelas pessoas não são do ramo que eu atuo. Só atuo com ônibus, transporte rodoviário e de cargas”, disse ao jornal.

O GSI informou que “não se manifesta sobre protocolos de segurança e outras ações”.

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