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McDonald’s sofre ataque hacker; dados de clientes foram roubados

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Hackers roubam dados do McDonald's
Unsplash/Markus Spiske

Hackers roubam dados do McDonald’s

A rede de fast food McDonald’s sofreu um ataque hacker , de acordo com comunicado da própria empresa divulgado nesta sexta-feira (11). Dados dos sistemas nos Estados Unidos, Coreia do Sul e Taiwan foram roubados, em mais uma ofensiva de criminosos contra companhias globais. Entre as informações violadas estão endereços para entregas, emails e telefones de clientes.

Nas últimas semanas o frigorífico JBS e a empresa de oleoduto americana Colonial Pipeline foram alvo de ataques hackers. Mas, diferentemente do que ocorreu com essas companhias, que pagaram resgates para que suas operações pudessem voltar a funcionar, o dia a dia das unidades do McDonald’s não foi afetado.

De acordo com a rede, foi percebida uma atividade não autorizada em seu sistema interno de segurança, o que a levou a contratar uma consultoria para investigar o caso. Os investigadores identificaram que houve violação de dados em três países.

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Nos Estados Unidos, as informações roubadas contemplam contatos de empregados, de franquias e de negócios, como capacidade de atendimento das lanchonetes.

Na Coreia do Sul e em Taiwan, houve violação de dados de clientes , incluindo endereços, e-mails e telefones. Mas não houve acesso a dados de pagamento.

Há suspeitas de que os criminosos tenham acessado os sistemas de Rússia e África do Sul, mas a empresa ainda não tem a confirmação dos ataques a esses países.

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Motociata serviu para recolher dados de 500 mil manifestantes, revela empresário

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Motociata pró-Bolsonaro
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Motociata pró-Bolsonaro


O empresário bolsonarista Jackson Vilar da Silva contou que a “ motociata ” realizada no último sábado (12) em favor de Jair Bolsonaro serviu para criar um grande banco de dados com as informações dos apoiadores do presidente. Os registros de 500 mil pessoas foram coletados para, supostamente, garantir a segurança do lugar. 

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Vilar afirmou que, na verdade, trata-se da construção de uma rede digital bolsonarista para viabilizar novos atos em favor do presidente.


A orientação da coleta de dados teria vindo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ao menos 1,8 mil nomes teriam sido entregues ao governo para que fossem selecionadas as pessoas que integrariam o pelotão de Bolsonaro no passeio de moto. 

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Eles exigiram nome completo, CPF , número de celular, data de nascimento, e-mail, nome da mãe, modelo da moto e placa. Vilar nega interesse em usar os dados comercialmente. “Não posso nem fazer isso. E aquelas pessoas não são do ramo que eu atuo. Só atuo com ônibus, transporte rodoviário e de cargas”, disse ao jornal.

O GSI informou que “não se manifesta sobre protocolos de segurança e outras ações”.

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