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Microsoft anuncia ferramenta que detecta deepfake em tempo real

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Microsoft deepfake
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Microsoft lança ferramenta contra deepfake

A pandemia de Covid-19 e a chegada das eleições presidenciais dos Estados Unidos tornaram as fake news mais frequentes e perigosas do que nunca. Pensando nisso, a Microsoft está lançando novas ferramentas de combate à desinformação, principalmente no que diz respeito a imagens com deepfake , como parte de seu Programa de Defesa da Democracia.

Chamado de Microsoft Video Authenticator, a ferramenta contra deepfakes funcionará ao analisar fotos e vídeos para indicar a probabilidade de que tal mídia seja manipulada para mudar o teor de seu conteúdo.

Os usuários terão acesso a uma pontuação de confiança ou chance percentual de que as imagens sejam manipuladas. No caso dos vídeos, os níveis serão exibidos em tempo real a cada quadro.

De acordo com a Microsoft, a ferramenta funciona ao detectar movimentos ou detalhes sutis que, no geral, não são percebidos pelos olhos humanos.

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A empresa também permitirá que que produtores de conteúdo adicionem rótulos e certificados digitais nos metadados de suas fotos e vídeos para que um leitor, que será baixado como extensão do navegador, possa verificar se os certificados correspondem aos rótulos – tudo isso, claro, de forma imperceptível a nós, humanos. Esse método pode garantir aos espectadores das imagens que o conteúdo é autêntico.

Ainda segundo a Microsoft , a luta da empresa contra as fake news em suas muitas formas será contínua, visto que está empenhada em agir contra a desinformação.

Facebook e Twitter reforçam ações contra fake news em eleições dos EUA

À medida que as eleições estadunidenses se aproximam, as  redes sociais  buscam meios mais efetivos para frear a desinformação diante de decisões importantes para o país. O  Facebook  e o  Twitter , por exemplo, são as plataformas mais ativas nesse aspecto.

No caso do Facebook, a plataforma lançou uma página para centralizar informações reais acerca das eleições dos Estados Unidos, a fim de fornecer, com fácil acesso, dados precisos sobre as votações, campanhas, candidatos e demais assuntos relacionados. A empresa também alegou estar discutindo com autoridades o impacto que as  fake news  podem ter nos resultados eleitorais.

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Já o Twitter desenvolveu novas políticas que “enfatizam informações precisas sobre todas as opções disponíveis para votar, incluindo por correio e votação antecipada”. Os recursos devem chegar à plataforma no mês que vem. Além disso, a empresa anunciou que quer expandir suas “políticas de integridade civil” para lidar com publicações que contenham informações falsas referentes aos formatos de votos e outros procedimentos eleitorais.

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Google Meet terá reuniões ilimitadas na versão grátis até 2021

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Google Meet
Unsplash/Harry Cunningham

Google Meet amplia prazo para limitar tempo das chamadas de vídeo

O Google Meet continuará a oferecer um recurso premium de graça até março de 2021: usuários do Gmail poderão realizar chamadas em vídeo com duração praticamente ilimitada (máximo de 24 horas). Anteriormente, a  empresa planejava restringir as reuniões em até 60 minutos nas contas gratuitas. No entanto, o cancelamento de ruído e a gravação no Google Drive ficarão exclusivos para clientes G Suite.

“Queremos continuar ajudando aqueles que dependem do Meet para manter contato nos próximos meses”, diz o Google em comunicado. “Como um sinal de nosso compromisso, hoje continuamos com chamadas ilimitadas do Meet (até 24 horas) na versão gratuita até 31 de março de 2021 para contas do Gmail.”

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Em abril, o Google havia anunciado que iria limitar as videochamadas gratuitas do Meet em 60 minutos a partir de 30 de setembro de 2020. A empresa mudou de ideia dias antes desse prazo.

Além disso, todos os usuários ainda poderão usar o desfoque de fundo , o layout com até 50 pessoas ao mesmo tempo (incluindo você), a transmissão via Chromecast e a integração ao Gmail na web e nos aplicativos de celular.

Recursos premium do Google Meet deixarão de ser grátis

Vale notar, no entanto, que outros recursos premium do Google Meet ficarão indisponíveis em contas gratuitas: ou seja, não será possível realizar gravação de reuniões no Google Drive, nem fazer transmissões ao vivo no domínio para até 100 mil pessoas. Além disso, o limite de participantes por chamada cairá de 250 para 100 (o que deve ser bastante para a maioria dos usuários).

Há outra perda importante: o cancelamento de ruído ficará restrito a clientes do G Suite Enterprise e G Suite Enterprise for Education . O recurso foi liberado esta semana para Android e iPhone; ele já estava disponível na web há alguns meses.

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