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Mochila a jato faz militares voarem como o Homem de Ferro; assista

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Marinha inglesa testa mochila voadora
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Marinha inglesa testa mochila voadora

Os Royal Marines, força de infantaria anfíbia da Marinha  do Reino Unido, conduziram recentemente um exercício para testar a viabilidade de um novo equipamento em operações de abordagem de navios: uma mochila a jato , que permite a seu usuário voar como o Homem de Ferro .

Atualmente, a melhor opção é usar um helicóptero e baixar soldados no deck do navio usando cordas ou escadas. Mas com a Jet Suit produzida pela Gravity Industries, os soldados podem se aproximar usando um bote inflável. Um deles decola com o bote em movimento e pousa poucos segundos depois no deck do navio. Uma vez lá, ele pode baixar uma escada para que seus colegas no bote subam a bordo.

A mochila pesa 27 quilos e pode ser colocada em ação muito mais rapidamente, e com um custo menor, do que um voo de helicóptero. “A visão com a Jet Suit é fornecer acesso extremamente rápido a qualquer parte da embarcação alvo, liberando instantaneamente as mãos para empunhar uma arma e até mesmo mantendo a capacidade do soldado de se realocar no alvo ou autoexfiltrar”, disse a empresa em um comunicado à imprensa.

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“Isso é cada vez mais visto como uma revolução na capacidade tática de muitas forças especiais e tem uma aplicação muito mais ampla além do embarque marítimo”, completou.

Mochila a jato

A Jet Suit foi desenvolvida pelo inglês Richard Browning e sua empresa, a Gravity Industries. O equipamento ainda está em fase de testes, e não pode ser comercializado. Ele é movido querosene de aviação, e tem quatro turbinas a jato que são montadas nos braços do usuário. O usuário controla o voo mudando a direção para onde as turbinas são apontadas.

Inicialmente, a ideia é que a mochila a jato seja utilizada em áreas específicas, como militar, segurança e médica. “Isso pode salvar a vida de uma pessoa. Mesmo com uma autonomia de voo curta, o resgate pode chegar em questão de minutos para dar o primeiro atendimento”, destaca a brasileira Karina Oliani, que recentemente se tornou a primeira sul-americana a voar com o equipamento.

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WhatsApp Pay é liberado para todos os brasileiros nesta quarta-feira

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WhatsApp Pay chega a todos
Unsplash/Alexander Shatov

WhatsApp Pay chega a todos

O serviço de pagamentos WhatsApp Pay foi totalmente liberado para usuários brasileiros. A partir desta quarta-feira (23), a opção de pagamentos encontra-se disponível no aplicativo de mensagens.

A liberação ocorreu exatos 50 dias após a chegada do serviço no Brasil , em 4 de maio. O serviço chegou com o nome de Facebook Pay e o cadastro pode ser realizado através do WhatsApp .

Liberou geral

Na ocasião do lançamento de maio, o uso da ferramenta era feito mediante convite, Ou seja, apenas pessoas que recebessem uma transação via WhatsApp Pay poderiam utilizá-lo. Agora, a função está disponível para todos os usuários do aplicativo . Para realizar o cadastro, é preciso informar os seguintes dados: nome completo, CPF e endereço. Não é obrigatório informar o endereço completo, apenas nome da rua, cidade/estado e número do CEP. Além disso, é preciso criar um PIN de seis dígitos

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Em seguida, o WhatsApp pedirá a inclusão de um cartão de crédito ou débito, com o qual serão realizadas as transações. A plataforma aceita dez cartões emitidos pelos seguintes bancos parceiros:

  • Banco do Brasil: Visa;
  • Banco Inter: Mastercard;
  • Bradesco: Visa;
  • Itaú: Mastercard;
  • Mercado Pago: Visa;
  • Next: Visa;
  • Nubank: Mastercard;
  • Sicredi: Mastercard e Visa;
  • Woop, a conta digital da Sicredi: Visa;

O serviço permite tanto receber quanto enviar pagamentos. A Cielo atuará como parceira do WhatsApp no processamento das transações. Cada usuário pode enviar até R$ 1.000 por transação e receber até 20 transações por dia. Por outro lado, o limite mensal de transações é de R$ 5.000 por mês. Ao atingir o limite, não será possível enviar nem receber pagamentos.

Entrevero com Banco Central atrasou lançamento

O funcionamento do WhatsApp Pay no Brasil foi anunciado há um ano , porém o Banco Central  bloqueou o uso da ferramenta. A princípio, a entidade alegou que estava “protegendo a concorrência” no sistema de pagamentos nacional. Foram precisos quase três meses até o Bacen finalmente liberar os testes iniciais. Nesse meio tempo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) também proibiu a parceria entre WhatsApp e Cielo . As proibições do CADE foram liberadas em julho, enquanto o Bacen permitiu os testes do WhatsApp Pay em agosto.

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