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Netflix traz 32 títulos de volta para a plataforma; veja quais

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Unsplash/Thibault Penin

Netflix traz alguns títulos de volta

A Netflix está constantemente atualizando o seu catálogo com novas opções de filmes, séries e outros conteúdos em vídeo para agradar seus assinantes. Em meio a essas novidades, infelizmente,  alguns títulos também acabam saindo do serviço devido a terem seus contratos expirados ou até mesmo por outros motivos.

Já a boa notícia, é que as vezes, alguns destes títulos que saíram podem voltar para o catálogo da Netflix após um determinado período de tempo. Assim, para saber  mais sobre eles, confira a seguir quais são os títulos que devem voltar para o catálogo da Netflix em setembro.

Importante

Os títulos listados abaixo podem sofrer alterações na sua data de retorno sem aviso prévio por parte da Netflix.

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Filmes, séries, animações e demais títulos

  • A Invasão (01/09)
  • A Maldição de Chucky (01/09)
  • Beleza Americana (01/09)
  • Caso 39 (01/09)
  • Django Livre (01/09)
  • Escola de Rock (01/09)
  • Exploradores Espaciais (01/09)
  • Gladiator – O Desafio (01/09)
  • Mate-me Mais Uma Vez (01/09)
  • Meninas Malvadas (01/09)
  • O Expresso Polar (01/09)
  • O Poder do Ritmo (01/09)
  • Os Donos da Rua (01/09)
  • Pense Como Eles (01/09)
  • Segurança de Shopping (01/09)
  • A Última Tentação de Cristo (04/09)
  • Demônio (04/09)
  • Em Algum Lugar do Passado (04/09)
  • Em Busca do Vale Encantado (04/09)
  • Frankenstein e os Pestinhas (04/09)
  • George, o Curioso (04/09)
  • Intrigas de Estado (04/09)
  • Johnny English (04/09)
  • O Retorno de Johnny english (04/09)
  • Orgulho e Preconceito (04/09)
  • Surf no Havaí (04/09)
  • Tropa de Elite (04/09)
  • Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola (04/09)
  • O Impossível (10/09)
  • Justin Bieber: Never Say Never (15/09)
  • Pânico em Alto Mar (15/09)
  • O Espetacular Homem Aranha (30/09)

Além destes títulos previstos para voltar, não deixe de conferir quais são  os outros títulos que entrarão na Netflix neste mês de setembro.

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LGPD: primeiro processo com base na nova lei tem sentença proferida

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LGPD
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Lei Geral de Proteção de Dados começou a valer na última semana

A primeira Ação Civil Pública com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que entrou em vigor no último dia 18 , teve sua sentença proferida na terça-feira (22), pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, da 5.ª Vara Cível de Brasília. Trata-se do caso do site “Lembrete Digital”, que comercializava milhões de dados de brasileiros. A nova norma exige o tratamento adequado de informações neste sentido.

Na decisão, o juiz de direito afirmou que a “presente ação não merece prosperar”. O despacho foi motivado, ainda de segundo o magistrado, pela retirada do site do ar, pois constatou que o domínio lojainfortexto.com.br está “em manutenção”.

“Esse fato [de o site estar em manutenção], provavelmente, decorre da circunstância de que, com o recente início de vigência da Lei 13.709/18, ocorrido em 18/09/2020 (sexta-feira passada), os responsáveis pelo sobredito sítio devem estar buscando adequar os seus serviços às normas jurídicas de proteção de dados pessoais”, afirma o juiz Wagner Vieira na sentença.

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O documento ainda esclarece que o magistrado entendeu que, neste momento, não há “interesse processual do autor para agir através desta ação civil pública”. Isto porque o site estar em manutenção evidencia que não há risco de lesão ou ameaça a ser justificada. “A pretensão de tutela inibitória deduzida na inicial, com o que a presente ação se torna inútil”, explica a sentença.

Sobre a decisão, ainda cabe lembrar que o juiz de direito não julgou mérito. Isso significa que ele encerrou o processo em virtude do fato que impossibilita ações mais abrangentes.

De qualquer forma, o caso ainda pode ser investigado novamente pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) se a página voltar ao ar ou mudar de nome. Outro caminho para que o MPDFT recorra à sentença é justificar ser possível saber os nomes dos envolvidos, mesmo com o site fora da web.

Entenda o caso

A ação foi apresentada pelo MPDFT no último dia 21 com alegações de que o site intitulado “Lembrete Digital” estaria promovendo a comercialização indiscriminada, e fora dos novos padrões da LGPD , de dados de milhões de brasileiros.

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Apenas de residentes naturais de São Paulo, foram contabilizados mais de 500 mil pessoas atingidas. Os dados englobavam não só nome e telefone, por exemplo, mas e-mails, endereços postais, cidades, estados, etc.

Com a entrada da LGPD , o MP apresentou a ação acusando o site de violação à privacidade , intimidade, imagem, entre outros direitos assegurados pela Constituição Federal. A norma recepcionada prevê o tratamento correto e autorizado de dados pessoais , sendo necessária a autorização do titular da informação para o uso do material.

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