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Novo MacBook Pro com M2 de entrada tem SSD mais lento

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Novo MacBook Pro com M2 de entrada tem SSD mais lento, apontam testes
Bruno Gall De Blasi

Novo MacBook Pro com M2 de entrada tem SSD mais lento, apontam testes

A Apple lançou um novo MacBook Pro de 13 polegadas com o processador Apple M2 na WWDC 2022. Mesmo assim, isto não significa que tudo ficou melhor: o modelo de entrada do notebook possui um SSD mais lento do que o da geração anterior. É o que mostram os testes realizados pelos canais do YouTube  Max Tech  e  Created Tech .

A análise gira em torno do modelo de entrada do notebook, que possui 8 GB de memória RAM e 256 GB de espaço. Para fazer a comparação, os canais utilizaram o app Disk Speed Test, da Blackmagic. Caso não esteja a par, o software verifica as velocidades de leitura e escrita de componentes de armazenamento.

Comecemos pelos testes do canal  Max Tech , apresentado por Vadim Yuryev. Em seus testes, o modelo de 2020 ofereceu quase que o dobro da velocidade de leitura no comparativo feito com o app. A situação é similar ao verificar a velocidade de escrita:

Modelo Velocidade de leitura Velocidade de escrita
MacBook Pro com Apple M1 2.900 MB/s 2.215 MB/s
MacBook Pro com Apple M2 1.446 MB/s 1.463 MB/s
Variação -50,1% -33,9%

MacBook Pro com M2 possui apenas uma memória NAND

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A comparação não parou por aí. Yuryev também desmontou o notebook e observou que a Apple colocou apenas uma memória NAND de 256 GB, para armazenamento, no computador anunciado durante a WWDC 2022. O modelo de 2020, por sua vez, possui dois chips NAND de 128 GB que somam 256 GB.

Mas este não é o único canal que notou a diferença em suas análises. O perfil  Created Tech  também observou que o SSD do MacBook Pro de 2022 é mais lento do que o módulo de armazenamento da edição de 2020. E, novamente, ao desmontar o computador, o youtuber encontrou apenas uma memória NAND de 256 GB na nova geração, em vez de duas.

MacBook Pro com M1 (esquerda) possui duas memórias NAND enquanto modelo com M2 (direita) só tem um chip (Imagem: Reprodução/Max Tech/YouTube)
MacBook Pro com M1 (esquerda) possui duas memórias NAND enquanto modelo com M2 (direita) só tem um chip (Imagem: Reprodução/Max Tech/YouTube)

Redução afeta modelo com 256 GB de armazenamento

Pois é, o problema é para lá de incômodo. Afinal, de que adianta lançar um notebook com um processador mais potente se o consumidor perde em velocidade de leitura e escrita do SSD? No entanto, este comportamento não é bem uma surpresa, pois a Apple colocou um SSD mais lento no MacBook Air de 2019 em relação ao modelo de 2018.

Todavia, há uma boa notícia nessa história: aparentemente, apenas o modelo de 256 GB é afetado pela redução. Segundo Aaron Zollo, do canal  zollotech , o MacBook Pro com Apple M2 e 512 GB de armazenamento apresentou resultados similares à variante com Apple M1. Os testes também foram realizados com o aplicativo Disk Speed Test.

Ou seja, se você quiser um MacBook Pro com Apple M2 que tenha um SSD com os mesmos padrões da geração anterior, será preciso desembolsar um pouco mais. E, claro, no Brasil, esta brincadeira sai um pouco mais caro do que o esperado, segundo os preços da loja virtual da marca:

  • 8 GB de RAM e 256 GB de SSD:  R$ 14.499;
  • 8 GB de RAM e 512 GB de SSD:  R$ 16.499.

O computador começou a ser vendido no Brasil no último dia 17.

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Fábio Faria nega desmatamento da Amazônia para instalação do 5G

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Fábio Faria disse que 10 milhões de pessoas devem ser favorecidas
Alan Santos/ PR

Fábio Faria disse que 10 milhões de pessoas devem ser favorecidas

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, disse que o país deverá conectar na rede 5G pelo menos 10 milhões de pessoas na Amazônia sem derrubar uma única árvore. O ministro afirmou que isso será feito através da instalação de uma rede de fibra ótica, e a região passará a ter a rede 5G dentro do programa Norte Conectado.

Faria lembrou que mais de 40 milhões de brasileiros ainda não têm redes de conexão atualmente e a meta do governo é encerrar os chamados “desertos digitais” no país, sem especificar prazos. Ele disse que serão investidos pelo menos R$ 10 bilhões para conectar todas a vilas e aldeias do país.

“Vamos conectar 10 milhões de pessoas na Amazônia, com fibra ótica, sem cortar uma única árvore”, disse Faria, lembrando que serão investidos outros R$ 3,1 bilhões para cobrir escolas públicas com a rede.

O ministro falou durante o Seminário 5G.BR, organizado pela sua pasta. Ele disse que a implantação dessa tecnologia trará um ciclo longo de investimentos no país e que haverá transformações importantes em diferentes setores, como agricultura, finanças e indústria.

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E depois, afirmou, o país deverá investir em capital humano. O ministro mediou o painel sobre como a tecnologia poderá contribuir para que as metas de desenvolvimento sustentável sejam atingidas no país.

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A rede 5G pura deverá chegar a pelo menos 25 capitais do país até o final de agosto, estimou o ministro. Manaus e Belém ainda enfrentam dificuldades na limpeza da faixa e deverão ativar sua rede 5G em 60 dias.

O cronograma da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) indica que todas as capitais devem ter a faixa do 5G liberada até o fim do mês, mas as empresas de telecomunicações só serão obrigadas a ativarem o sinal até o final de setembro, quando a Anatel começará a fiscalizar o sinal da rede. O ministro afirmou que as teles estão ativando o sinal imediatamente após a faixa ser liberada.

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“O que temos no radar é que até o final deste mês pelo menos 25 capitais estarão funcionando o 5G”, disse o ministro.

O sinal já está funcionando em Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e João Pessoa. Na próxima semana, Curitiba, Salvador e Goiânia começam a usar a rede. Depois, a rede 5G chegará ao Rio de Janeiro.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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