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Os melhores jogos até R$ 50 desta semana: Undertale, BioShock e mais

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Confira os melhores jogos em promoção nesta semana
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Confira os melhores jogos em promoção nesta semana

Undertale, Bayonetta, Blasphemous e a coleção da franquia BioShock são alguns dos melhores jogos para comprar nesta semana por até R$ 50 — ou até de graça! Quer conhecer mais sobre eles? Nas linhas a seguir, apresentamos cada um desses sucessos que se destacam nas promoções do PlayStation, Xbox, Switch e PC.

Undertale (2015) – R$ 49,91 na PlayStation Store

Undertale está em promoção na PlayStation Store e pode ser comprado por R$ 49,91. Criado por Toby Fox, o jogo é considerado um dos melhores RPGs independentes dos últimos anos. Com elementos inspirados na clássica franquia Earthbound, o game traz um enredo profundo e gameplay desafiadora no estilo “bullet hell”, em que é preciso desviar de chuvas de projéteis.

Você começa a aventura controlando um ser humano que cai em um buraco e chega a um mundo habitado por monstros. Sua missão é encontrar a saída e voltar à superfície, mantendo sua determinação. O diferencial está nas diferentes possibilidades de lidar com as criaturas: por genocídio, as eliminando; ou pacificamente, poupando suas vidas.

Os gráficos desenhados em pixels e a trilha sonora retrô ainda garantem um charme único a Undertale. Além de divertido, o jogo tem personagens apaixonantes que são não só bem construídos, como podem ensinar lições muito valiosas ao longo da jornada.

Bayonetta (2009) – R$ 43,98 na Xbox Store

Um clássico do gênero de jogos de ação, Bayonetta está custando R$ 43,98 na Xbox Store. Se você gosta da ideia de ser uma bruxa super poderosa que dizima anjos usando diversas armas, golpes estilosos e magias das trevas, provavelmente vai se identificar com esse título da Platinum Games.

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Em Bayonetta, você controla a última sobrevivente de uma raça antiga de bruxas que têm a missão de manter o equilíbrio entre a luz, as trevas e o caos. Após ficar 500 anos adormecida, a protagonista retorna para proteger o mundo de eventos catastróficos.

O destaque de Bayonetta é o combate estiloso e recompensador em hack and slash. Quanto mais combos de golpes diferentes você usar, mais altas serão as pontuações no final das fases. Para quem é fã de jogos no estilo Devil May Cry, Bayonetta é uma refeição completa e muito bem servida.

Blasphemous (2019) – R$ 25,97 na Nintendo eShop

Blasphemous sai por R$ 25,97 na eShop do Nintendo Switch nesta semana. Esse metroidvania em 2D mistura ação brutal e desafiadora com uma atmosfera gótica e sombria. Assim como em títulos das franquias Metroid e Castlevania, a exploração de mapas em plataformas é um dos pontos fortes do game.

Outro destaque de Blasphemous é a dificuldade alta, mas na medida certa. Os desafios são honestos, sem mecânicas injustas que só existem para gerar estresse. Se você gosta de se sentir desafiado, esse game é bastante recomendado.

O enredo de Blasphemous se passa em um reino religioso chamado Cvstodia, onde uma terrível maldição conhecida apenas como “O Milagre” transforma a dor das pessoas em criaturas que precisam encontrar a salvação. Você como jogador assume o papel do Penitente — sobrevivente do “Sofrimento Silencioso” e o único capaz de ajudar as almas atormentadas.

BioShock: The Collection (2016) – Grátis no PC!

Para quem joga no PC, a Epic Games Store está oferecendo a coleção completa da franquia BioShock de graça por tempo limitado. O pacote BioShock: The Collection inclui os dois primeiros títulos remasterizados da série, além do mais recente BioShock Infinite, com todos os conteúdos adicionais lançados até hoje.

Em BioShock 1 e 2, você irá explorar a cidade submersa de Rapture — criada para ser o refúgio das maiores mentes da sociedade, mas que se tornou um pesadelo distópico. Já em BioShock Infinite, o cenário é a cidade flutuante de Columbia. Lá, sua missão é resgatar a jovem Elizabeth, mantida presa pelo líder de uma forte comunidade religiosa.

Na franquia inteira, a gameplay tem elementos de shooters, sempre com a câmera em primeira pessoa. Além do arsenal de armas de fogo, os protagonistas podem modificar seus corpos para usar poderes especiais, como lançar bolas flamejantes, eletrocutar alvos e até hipnotizar inimigos.

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FOMO de streaming: enxurrada de lançamentos afetou minha saúde mental

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Plataformas oferecem cada vez mais opções de séries e filmes
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Plataformas oferecem cada vez mais opções de séries e filmes

Por Paula Alves

Lembro que quando Round 6 foi lançado pela Netflix, em setembro de 2021, um sinal vermelho acendeu na minha cabeça com a palavra FOMO em destaque. Eu assisti à série praticamente uma semana depois do seu lançamento, mas me senti mal porque mesmo em tão pouco tempo, já havia perdido o timing das conversas no Twitter e dos memes que o show havia gerado. O tópico do momento já estava concentrado em alguma outra série, filme ou reality show que era a nova bola da vez nos streamings – e que, claro, eu também ainda não tinha tido tempo de conferir.

Na época, há quase dois anos em casa devido à pandemia do Covid-19, a internet era meu único túnel de ligação com o mundo exterior, e eu, definitivamente, nunca havia passado tanto tempo nas redes sociais. Quase todas as minhas interações haviam sido transferidas para aquele lugar, e era pela internet que eu me abastecia das notícias do mundo e supria minha necessidade de pertencer a uma conversa.

Além disso, havia outras camadas nessa história. Especialmente nesse período, o Brasil presenciava um boom de lançamentos de plataformas de streaming e, tanto por trabalhar com isso, como também porque filmes e séries sempre foram minha grande paixão, me vi soterrada por um monte de assinaturas de serviços.

Uma variedade de plataformas suficiente para me despertar um sentimento de urgência: se eu havia assinado, precisava consumir. E, como jornalista da área e pessoa que queria se sentir incluída naquele universo, de repente me vi correndo atrás de uma linha de chegada inalcançável: a de querer estar a par de tudo, a todo momento.

O panorama do streaming no Brasil

Não eram uma, duas ou três plataformas de streaming que eu assinava entre o final de 2021 e começo de 2022. Eram nove! Um número alto se pensarmos no tamanho do catálogo de cada uma delas, mas ainda pequeno se comparado à quantidade de serviços que o Brasil possui.

Durante a pandemia, esse mercado se tornou ainda mais competitivo com a chegada de três grandes serviços no país, que caíram no gosto do brasileiro.

Dois deles, o Disney+ e a HBO Max (grupo WarnerMedia), segundo dados apresentados pelo JustWatch, no final de 2021, já pularam logo para o terceiro e quarto lugar entre as plataformas do gênero mais assinadas do Brasil. Enquanto isso, o Star+ (também do grupo Disney), despontou em sétimo na corrida.

Além disso, esses serviços chegaram por aqui com um extenso catálogo de produções. Para se ter ideia, só o Disney+, além de todo o conteúdo próprio da Disney, contava ainda com as marcas Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic em sua plataforma. Já a HBO Max tinha produções da HBO, Warner Channel, TNT, DC Comics e os filmes da Warners Bros no currículo, enquanto o Star+ vinha com os esportes da ESPN, filmes que tinham acabado de passar nos cinemas e séries como Os Simpsons, This is Us e The Walking Dead.

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Era uma quantidade esmagadora de títulos que se somavam, mensalmente, a ainda mais conteúdos populares e originais que estreavam em cada um dos serviços.

A decisão de filtrar as assinaturas

Foram longos meses dessa relação confusa – e fadada ao fracasso – com os serviços que assinava, em uma corrida contínua em que eu desejava estar por dentro de tudo. Até que exausta, tomei a única decisão possível.

Quase como um detox, cancelei assinaturas que não faziam mais sentido (e que eu poderia voltar a assinar eventualmente para ver a nova temporada de uma série), cortei parte do tempo que passava nas redes sociais e me apeguei a um bote-salva-vidas que não poderia ter sido mais providencial: a volta ao convívio social, que mesmo restrita, com máscara e muitos cuidados, gradualmente se tornou uma realidade.

Nesse processo, procurei entender também mais sobre FOMO, a palavra que havia aparecido ainda em novembro na minha cabeça, e que ajudou a me mostrar que eu não estava sozinha nessa situação e que esse sentimento era muito mais comum do que eu imaginava.

Entendendo o verdadeiro significado de FOMO

“Fear of Missing Out ou ‘medo de ficar de fora’ é um conjunto de sentimentos, pensamentos e comportamentos incômodos que muitas pessoas, principalmente as que fazem uso intenso de redes sociais, apresentam. É um medo de exclusão social e uma vontade de pertencer a um grupo, momento ou até a um evento sobre o qual muitas pessoas estão falando”, explica Ana Luiza Apolônio, psicóloga comportamental, em entrevista ao Tecnoblog.

O termo, usado pela primeira vez nos anos 90 pelo estrategista de marketing Dan Herman, ganhou ainda mais projeção nos últimos anos e, apesar de não ser exatamente uma patologia (ele não está listado no DSM, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), constitui uma série de sintomas intimamente ligados à ansiedade e ao estresse mental e emocional. Algo que, na pandemia, encontrou um campo fértil para crescer, como esclarece Ana Luiza.

“O isolamento mudou a forma de nos relacionarmos socialmente. Passamos a interagir mais pelas redes sociais e a consumir mais por elas também, assim ficamos expostos a uma quantidade infinita de conteúdos. E isso não é necessariamente ruim. O problema é quando somos jogados nesse mundo de excesso de conteúdo e acabamos sendo consumidos por ele, não o contrário”, afirma.

As várias faces do FOMO

No meu caso, havia um contexto muito específico com os streamings, mas a verdade é que o FOMO pode se apresentar de muitas maneiras, inclusive em âmbitos fora da internet.

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No contexto digital, no entanto, em que temos os algoritmos de redes sociais trabalhando para reforçar certos conteúdos e um fluxo intenso de informações diárias, a sensação de precisar entender ou fazer parte de tudo o que está sendo falado, é quase intrínseca ao meio. “Em um ‘passeio’ pelas redes sociais e pelas plataformas de streaming, se não assumimos o lugar de consumidores, somos consumidos”, aponta Ana Luiza.

Isso pode significar achar que você precisa estar em dia com todas as séries e filmes lançados recentemente, mas também que precisa checar a cada cinco minutos suas mensagens no WhatsApp, que não pode deixar de participar de tendências e investimentos que fazem sucesso pela internet, que precisa aproveitar eventos e conteúdos limitados de jogos de videogame ou até mesmo que precisa estar presente em todas as redes sociais.

Se todos estão – ou ao menos aparentam estar – consumindo, comprando, fazendo, jogando e vivendo essas coisas, é comum sentirmos que se não fizermos o mesmo, estaremos deixando de passar por uma experiência valiosa. O que torna tão difícil filtrar esses estímulos externos.

“É importante lembrar que em maior ou menor grau todos experimentamos o medo de exclusão social e isso não é motivo de preocupação. Esse medo só é considerado um problema quando traz consequências negativas para nós e/ou para os outros, atrapalhando nosso funcionamento ou nos afastando de coisas importantes”, esclarece a psicóloga.

Como dar adeus à sobrecarga e focar na saúde mental

Para quem se reconheceu nessas situações, é importante avaliar o que está errado e fazer pequenas alterações na rotina. Para mim, por exemplo, ajudou bastante cancelar alguns serviços de streaming, aprender a desapegar desse acúmulo de listas e metas a cumprir e me distanciar do uso excessivo das redes sociais.

Cada pessoa, no entanto, enfrenta esses processos de maneiras muito diferentes. Até mesmo porque, para grande parte da população, a internet e seu ecossistema de redes sociais e notícias já está intrinsecamente ligada ao dia a dia. O que quer dizer que dar esse passo para trás e se desconectar do mundo online nem sempre é fácil – ainda que, muitas vezes, necessário.

Para lidar com tudo isso, a ajuda especializada de profissionais da psicologia ou psiquiatria é fundamental. Um tratamento correto é indispensável para que você cuide da sua saúde mental e da manutenção da sua relação com os meios digitais.

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