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Pré-venda do iPhone 13 no Brasil começa nesta sexta com preços de até R$ 15.499

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Pré-venda do iPhone 13 no Brasil começa nesta sexta com preços de até R$ 15.499
Bruno Gall De Blasi

Pré-venda do iPhone 13 no Brasil começa nesta sexta com preços de até R$ 15.499

Começa hoje a pré-venda do iPhone 13 no Brasil. A nova linha de smartphones da americana Apple provocou uma verdadeira disputa comercial entre empresas de telefonia, bancos e redes varejistas.

A partir desta sexta-feira, é possível reservar a compra dos novos celulares com parcelamento em até trinta vezes, descontos de pelo menos R$ 2,4 mil e ainda ganhar pontos em programas de fidelidade e cartões-presente na loja de aplicativos da Apple, a App Store.

A Apple lançou em setembro deste ano a nova família dos iPhones 13, que já vem com o sistema operacional iOS 15.

São quatro modelos diferentes (Mini, 13, Pro e Pro Max). A venda já começou em diversos lugares como nos EUA e países da Europa.

No Brasil, a expectativa é que as vendas de fato sejam abertas ao público no próximo dia 22, mas a data ainda não foi confirmada oficialmente.

Parcelamento é a principal estratégia dos revendedores

Entre as redes varejistas, a Magazine Luiza vai parcelar os novos iPhones 13 em até 30 parcelas. Além disso, a companhia vai criar ações de cashback para seus clientes.

Ou seja, na compra dos smartphones, é possível recuperar parte do valor com créditos no site da varejista.

No site da Apple, o iPhone 13 conta com 14 variações, cujos preços variam de R$ 6.599 (na versão mais básica, o mini com 128 GB de memória interna) a R$ 15.499 (o Pro Max com 1 TB de memória interna).

Todos são habilitados para o 5G, cujo leilão das frequências deve ocorrer em novembro no Brasil.

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Operadoras aproveitam para atrair clientes para planos

Entre as operadoras, a TIM, por exemplo, pretende atrair novos clientes com ofertas durante a pré-venda em sua loja virtual.

Ao reservar um iPhone 13 mini de 128 GB no plano TIM Black Família de 100GB, o preço do celular sai por R$ 199 em 21 parcelas. Ou seja, vai custar R$ 4.179, um “desconto” de R$ 2.420 em relação ao preço vendido pelo site da Apple, de R$ 6.599.

A operadora italiana também vai oferecer o iPhone 13 de 128 GB no plano Família de 100 GB por R$ 5.299. No site da Apple, o aparelho sai a R$7.599.

Na Claro, o cliente vai poder adquirir o iPhone 13 128GB na pré-venda no plano pós-pago 60Gb por R$5.499 à vista ou em até 21 vezes de R$ 261,99.

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Outra opção é o aparelho no Combo Multi 120 Gb + 60 Gb por R$5.399 ou em até 21 vezes de R$257,99. Nesse caso, os descontos em relação ao preço vendido no site da Apple variam entre R$ 2,1 mil e R$ 2,2 mil.

Banco vai financiar iPhone de 3 mil clientes

O banco Itaú vai conceder para os três mil primeiros clientes que reservarem o iPhone 13 na pré-venda cartões presente da Apple de R$ 20, valor que pode ser usado para comprar apps e jogos na App Store, assinar o Apple Music e Apple TV ou adquirir espaço de armazenamento na iCloud.

Além disso, será possível acumular mil pontos acumulados no iupp, o programa de fidelidade do banco.

O Itaú, em parceria com a Apple, criou o programa “iPhone para sempre”, que permite o parcelamento dos celulares da marca por 21 meses e a troca do aparelho após esse período por um ano.

Desde que foi lançada, a iniciativa já conta com 100 mil usuários. Para a iPhone 13, a versão mini de 128 GB terá 21 parcelas de R$ 219,97. De acordo com o Itaú, cada CPF pode comprar até cinco modelos.

iPhone 12 está até R$ 1.500 mais barato

Com o lançamento do iPhone 13, os modelos da geração 12 (a versão mini e a regular) já ficaram até R$ 1.500 mais barato.

Assim, a versão mais básica do iPhone 13 (com 64 GB) passou de R$ 7.999 para R$ 6.499. Já as linhas mais robustas (Pro e Pro Max) deixaram de ser vendidas.

Segundo a Bloomberg, espera-se que a Apple tenha vendas históricas no último trimestre deste ano, gerando cerca de US$ 120 bilhões em receita, mesmo com a escassez de chips no mundo. Isso representaria um aumento de cerca de 7% em relação ao ano anterior – e mais do que a Apple ganhou em um ano inteiro há uma década.

Veja os preços dos modelos:

iPhone 13 Mini 128 GB: R$ 6.599 256 GB: R$ 7.599 512 GB: R$ 9.599

iPhone 13 128 GB: R$ 7.599 256 GB: R$ 8.599 512 GB: R$ 10.599

iPhone 13 Pro 128 GB: R$ 9.499 256 GB: R$ 10.499 512 GB: R$ 12.499 1 TB: R$ 14.499

iPhone 13 Pro Max 128 GB: R$ 10.499 256 GB: R$ 11.499 512 GB: R$ 13.499 1 TB: R$ 15.499

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Novo jogo da Niantic, de Pokémon GO, combina bitcoin e realidade aumentada

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Fold AR, novo game da Niantic
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Fold AR, novo game da Niantic

A Niantic, desenvolvedora do Pokémon GO, se juntou à empresa de pagamentos e criptomoedas Fold para criar o Fold AR, um jogo inusitado (para não dizer bizarro) no qual você “minera” bitcoin (BTC) em realidade aumentada. Através do game, jogadores podem ganhar minúsculas frações do ativo digital chamadas satoshis (SATS).

Em um comunicado à imprensa, a Fold caracteriza seu novo jogo como uma “parte do metaverso”, pois traz criptomoedas para a realidade. O CEO da empresa, Will Reeves, explica que o game se baseia em uma metáfora de “minerar” o bitcoin no mundo real.

Estamos falando de um Pokémon GO que, em vez de capturar monstrinhos, você encontra cubos de código binário em realidade aumentada. Ao interagir com eles, o jogador extrai satoshis como blocos de minério no Minecraft.

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Além das frações de bitcoin, que atualmente valem muito menos de um centavo de dólar, o usuário do Fold AR poderá também obter bônus para compras através do app e cartão da Fold, que inclui uma “roda de prêmios” e recompensas em bitcoin.

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Reeves disse que o objetivo do game é, em parte, fazer com que uma moeda virtual pareça real, criando um ambiente em realidade aumentada para ela. É uma estratégia para trazer mais usuários ao universo cripto e promover interatividade com um conceito pouco tangível para muitas pessoas.

Por isso, o game está repleto de piadas populares entre a comunidade de criptomoedas e outros memes. “Esta é uma experiência maravilhosa para compartilhar com as pessoas”, diz o executivo. No entanto, diferente de Pokémon GO, que permite que o usuário saia capturando monstrinhos até a bateria do celular acabar, os blocos de mineração aparecem dentro de um raio próximo do usuário a cada dez minutos, representando a taxa real da mineração do ativo digital.

Fold AR deve adicionar multiplayer e NFTs

Além dessa gameplay inicial, a equipe da Fold e Niantic espera lançar outros recursos no início do próximo ano, potencialmente incluindo um modo multiplayer no qual jogadores poderiam esconder bitcoins no mapa para que seus amigos os encontrem. Há planos para integrar também um sistema envolvendo NFTs e a criptomoeda, mas não foram revelados detalhes adicionais.

Trata-se de mais um jogo do modelo play to earn, que integra as finanças dos players no sistema do game e permite ganhar uns trocados enquanto se diverte. Segundo a Fold, seu novo app seria também a “primeira experiência em realidade aumentada com bitcoin”.

O jogo foi oficialmente anunciado nesta semana, mas ainda não está disponível para download. A página do game diz apenas que o lançamento para todos os usuários deve chegar “em breve”. O aplicativo será compatível com dispositivos Android e iOS.

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