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Procon de SP vai exigir que Apple forneça carregador para iPhones

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Bruno Gall De Blasi

Procon-SP vai exigir que Apple forneça carregador para iPhones

O  Procon-SP irá exigir a disponibilização do carregador do iPhone caso o consumidor solicite. A nova manifestação do órgão surge semanas após a notificação enviada à Apple em outubro , que solicitou explicações por vender o iPhone 11, XR e SE sem o adaptador de tomada na caixa, pouco antes do lançamento do iPhone 12 no país.


O comunicado desta quarta-feira (2) abre um novo episódio à ação da fundação devido à remoção do carregador das caixas dos celulares. Em resposta ao órgão paulista, a companhia afirmou que a alteração teve como objetivo a redução da emissão de carbono e lixo eletrônico, pois, em geral, os consumidores já possuem o adaptador de tomada em casa e não utilizam os acessórios novos que acompanham o smartphone.

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Ainda assim, o Procon-SP irá exigir a disponibilização do adaptador de tomada aos clientes. “É incoerente fazer a venda do aparelho desacompanhado do carregador, sem rever o valor do produto e sem apresentar um plano de recolhimento dos aparelhos antigos, reciclagem etc”, disse Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP. “Os carregadores deverão ser disponibilizados para os consumidores que pedirem”.

Em nota, o órgão paulista observa que o equipamento é “essencial para o uso do produto” e é esperado pelo consumidor durante a compra do celular. Ainda segundo o Procon-SP, a Apple não esclareceu se o uso de carregadores antigos ou de terceiros podem comprometer a recarga, a “segurança do procedimento” e a garantia, assim como não informou ao consumidor sobre a alteração e não demonstrou o ganho ambiental devido à remoção.

“A conduta da Apple será analisada pela diretoria de fiscalização e, caso sejam constatadas infrações à lei, poderá ser multada conforme prevê o Código de Proteção e Defesa do Consumidor”, afirmou o órgão. A empresa também foi notificada pela Senacon.

Procurada pelo Tecnoblog , a Apple não se manifestou sobre o assunto.

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Apple passa a vender iPhones sem carregador

Em outubro, além de apresentar o novo iPhone 12, a Apple também anunciou que não venderia mais celulares com o carregador e fones de ouvido na caixa. A alteração, no entanto, afetou não somente a nova linha de smartphones da marca, como, também, o iPhone 11, XR e SE.

Segundo a Apple, a remoção acontece para preservar o meio ambiente, ao reduzir a emissão de lixo eletrônico. No lugar, a companhia sugeriu os usuários a utilizarem seus acessórios antigos, incluindo o cabo Lightning, que ainda acompanha os smartphones na embalagem. Caso não possua em casa, o consumidor terá comprá-los separadamente.

Com informações: Procon-SP

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Tuíte de Bolsonaro sobre Covid-19 é sinalizado por ter “informações enganosas”

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Presidente Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro tem criticado prefeitos e governadores que não seguiram a orientação do Ministério da Saúde de recomendar o tratamento precoce contra a Covid-19

O Twitter sinalizou uma publicação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter “informações enganosas e potencialmente prejudiciais” acerca da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). De acordo com o alerta, o conteúdo do tuíte viola as regras da rede social.

Captura de tela do tuíte do presidente Jair Bolsonaro
Reprodução/Twitter

Captura de tela do tuíte do presidente Jair Bolsonaro

Na publicação, Bolsonaro fala sobre o tratamento precoce da Covid-19 e diz que o uso de medicamentos antimaláricos podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e diminuir a mortalidade de pacientes. Não há comprovação científica alguma de que os remédios citados pelo presidente sejam eficazes contra a Covid-19.

Embora a publicação tenha sinalizada, ela não foi tirada do ar pelo Twitter. A justificativa foi a de que ela ainda poderia ser de interesse público. A rede social, no entanto, está limitando o alcance do tuíte e não está permitindo que usuários interajam com ela.

A única coisa que é possível fazer é retuitar a publicação. Mesmo assim, a maioria das republicações também está marcada como violadora das regras de uso do Twitter.

Esta não foi a primeira vez que o Twitter agiu contra postagens do presidente. Em março de 2020, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia.

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