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Sony consegue bloqueio de 47 serviços piratas para Olimpíadas de Tóquio

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Pirataria é combatida
Unsplash/Austin Neill

Pirataria é combatida

A Sony Pictures obteve uma liminar na Justiça da Índia para bloquear 47 sites piratas que poderiam transmitir as Olimpíadas de Tóquio sem autorização. Além de pagar pelos direitos exclusivos de transmissão no país, a empresa entrou em acordo com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para ser a emissora oficial dos jogos em mais 6 países da região, como Paquistão e Bangladesh.

Sony identifica 70 serviços piratas que transmitem jogos

No ofício enviado à Justiça, a Sony Pictures declara que é dona de uma rede de televisão de dez canais chamada Sony Ten Network — todos têm o direito de transmissão das Olimpíadas de Tóquio. O advogado da emissora no processo, Abhishek Malhotra, afirma que a empresa identificou 40 sites e 30 serviços de TV a cabo e multiplataforma ilegais que divulgam os jogos.

O despacho emitido pelo juiz da Corte de Nova Déli no dia 19 de julho confere vitória à Sony Pictures, que pretende manter sua exclusividade para transmitir os jogos olímpicos num momento em que a pandemia obriga a maioria dos indianos a permanecer no país.

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Mesmo com restrições de público nos locais das competições, a audiência das Olimpíadas de Tóquio chega na casa dos bilhões, de quem acompanha à distância pela TV ou Internet.

Para estabelecer um parâmetro, o advogado da Sony aponta um caso que pedia o bloqueio do site pirata 1337x.to na Índia. A partir desse exemplo, ele alega que é possível identificar um padrão semelhante de violação em outros 47 serviços que também deveriam ser restritos; o único explicitamente citado no processo é o Yallashootextra.com .

Juiz obriga 30 operadoras de internet a barrar sites piratas

Segundo o documento, 30 operadoras de internet são obrigadas a barrar 47 domínios de sites de pirataria, além de quaisquer sites criados para contornar a restrição imposta pela decisão judicial. Desta forma, o juiz acabou emitindo uma ordem para banir páginas que sequer existem.

Na ordem judicial do dia 19, o juiz J. C. Hari Shankar, de Nova Déli, proíbe os 47 sites de “hospedar [material das Olimpíadas de Tóquio], reproduzir, distribuir, tornar disponível ao público ou comunicá-lo sobre qualquer conteúdo sem autorização ou com licença de transmissão oficial em canais locais”. Desta forma, os endereços piratas são proibidos de sequer divulgar os jogos.

A medida está em vigor até o dia 29 de setembro. Até lá, as Olimpíadas de Tóquio terão se encerrado. Mas como a liminar proíbe qualquer tipo de reprodução de conteúdo exclusivo da Sony, é capaz de que essa briga na Justiça da Índia continue quente.

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7 RPG de ação estilo Diablo para jogar no PC e consoles

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Confira a lista de jogos RPG
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Confira a lista de jogos RPG

A franquia Diablo tem mais de 20 anos, se contarmos a partir do primeiro jogo, e se tornou muito popular com Diablo II e sua expansão Lord of Destruction. De lá para cá e especialmente depois do hiato de um novo jogo desde Diablo III, vários outros games se inspiraram no DNA da série, ou seja, recursos como visão isométrica, looting, “farmar” XP para melhorar habilidades e hordas de inimigos. Se você gosta de jogos estilo Diablo, então dá uma olhada na lista abaixo.

1. Path of Exile

Path of Exile traz uma verdadeira teia de possibilidades de personalização do seu personagem. Inclusive, ao olhar a rede de skills desbloqueáveis para seu char, realmente parece uma teia de aranha de tanta coisa interligada. O jogo evoluiu de tal forma, ao longo dos anos, que passou de mais um jogo inspirado em Diablo a um concorrente de peso para o jogo da Blizzard.

O game traz uma atmosfera sombria e, com isso, resgata um pouco da sensação de jogar um Diablo II, especialmente para os fãs mais nostálgicos. Além dessa questão visual, os mapas são bem diversos, há modos de jogo variados, um sistema interessante e bem útil (mas um pouco complexo, no início) de runas para despertar poderes extras em armas e armaduras e o jogo é constantemente atualizado.

Path of Exile, apesar de precisar que o jogador esteja conectado a internet para jogar, não chega a ser um MMO em si. É possível ver outros jogadores nas cidades, mas eles apenas poderão fazer parte da sua aventura se você permitir. O game é totalmente gratuito e só se gasta dinheiro real caso queira comprar itens cosméticos para seus personagens.

Dica: se ficar perdido(a) no mar de possibilidades de personalização do seu herói, a própria comunidade do jogo mantém várias wikis e fóruns dando dicas de builds.

2. Grim Dawn

Além da atmosfera gótica e apocalíptica, Grim Dawn traz um sistema híbrido de classes muito interessante. Como todo ARPG, você começa normalmente escolhendo seu personagem e classe, mas no decorrer da campanha, será possível fundir classes e customizar ainda mais seu gameplay. 

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Há várias possibilidades de combinações e, inclusive, a própria comunidade do jogo se ajuda muito, compartilhando builds e dando dicas para outros jogadores, de acordo com o estilo que pretendem montar para o seu char.

Fora isso, os mapas do jogo são quase sempre repletos de elementos e passagens, e ficar perdido é uma possibilidade. Fazer backtracking será necessário também em alguns momentos, especialmente se optar resolver algumas missões secundárias e desafios. Essas sidequests podem ser obtidas durante a exploração, ao passar por algum NPC, ou mesmo nas cidades. Por isso, conversar com as pessoas é importante.

3. Torchlight 2

Torchlight 2 leva o dungeon crawler de uma forma muito divertida ao seu RPG de ação de visual colorido. O jogo condensa alguns dos pontos positivos da série Diablo e ainda acrescenta um sistema de pets que podem vender seus itens na cidade mais próxima, sem que você precise sair do seu local atual. Na época do seu lançamento, este era um dos recursos mais queridos pelos jogadores.

O título talvez possa ser considerado uma boa indicação de “jogo tipo Diablo” para quem nunca jogou nada do tipo, pois ao contrário dos outros exemplos desta lista, ele não é tão complexo de se entender com sistemas de árvores de habilidades, runas e classes híbridas. Vale dar uma chance ao primeiro Torchlight também. Há um terceiro jogo, mas ele não evoluiu tanto em relação ao 2.

4. Titan Quest

Titan Quest veste a mitologia grega no seu gameplay e aposta forte no sistema de looting e trituração de monstros mitológicos, como hidras e ciclopes. Há uma versão de aniversário do jogo, lançada em 2016, que dá uma melhorada nos visuais tanto dos cenários quanto das armas e armaduras. 

Titan Quest é um ARPG relativamente simples, você não precisará consultar extensas wikis para se entender com seu personagem, mas é um jogo interessante de testar dentro deste estilo também.

5. Warhammer 40,000: Inquisitor – Martyr

Warhammer 40,000: Inquisitor – Martyr talvez seja o game da franquia que mais se aproxima da fórmula Diablo por trazer uma visão isométrica (com a câmera na parte superior do cenário), loot e build para os personagens. 

O jogo se passa dentro do universo Warhammer 40k, então o jogador pode esperar um gameplay com armas e outros equipamentos característicos da série e, claro, Space Marines. Você pode escolher entre três diferentes classes e também dar uma olhada na expansão standalone Prophecy, caso curta a campanha principal do game.

6. The Incredible Adventures of Van Helsing

The Incredible Adventures of Van Helsing leva o RPG de ação para um período de tempo diferente da fantasia medieval, bem comum para este gênero. Agora, você está numa espécie era Vitoriana e o jogador, como é possível deduzir, controla o famoso caçador de monstros Van Helsing no início da carreira, digamos assim.

Pelo jogo ser inspirado em Drácula, de Bram Stoker, o grande vilão da história não é um demônio (o Diablo, por exemplo), mas sim um vampirão mesmo. Outro ponto diferente deste título é que como você joga com Van Helsing, não há escolha de classes, mas vale testar o game em diferentes dificuldades para experimentar novos desafios.

7. Book of Demons

Book of Demons é o jogo estilo Diablo mais “fora da curva” desta lista. É também um dos que mais ousou trazer algo diferente para a mesa do ARPG. A começar pelo seu design que foi construído de forma a parecer que se está abrindo um livro de histórias, daqueles que as figuras saltam da página.

Outro ponto interessante a se notar é que o combate é uma mistura do hack and slash conhecido de Diablo só que combinado a um sistema de deck building. Com isso, você terá que jogar cartas para ativar algumas ações, ao invés de recorrer a sua barra de atalhos. E ao contrário de Diablo, no lugar de coletar loot com armas, armaduras e outros itens, você precisará conseguir cartas para deixar seu deck cada vez mais poderoso.

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