Momento Tecnologia

Sony inverte botões do PlayStation 5 no Japão e causa polêmica; entenda

Publicados

em


source

Olhar Digital

PlayStation 5
Reprodução

Controle do PlayStation 5 tem mudanças significativas no Japão

Se você joga videogame há muito tempo, especialmente no PlayStation , já deve ter percebido um padrão: em jogos feitos no Ocidente, é normal confirmar suas ações apertando X e voltar apertando Círculo, enquanto em games orientais acontece o inverso. Agora, a Sony decidiu padronizar esse método, e alterou as configurações do PlayStation 5 no Japão para o modelo ocidental.

Parece algo simples para nós, já que estamos acostumados a ver esse padrão há pelo menos 25 anos. No entanto, não será uma mudança fácil para os japoneses, especialmente porque lá o significado do X é diferente.

Historicamente, o X não é usado no país para “confirmar” ou “aceitar” coisas, nem para “marcar o local”, como vemos em mapas de piratas. Lá, o X significa o inverso disso: “cancelar” ou “sair”. Quem faz esse papel é justamente o Círculo, que significa “OK”.

Leia Também:  Motorola lança Moto G 5G, primeiro intermediário compatível com a rede no Brasil

Para ajudar a confundir ainda mais os fãs japoneses, jogos de PS5 produzidos no Japão ainda usarão o padrão antigo de X e Círculo, algo contraditório com o próprio hardware do console.

Obviamente, essa informação repercutiu muito, principalmente no Japão. Kenji Iguchi, editor da Famitsu, escreveu em seu Twitter que “está chegando a frustração da memória muscular para os quase dez milhões de usuários do PS no Japão”.

Iguchi não espera que isso seja muito bem recebido pelos jogadores japoneses. “Desaprender a memória muscular adquirida ao longo de anos de repetição é extremamente difícil”, escreveu. “A curto prazo, acho que os desenvolvedores do Japão vão realmente enfrentar MAIS carga de desenvolvimento em vez de menos devido a isso”.

Leia Também:  Trump tem Twitter invadido; veja qual era a senha considerada fácil demais

Cinco semanas antes do lançamento do console no Japão , e depois que muitos já pagaram para recebê-lo no dia em que for lançado, alguns detalhes secretos do PlayStation 5 estão enfim começando a aparecer. Porém, talvez essas novidades não sejam tão boas assim.

Propaganda

Momento Tecnologia

Hacker tenta vender dados de 186 milhões de eleitores nos EUA

Publicados

em


source

Olhar Digital

hacker dados eleições
Unsplash

Hacker queria vender dados eleitorais nos EUA

Uma firma de cibersegurança chamada Trustwave descobriu, na dark web , um hacker que obteve, com intenção de vender, dados sigilosos de mais de cerca de 186 milhões de eleitores norte-americanos, em um momento no qual o país se prepara para a realização de eleições presidenciais, previstas para o dia 3 de novembro.

Os dados incluíam nome e sobrenome, data de nascimento, local de residência e histórico de votos contabilizados, além de outras informações. Segundo a Trustwave, o material, caso adquirido por pessoas mal intencionadas, poderia ser usado na veiculação geolocalizada de campanhas de desinformação e fake news.

“Uma enorme quantidade de dados sobre cidadãos estadunidenses está disponível para cibercriminosos”, disse Ziv Mador, vice-presidente da Trustwave, à NBC. “Nas mãos erradas, esses dados de eleitores e consumidores podem ser usados para ataques por meio das redes sociais, esquemas de phishing via e-mail e também golpes via mensagens de texto ou telefonemas antes, durante e depois das eleições – sobretudo se os resultados do pleito tiverem contestação”.

Essa última parte é importante, pois faz referência a uma declaração do presidente Donald Trump , do Partido Republicano, feita em julho deste ano e repetida há cerca de um mês. Ele, que concorre à reeleição ao cargo máximo dos EUA no próximo dia 3 de novembro, disse por duas vezes que não reconhecerá a derrota caso venha a perder o pleito para o seu opositor, Joe Biden , do Partido Democrata.

Leia Também:  Instagram vai responder ao Procon-SP por vazar dados de 5 milhões de crianças

Segundo Mador, os dados foram obtidos de várias fontes – em sua maioria, roubados das bases de dados de empresas de segurança em invasões recentes, mas também recolhidos de esferas públicas. Ele ressalta que, em alguns estados dos Estados Unidos, informações de eleitores estão publicamente disponíveis.

A Trustwave é uma empresa especializada em monitorar a dark web em busca de atividades ilícitas. Neste caso, o próprio Ziv Mador disse ter encontrado um hacker apelidado “Greenmoon2019”, que lhe ofereceu as informações por um preço. A partir daí, a equipe da empresa entrou em ação, usando nomes fictícios para induzir o hacker a fornecer maiores informações sobre si próprio, incluindo uma carteira da criptomoeda bitcoin, a qual ele usaria para receber o pagamento.

Carteiras de bitcoin costumam ser o método favorito de pagamento por atividades ilícitas, uma vez que elas reconhecem publicamente uma transação realizada, mas não divulgam as identidades das partes envolvidas. No caso em mãos, a Trustwave conseguiu relacionar esta carteira com uma outra, ainda maior, que já teria coletado o equivalente a US$ 100 milhões (R$ 558,28 milhões na conversão direta) de outras vendas – nem todas relacionadas à oferta de dados privados.

Isso é um indício de que “Greenmoon2019” faça parte de um grupo de pessoas envolvidas em diversas atividades fora da lei. Além dos registros de 186 milhões de eleitores, o hacker estava oferecendo 245 milhões de registros de outros tipos de dados de pessoas.

Leia Também:  Google Play Music é encerrado; veja como transferir suas músicas

O lado secreto das eleições

A disponibilidade de dados de eleitores não é nova, mas a Trustwave reconhece que uma oferta deste tamanho traz preocupações à segurança das eleições do dia 3 de novembro. E pior: este não é o único caso recente.

Segundo o diretor de inteligência nacional a serviço do governo dos Estados Unidos, Daniel Ratcliffe, hackers iranianos obtiveram, na última quarta-feira (21), informações de eleitores que foram usadas na veiculação de uma campanha de intimidação contra Democratas, enviando e-mails ameaçadores se fazendo passar por membros dos Proud Boys, um conhecido grupo racista que prega a supremacia branca, superioridade masculina e ideias fascistas nos EUA e Canadá.

Ratcliffe também ressaltou que dados similares foram obtidos por hackers russos , mas até o momento, nenhuma campanha foi identificada como tendo sua origem no país presidido por Vladimir Putin. Em 2016, porém, os russos conseguiram interferir com a corrida presidencial disputada por Donald Trump e Hillary Clinton.

Uma ampla investigação descobriu que hackers a serviço do governo de Putin beneficiaram Trump ao atacar a campanha de Clinton, vazando diversas informações do Partido Democrata. Uma agência de inteligência russa criou milhares de perfis falsos no Facebook e outras redes sociais , afiliando-se a grupos conservadores e de extrema-direita, no intuito de ampliar os perfis do atual presidente americano na internet.

Trump e sua administração negaram qualquer envolvimento no caso.Sobre o hacker descoberto pela Trustwave, a NBC não informou se ele foi preso ou se é o alvo de alguma investigação em curso.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA