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Starlink quer testar internet por satélite em comunidade de São Paulo

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Fábio Faria e Elon Musk
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Fábio Faria e Elon Musk

A Starlink, braço de internet via satélite da SpaceX, do bilionário Elon Musk, protocolou na tarde de segunda-feira (22) um pedido para realizar uma demonstração de equipamentos em parceria com a ONG internacional Luta Pela Paz. O teste pretende conectar 40 alunos de um centro estudantil da comunidade de Savoyzinho, em São Paulo (SP), à rede de baixa latência e alta velocidade.

Starlink dará kit com antena a ONG do Brasil

A Starlink quer realizar seu primeiro teste de conectividade no Brasil em uma comunidade de baixa renda. Em documento enviado à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a companhia de Elon Musk dá alguns detalhes sobre o teste para fornecer rede aos 40 estudantes do centro comunitário de Savoyzinho, no bairro Parque Savoy, zona leste de São Paulo.

A Starlink diz que, além de focar na conexão com os satélites da companhia, o teste será usado para observar o funcionamento de equipamentos de terminal, como a antena e o roteador Wi-Fi — que inclusive foi recentemente homologado pela Anatel.

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A ONG Luta Pela Paz receberá uma caixa com uma antena e seu suporte, conectada por cabos a um roteador Wi-Fi e a uma fonte de energia.

Teste terá conexão em tempo real de antena da Starlink

A empresa conta como o teste funciona: usuários devem conectar a fonte de alimentação à antena da Starlink. Assim, ela imediatamente procura o sinal dos satélites que oferecem a cobertura de internet no local. Ao encontrar o sinal da constelação de equipamentos em órbita — o que deve durar cerca de 15 minutos —, a antena imediatamente se inclina e fixa em uma posição.

Para maximizar a potência do sinal, a companhia avisa que é melhor não ter nenhum objeto que interfira na conexão entre a antena e os satélites. Ou seja, é melhor esperar um clima favorável para fazer a demonstração.

Elon Musk encontrou ministro das Comunicações

O teste de rede da Starlink chega em um momento em que a empresa se aproxima do governo federal. Elon Musk, fundador da SpaceX, chegou a se reunir com o ministro das Comunicações , Fábio Faria, na semana passada. Segundo Faria, a reunião serviu para discutir o uso da internet via satélite em escolas de regiões rurais do Brasil e o uso da rede para monitorar o desmatamento. O ministro também se encontrou com o presidente da empresa de viagens espaciais, Gwynne Shotwell.

O presidente Jair Bolsonaro também teria cortejado Elon Musk. Segundo a revista Veja, Bolsonaro teria oferecido ao fundador da Tesla uma fatia do setor de semicondutores, pedindo que fosse construída uma fábrica de chips no Brasil. Musk teria recusado a oferta a princípio, dizendo que só investe em “tecnologias que ainda não existem”, mas não chegou a descartar a ideia.

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários racistas e homofóbicos

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube
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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube

A Justiça brasileira determinou que o Google deveria fornecer dados de usuários que fizeram comentários racistas, homofóbicos e de intolerância religiosa em um vídeo publicitário da empresa de alimentos saudáveis Liv Up no YouTube. A decisão, proferida pela 37ª Vara Cível de São Paulo, já foi cumprida.

A campanha é estrelada pelo humorista e digital influencer, “Esse Menino”, e pelo jogador da seleção masculina de vôlei, Douglas Souza, ambos LGBTQIA+. Os dois aparecem no vídeo usando maquiagem, unhas pintadas e acessórios. Além deles, fazem parte da publicidade, as também influencers Irina Cordeiro, que é uma mulher branca, e Tia Má, mulher negra.

O vídeo chama a atenção para alimentos “artificiais” e questiona os consumidores: “A vida é feita de escolhas. Que tal deixar a comida artificial para a loja de decoração?”.

Alguns usuários reagiram negativamente à publicação e usaram o espaço para fazer comentários preconceituosos. “Colocar um cara de batom e xuxinha? Isso ja passou dos limites. Agora é que eu não compro”, disse uma mulher. “Essas empresas modinha querem empurrar uma minoria goela abaixo como se fosse uma coisa normal”, afirmou um homem.

Em resposta, a Liv Up resolveu entrar com uma ação para conseguir identificar essas pessoas e responsabilizá-las pela atitude. A juiza responsável pelo caso, então, determinou que o Google deveria fornecer os dados socilitados sob pena de multa diária de R$ 5 mil. A dona do YouTube chegou a recorrer da decisão, mas o recurso não foi aceito.

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