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Taxi aéreo para 40 passageiros pode ser o futuro do transporte público

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Startup americana  apresenta projeto de ônibus voador elétrico
Reprodução /Nova York Kelekona

Startup americana apresenta projeto de ônibus voador elétrico

No futuro, o transporte de passageiros e até mesmo de carga poderá ser feito com uso de um ônibus voador elétrico. Ao menos é isso o que promete a startup de Nova York Kelekona, que apresentou um projeto conceitual de um veículo do tipo com capacidade de ser um táxi aéreo para até 40 passageiros sentados.

Com design futurista – uma espécie de mistura de dirigível com disco voador -, o ônibus voador elétrico ainda está em estudos, mas seu criador, Braeden Kelekona, tem planos ousados para o ele. O empreendedor acredita que a aeronave terá papel importante no transporte público do futuro, oferecendo viagens longas e rápidas a preços mais baixos do que os oferecidos atualmente.

Para isso, é preciso que a aeronave aguente bastante tempo no ar, e a Kelekona diz que planeja capacidade similar à bateria do Tesla Model 3 em um modelo que roda a 3,6 megawatt hora – nível de energia suficiente para alimentar centenas de casas.

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A Kelekona não é a única empresa trabalhando em veículos do tipo. A Uber também planeja um serviço de táxi aéreo chamado Uber Elevate , previsto para ser lançado lá fora em 2023. Com capacidade de transportar quatro passageiros e um piloto, o projeto da Uber teria uma grande desvantagem em relação ao da Kelekona, que teria espaço para 10 vezes mais passageiros.

Táxi aéreo rápido como avião, barato como trem

Os planos ousados da Kelekona envolvem criar, no futuro, diversas rotas aéreas para seus veículos. O primeiro trajeto em estudo é entre Manhattan e os Hamptons – entre a cidade de Nova York e os subúrbios. Atualmente, empresas aéreas cobram US$ 85 para um voo de 30 minutos – a Kelekona faria o mesmo trajeto em tempo semelhante, mas com preço equivalente ao de uma passagem de trem.

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Vale ressaltar, no entanto, que tudo isso não passa de promessa, ao menos por enquanto. A Kelekona ainda não conseguiu construir um modelo próprio para testes, realizando estudos com simulação em computadores. Mas, se tudo der certo, a empresa planeja fazer o primeiro voo para carga em 2022 e iniciar em 2024 o transporte de passageiros humanos.

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Aplicativo paga até R$ 1,3 mil por dia para usuários fazerem lives de crimes

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Aplicativo Citizen
Reprodução/Citizen

Aplicativo Citizen

O Citizen, um aplicativo que funciona nos Estados Unidos com o objetivo de notificar as pessoas a respeito de emergências e crimes próximos a elas, tem oferecido dinheiro para quem fizer transmissões ao vivo.

O app tem recrutado “membros da equipe de campo” em Los Angeles e em Nova York, oferecendo entre US$ 200 e US$ 250 por dia de trabalho (entre R$ 1.030 e R$ 1.300, em conversão direta), em turnos de 8h e 10h. A função dos contratados é a de transmitir cenas de crimes ao vivo pelo aplicativo.

De acordo com a empresa, os eventos de emergência podem variar de “criança desaparecida e incêndio em uma casa a qualquer outra coisa”. Além de filmar, as pessoas também são responsáveis por “caçar” os crimes e entrevistar os envolvidos.

“Você precisará ser muito rápido, não apenas em termos de colocar ao vivo em momentos que agreguem valor aos usuários e apoiem a missão do aplicativo, mas também ser capaz de localizar e incorporar entrevistas dinâmicas que contribuir para a transmissão ao vivo”, diz o anúncio das vagas, encontrado pelo New York Post. Ao Gizmodo, o Citizen declarou que, atualmente, há 12 membros que fazem esse trabalho de campo.

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Lançado em 2016, o aplicativo se descreve como uma “rede de segurança pessoal”, emitindo alertas a respeito de casos próximos aos usuários. Para mapear os incidentes, o app usa registro dos próprios usuários e comunicações policiais.

Apesar de pedir aos usuários para “nunca se aproximar da cena do crime, interferir em um incidente ou atrapalhar a polícia”, o aplicativo é criticado por encorajar a justiça popular.

Em maio deste ano, o CEO do Citizen chegou a oferecer US$ 30 mil de recompensa para usuários que encontrassem um homem acusado de iniciar um incêndio florestal. Nome e imagem dele foram divulgadas no app e, em uma transmissão ao vivo, apresentadores encorajaram os usuários a “caçarem esse cara”. Depois, a polícia determinou que a acusação era injusta e o homem foi inocentado. A polícia disse, ainda, que as ações do Citizen foram potencialmente “desastrosas”.

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