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TikTok cria ferramentas para informar sobre distúrbios alimentares; conheça

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TikTok tenta conter desinformação sobre o tema
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TikTok tenta conter desinformação sobre o tema

O TikTok anunciou, nesta segunda-feira (22), algumas medidas para tentar combater a desinformação a respeito de distúrbios alimentares . As novidades serão implementadas, por enquanto, apenas nos Estados Unidos .

Em parceria com a Associação Nacional de Distúrbios Alimentares dos EUA (NEDA, na sigla em inglês), o TikTok vai fornecer informações em algumas páginas. Quando um usuário pesquisar por termos relacionados ao tema, como “transtorno alimentar” ou “pró-aneroxia”, ele será encaminhado a uma página com conselhos sobre os distúrbios e telefones de contato do NEDA.

O mesmo acontecerá quando o usuário clicar em uma hashtag relacionada ao tema da alimentação, como #WhatIEatInADay (‘o que eu como em um dia’, em tradução livre).

Por enquanto, a rede social não fala em moderação de conteúdo acerca dos distúrbios alimentares. O TikTok já lidou com questões relacionadas no passado e, com um grande número de adolescentes cadastrados, tenta reverter conteúdos que podem ser perigosos.

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Facebook paga R$ 3,6 bilhões a usuários para encerrar processo nos EUA

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Facebook fecha acordo com EUA
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Facebook fecha acordo com EUA

A justiça dos Estados Unidos confirmou um acordo para o Facebook pagar US$ 650 milhões a moradores de um estado por violação de privacidade envolvendo sistemas de reconhecimento facial . A decisão faz parte de um processo movido por 1,6 milhão de moradores do estado de Illinois – todos receberão uma pequena parcela da quantia paga pela rede social para quitar o processo.

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O caso é antigo e vem de 2015, quando o advogado Jay Edelson processou o Facebook alegando que o uso do sistema de reconhecimento facial para marcar pessoas em fotos violava uma lei estadual de Illinois que impede o armazenamento de dados biométricos sem consentimento do usuário. Novas pessoas foram se juntando ao caso, até superar a marca de 1,6 milhão de envolvidos.

Todo o valor disponibilizado pelo Facebook será distribuído entre os usuários da rede social que vivem em Illinois e “cujas fotos estão no site a partir de 2011”. Três das pessoas que processaram o Facebook receberão US$ 5 mil, enquanto o restante ficará com US$ 345 cada.

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O juiz James Donato, da Califórnia, também disse que o Facebook deve pagar a multa o mais rápido possível. Donato também chamou o acordo de “uma grande conquista para consumidores na altamente contestada área de privacidade digital”.

Facebook celebra acordo e pagará multa

Em um comunicado, o Facebook comemorou ter enfim finalizado o processo. “Estamos felizes em chegar a um acordo para que possamos deixar essa questão para trás, que é o melhor para os interesses da nossa comunidade e acionistas”.

A rede social já alterou a forma como o reconhecimento facial para marcação funciona, e usuários têm a opção de escolher se querem ou não que seus dados sejam armazenados pelo Facebook. O Facebook tinha oferecido US$ 100 milhões a menos, mas aumentou a proposta, já que um juiz negou a anterior, alegando que a empresa não seria “punida adequadamente”.

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