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Veja os 11 melhores recursos do Android 11

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Android 11
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Veja os 11 melhores recursos do Android 11

O Android 11 já chegou em celulares Google Pixel e deve aparecer em mais aparelhos nas próximas semanas. Apesar de não conter nenhuma mudança radical de design, ou nada que altere completamente a forma de usar os dispositivos, a atualização possui algumas novas ferramentas interessantes. Aqui estão algumas delas:

1. Modo escuro automático e agendado

Adicionado pelo Google no Android 10 , o modo escuro agora apresenta a opção de ser habilitado automaticamente a noite e desligado de manhã. Além disso, você pode agendar um horário específico para que o modo escuro seja ligado ou desligado.

2. Fixar aplicativos no menu de compartilhamento

Usualmente apresentado em ordem alfabética, o menu de compartilhamento de conteúdo do Android 11 permite que você fixe seus aplicativos favoritos. A novidade não está presente em aplicativos que já apresentam menus customizados, como o Google Fotos . Além disso, as recomendações de compartilhamento ainda não podem ser desabilitadas.

3. Histórico de notificações

O Android 11 também adicionou uma nova página com histórico de notificações. Nela, o usuário pode pesquisar qual o aplicativo que mais o notifica ou checar algo que possa ter deixado passar. A página registra todas as notificações no aparelho recebidas nas últimas 24 horas.

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4. Permissões temporárias

Em mais um passo importante para proteger a privacidade dos usuários, o Android 11 implementou permissões temporárias. Assim, aplicativos perdem acesso a certos recursos do seu celular assim que são fechados. A nova ferramenta é um bom complemento de recursos adicionados na última atualização, como o fim do acesso do clipboard em plano de fundo e a restrição de IDs de aparelhos.

5. Novos emojis

Algumas novas opções de emoji estão disponíveis no Android 11 . Um rosto com disfarce, corações e pulmões anatomicamente corretos e até mesmo um emoji ninja, estão entre as novidades. Também foram inseridos novos emojis de gênero neutro, depois dos apresentados no Android 10, além de novas representações transgêneras, com a bandeira e o símbolo da luta adicionados. Emojis antigos também foram redesenhados, ganhando novas sombras e contornos.

6. Android Auto sem fio

Com exceção de alguns aparelhos Google Pixel e Samsung , a maioria dos dispositivos com Android Auto requer um cabo USB para se conectar com um carro. O Android 11 muda isso e agora todos os celulares que suportam uma conexão Wi-Fi 5GHz podem utilizar o aplicativo sem precisar de fio.

7. Melhor suporte para telas curvas

Com boa parte dos novos aparelhos apresentando curvatura em suas beiradas, o Android 11 presta melhor suporte para esse formato, diminuindo distorções e complicações em alguns controles. A nova funcionalidade garante uma melhor eficiência de qualquer app em qualquer aparelho.

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8. Controle de mídia

Possivelmente a alteração mais drástica do update move todo o controle de mídia do painel de notificações para a seção de configurações rápidas. Isso significa que o botão para limpar todas as notificações não fecha mais a mídia quando ela está pausada. A alteração permite que você volte do ponto onde parou em uma mídia pausada com mais facilidade.

9. Notificações e bolhas de conversação

Outra mudança está na possibilidade de separar as notificações de conversas de avisos de aplicativos de compra, jogos ou mídia. Além disso, conversações podem ser transformadas em “bolhas”, um recurso semelhante ao do Messenger do Facebook .

10. Gravação de tela com áudio

O recurso de gravação de tela do Android 11 agora também captura som. A ferramenta atualizada está disponível no menu de configurações rápidas. As opções de gravação, no entanto, continuam um pouco simplistas, não permitindo a customização de formato ou resolução.

11. Menu ligar/desligar

Além dos botões tradicionais de ligar, reiniciar e modo de emergência, o Android 11 agora apresenta uma tela inteira quando o botão de força é apresentado. O novo menu mostra um painel de controle para casas inteligentes e sua carteira virtual. No entanto, como o Google não exige que esse recurso seja implementado em todos os aparelhos, é possível que alguns dispositivos mantenham um formato mais simples.

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Hacker tenta vender dados de 186 milhões de eleitores nos EUA

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Hacker queria vender dados eleitorais nos EUA

Uma firma de cibersegurança chamada Trustwave descobriu, na dark web , um hacker que obteve, com intenção de vender, dados sigilosos de mais de cerca de 186 milhões de eleitores norte-americanos, em um momento no qual o país se prepara para a realização de eleições presidenciais, previstas para o dia 3 de novembro.

Os dados incluíam nome e sobrenome, data de nascimento, local de residência e histórico de votos contabilizados, além de outras informações. Segundo a Trustwave, o material, caso adquirido por pessoas mal intencionadas, poderia ser usado na veiculação geolocalizada de campanhas de desinformação e fake news.

“Uma enorme quantidade de dados sobre cidadãos estadunidenses está disponível para cibercriminosos”, disse Ziv Mador, vice-presidente da Trustwave, à NBC. “Nas mãos erradas, esses dados de eleitores e consumidores podem ser usados para ataques por meio das redes sociais, esquemas de phishing via e-mail e também golpes via mensagens de texto ou telefonemas antes, durante e depois das eleições – sobretudo se os resultados do pleito tiverem contestação”.

Essa última parte é importante, pois faz referência a uma declaração do presidente Donald Trump , do Partido Republicano, feita em julho deste ano e repetida há cerca de um mês. Ele, que concorre à reeleição ao cargo máximo dos EUA no próximo dia 3 de novembro, disse por duas vezes que não reconhecerá a derrota caso venha a perder o pleito para o seu opositor, Joe Biden , do Partido Democrata.

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Segundo Mador, os dados foram obtidos de várias fontes – em sua maioria, roubados das bases de dados de empresas de segurança em invasões recentes, mas também recolhidos de esferas públicas. Ele ressalta que, em alguns estados dos Estados Unidos, informações de eleitores estão publicamente disponíveis.

A Trustwave é uma empresa especializada em monitorar a dark web em busca de atividades ilícitas. Neste caso, o próprio Ziv Mador disse ter encontrado um hacker apelidado “Greenmoon2019”, que lhe ofereceu as informações por um preço. A partir daí, a equipe da empresa entrou em ação, usando nomes fictícios para induzir o hacker a fornecer maiores informações sobre si próprio, incluindo uma carteira da criptomoeda bitcoin, a qual ele usaria para receber o pagamento.

Carteiras de bitcoin costumam ser o método favorito de pagamento por atividades ilícitas, uma vez que elas reconhecem publicamente uma transação realizada, mas não divulgam as identidades das partes envolvidas. No caso em mãos, a Trustwave conseguiu relacionar esta carteira com uma outra, ainda maior, que já teria coletado o equivalente a US$ 100 milhões (R$ 558,28 milhões na conversão direta) de outras vendas – nem todas relacionadas à oferta de dados privados.

Isso é um indício de que “Greenmoon2019” faça parte de um grupo de pessoas envolvidas em diversas atividades fora da lei. Além dos registros de 186 milhões de eleitores, o hacker estava oferecendo 245 milhões de registros de outros tipos de dados de pessoas.

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O lado secreto das eleições

A disponibilidade de dados de eleitores não é nova, mas a Trustwave reconhece que uma oferta deste tamanho traz preocupações à segurança das eleições do dia 3 de novembro. E pior: este não é o único caso recente.

Segundo o diretor de inteligência nacional a serviço do governo dos Estados Unidos, Daniel Ratcliffe, hackers iranianos obtiveram, na última quarta-feira (21), informações de eleitores que foram usadas na veiculação de uma campanha de intimidação contra Democratas, enviando e-mails ameaçadores se fazendo passar por membros dos Proud Boys, um conhecido grupo racista que prega a supremacia branca, superioridade masculina e ideias fascistas nos EUA e Canadá.

Ratcliffe também ressaltou que dados similares foram obtidos por hackers russos , mas até o momento, nenhuma campanha foi identificada como tendo sua origem no país presidido por Vladimir Putin. Em 2016, porém, os russos conseguiram interferir com a corrida presidencial disputada por Donald Trump e Hillary Clinton.

Uma ampla investigação descobriu que hackers a serviço do governo de Putin beneficiaram Trump ao atacar a campanha de Clinton, vazando diversas informações do Partido Democrata. Uma agência de inteligência russa criou milhares de perfis falsos no Facebook e outras redes sociais , afiliando-se a grupos conservadores e de extrema-direita, no intuito de ampliar os perfis do atual presidente americano na internet.

Trump e sua administração negaram qualquer envolvimento no caso.Sobre o hacker descoberto pela Trustwave, a NBC não informou se ele foi preso ou se é o alvo de alguma investigação em curso.

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