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Você aceitaria? Facebook paga usuários para deixarem a rede social; entenda

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Facebook paga usuários para realizar pesquisa

O Facebook está realizando uma pesquisa para entender como as mídias sociais impactam a democracia. Sua metodologia, porém, é um pouco estranha. A rede social está pagando a seus usuários para que eles se desconectem de suas contas antes da eleição presidencial deste ano nos Estados Unidos. A informação foi divulgada inicialmente por Elizabeth Dwoskin, repórter do Washington Post e confirmada pela rede social.

O estudo é feito em parceria com pesquisadores externos e a expectativa é que entre 200 mil e 400 mil usuários aceitem participar. “Para continuar a amplificar tudo o que é bom para a democracia nas redes sociais e mitigar o que não é, precisamos de pesquisas mais objetivas, imparciais e empiricamente fundamentadas”, explicou a rede social.

“É por isso que hoje estamos anunciando uma nova parceria de pesquisa para entender melhor o impacto do Facebook e do Instagram nas principais atitudes e comportamentos políticos durante as eleições dos EUA em 2020”, acrescentou.

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Pelos prints postados pela repórter, os usuários recebem uma notificação pop-up da rede pedindo que selecionem a quantia desejada para participar da pesquisa. O Facebook oferece as opções de US$ 10, US$ 15 e US$ 20 por semana. A solicitação pode ser de desativar a conta por apenas sete dias ou até por seis semanas.

Um porta-voz da rede social confirmou o pagamento a usuários que completarem pesquisas ou desativarem as contas. “Qualquer pessoa que optar por participar – seja completando pesquisas ou desativando o Facebook ou Instagram por um período de tempo – será compensada”, afirmou Liz Bourgeos no Twitter.

O Facebook afirmou que não pretende divulgar os dados até, pelo menos, metade de 2021. Por fim, a rede social afirmou que a pesquisa não tem impacto no resultado das eleições, já que sua amostra equivale a apenas 0,1% dos votantes. Vale destacar que, por se tratar de uma pesquisa relacionada às eleições americanas, apenas usuários residentes do país podem participar.

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Facebook e as eleições

Esta, porém, não é a única medida que vai ser tomada durante o período eleitoral no país. O Facebook afirmou nesta quinta-feira (3) que vai interromper a publicação de novos anúncios de propaganda política durante a semana anterior às eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro. Os anunciantes, no entanto, ainda poderão conduzir campanhas já existentes e ajustar a segmentação do público-alvo.

O CEO da companhia, Mark Zuckerberg , diz que a medida atende a falta de tempo hábil para que as informações de anúncios políticos possam ser verificadas e, se for o caso, contestadas. Em publicação na plataforma, o executivo ainda apresentou uma série de iniciativas para combater a desinformação sobre o processo de votação norte-americano.

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Nova tecnologia brasileira descobre o que você sente ao ver o que posta

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Comentários em redes sociais podem indicar sentimentos dos usuários

Não é segredo para ninguém que todos os dados que fornecemos online são capazes de dizerem muito sobre cada um de nós. Agora, nossos comentários em redes sociais podem definir, inclusive, o que estamos sentindo. Uma solução pioneira no Brasil nesse sentido foi lançada pela Squid , empresa de marketing de influência, em parceria com a Got It , startup paranaense de programação neurológica.

A nova tecnologia é capaz de metrificar os sentimentos em comentários e legendas de redes sociais. A inteligência artificial processa automaticamente o textos e os emojis e, a partir disso, consegue dizer o que o usuário estava sentindo quando publicou o conteúdo. De acordo com o CIO da Squid, Fausto Matsuda, a taxa de acerto é de 93%

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O que permite a precisão é o fato de a inteligência artificial estar aliada a um sistema de programação neurolinguística . “A união das plataformas permite trazer uma solução exclusiva no mercado, que consiste em utilizar a programação neurolinguística associada à inteligência artificial na análise do texto. O resultado é um relatório da mensagem principal que nos diz se ela é positiva, neutra ou negativa”, explica Fausto. 

As máquinas sabem de tudo

A nova tecnologia dá mais um passo na direção de permitir que os software entendam as necessidades, gostos e, agora, sentimentos, de cada usuário. “Por meio da inteligência artificial, agora é possível ler e interpretar não só a necessidade de cada pessoa, mas seus sentimentos e emoções. Isso torna a tecnologia cada vez mais pessoal e humana. Com base em análises desse nível será possível aperfeiçoar a tecnologia a um nível cada vez mais sensível onde os computadores passam a entender nossos sentimentos”, define o CIO.

O CEO da Got It, Rodrigo Streithorst, explica que esse entendimento só é possível quando a máquina interpreta além dos textos. É por isso que a inteligência artificial analisa também os emojis utilizados na comunicação virtual, que dizem muito a respeito do sentimento dos usuários.

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O resultado do conhecimento é…marketing

Assim como todos os dados que fornecemos online , a metrificação dos sentimentos também serão usadas para fins publicitários. Inicialmente, o objetivo da Squid é saber o que o público sente diante de determinadas campanhas ou publicações de influenciadores. “Hoje em dia o engajamento se mede pelas emoções”, afirma Fausto.

Se hoje nossos cliques, observações, publicações, curtidas e demais rastros digitais já influenciam no tipo de anúncio que recebemos, amanhã as tecnologias agirão de forma ainda mais apurada, e o que sentimos vai ser levado em conta para o marketing digital .

“Para as marcas, é um termômetro para compreender o impacto da ação. Como em qualquer área, o marketing de influência deve ser baseado em dados a tecnologia permite ter uma compreensão mais aprofundada sobre as campanhas, fazendo com que elas sejam mais assertivas”, completa o CIO da Squid.

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