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Vovô fica bravo com computador e vídeo viraliza na internet; assista

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Reprodução/Instagram

Senhor briga com computador enquanto neto filma a cena

O vídeo de um senhor brigando com seu computador viralizou na internet depois que seu neto o publicou. No vídeo, ele fica muito bravo quando seu computador troca o buscador do Google pelo Bing e ele não consegue arrumar. 

“Agora aparece o Bing! O que é que é Bing?”, grita o senhor, enquanto seu neto filma e dá risada. “Você está rindo, mas eu fico louco de ódio, porque eu não sou mais dono da minha vida”, rebate o avô. 

O neto tenta ensinar o avô a corrigir o problema, e pede para ele sair e entrar de novo. “Sair e entrar de novo em que? Isso aqui é a página inicial do Firefox, se eu entrar de novo, vem Bing outra vez”, grita ele.

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No vídeo, o senhor xinga a máquina, o que fez com que o conteúdo se tornasse um viral. Nos comentários, os internautas disseram se identificar com o vovô . “Compartilho do mesmo sentimento, vovô”, disse uma usuária. “Eu usando o Word toda vez”, comentou outro.

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@lucasmarianos

Uma publicação compartilhada por Coisas Para Ver Ch4p4d0 (@coisaspvchapado) em 25 de Out, 2020 às 7:30 PDT

Depois que o vídeo circulou bastante, o neto do senhor, Lucas Mariano, publicou um agradecimento em seu perfil do Instagram . “Nunca que eu imaginaria que tanta gente veria, se identificaria e amaria ele como eu. Muito obrigado pelas mensagens, pelo carinho”, escreveu. O neto ainda prometeu postar outros vídeos do avô. 

Junto com o agradecimento, ele publicou outro vídeo , filmado antes do que viralizou. Nele, o vovô também esbraveja com o computador, dessa vez porque não conseguiu cancelar o envio de uma mensagem . “É inacreditável”, diz ele, depois de chamar o computador de canalha.


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Projeto quer proibir jovens de enviar mensagens em videogames

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Felipe Vinha

Projeto quer proibir jovens de enviar mensagens em videogames

Um novo projeto de Lei quer proibir que usuários menores de 14 anos enviem ou recebam mensagens por meio de videogames. O projeto, de autoria do deputado federal Carlos Chiodini (MDB), de Santa Catarina, prevê outras restrições e é citado como adição ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

A primeira adição citada dá conta de que empresas ficam impedidas de publicar dados de jovens durante a jogatina, conforme diz o texto: “Os jogos eletrônicos que coletem dados pessoais de seus usuários ficam proibidos de disponibilizar publicamente, por qualquer meio, informações que possibilitem a identificação de determinado usuário”.

Como justificativa, o documento do Projeto de Lei aponta que os pais podem pensar que todos os outros jogadores estão na mesma faixa etária, ao verificarem a classificação etária infantil de determinado título – o que, de fato, não é uma realidade.

“Conhecendo esta característica, muitos criminosos entram nos jogos e passam a interagir com suas vítimas, escrevendo e se portando como crianças”, diz ainda o mesmo texto. Assim, o Projeto de Lei visa diminuir o risco de aliciamento de menores e também a proteção de usuários nas interações online dentro dos jogos.

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Quando passa a valer?

O Projeto foi apresentado pelo deputado em 25 de novembro e, por ora, ainda não tramitou. O projeto ainda deve seguir para o Senado, onde será analisado e votado. Se passar sem alterações, vai para veto ou sanção do presidente da República.

Se o presidente sancionar o projeto, ele se torna lei e é publicado no Diário Oficial da União . Mas o presidente pode vetar uma parte do projeto ou todo ele.

Contudo, se aprovado, o autor do projeto de lei diz ainda que as empresas terão que se adequar à nova realidade, por isso há um prazo previsto de 90 dias para que a lei passe a valer, a partir do momento em que for aprovada.

A implementação, contudo, pode não ser tão prática ou viável. Hoje, empresas de games já protegem seus usuários por meio de seus Termos de Uso, normalmente descritos quando uma conta é criada, no mundo todo. Além disso, videogames possuem ferramentas que permitem limitar o uso e acesso de usuários menores de idade.

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Ainda não se sabe que tipo de complicação isso pode trazer para empresas atuantes no Brasil ou se elas podem acatar a lei em “apenas” 90 dias.

Todos os documentos e detalhes relacionados ao projeto de lei podem ser vistos no Portal da Câmara dos Deputados.

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