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WhatsApp lança recurso para criar figurinhas dentro do aplicativo

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WhatsApp testa ferramenta para criação de stickers
Unsplash/Alexander Shatov

WhatsApp testa ferramenta para criação de stickers

O WhatsApp lançou nesta quarta-feira (24) uma ferramenta que permite que novas figurinhas sejam criadas diretamente dentro do aplicativo. Por enquanto, a novidade está disponível apenas no WhatsApp Web, mas deve chegar em breve aos aplicativos para desktop.

O recurso permite que usuários subam imagens, façam cortes e adicionem textos e emojis sobre elas para criar stickers.

Anteriormente, para criar novos stickers era preciso baixar aplicativos terceiros, que permitem edições em imagens e a importação das figurinhas para o WhatsApp.

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários racistas e homofóbicos

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Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube
Reprodução/Youtube

Google é obrigado a fornecer dados de usuários que fizeram comentários preconceituosos em vídeo no YouTube

A Justiça brasileira determinou que o Google deveria fornecer dados de usuários que fizeram comentários racistas, homofóbicos e de intolerância religiosa em um vídeo publicitário da empresa de alimentos saudáveis Liv Up no YouTube. A decisão, proferida pela 37ª Vara Cível de São Paulo, já foi cumprida.

A campanha é estrelada pelo humorista e digital influencer, “Esse Menino”, e pelo jogador da seleção masculina de vôlei, Douglas Souza, ambos LGBTQIA+. Os dois aparecem no vídeo usando maquiagem, unhas pintadas e acessórios. Além deles, fazem parte da publicidade, as também influencers Irina Cordeiro, que é uma mulher branca, e Tia Má, mulher negra.

O vídeo chama a atenção para alimentos “artificiais” e questiona os consumidores: “A vida é feita de escolhas. Que tal deixar a comida artificial para a loja de decoração?”.

Alguns usuários reagiram negativamente à publicação e usaram o espaço para fazer comentários preconceituosos. “Colocar um cara de batom e xuxinha? Isso ja passou dos limites. Agora é que eu não compro”, disse uma mulher. “Essas empresas modinha querem empurrar uma minoria goela abaixo como se fosse uma coisa normal”, afirmou um homem.

Em resposta, a Liv Up resolveu entrar com uma ação para conseguir identificar essas pessoas e responsabilizá-las pela atitude. A juiza responsável pelo caso, então, determinou que o Google deveria fornecer os dados socilitados sob pena de multa diária de R$ 5 mil. A dona do YouTube chegou a recorrer da decisão, mas o recurso não foi aceito.

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